Testemunha que ilibou Cabrita não ia no carro no momento do atropelamento

6 dez 2021, 12:48

Agente da PSP seguia não na viatura acidentada, mas na que vinha a seguir

A testemunha que ilibou Eduardo Cabrita de responsabilidades no atropelamento na A6, afinal, não seguia no interior do carro. A notícia foi avançada esta segunda-feira pelo jornal i e confirmada pela CNN Portugal após ter consultado o processo.

A acusação final do Ministério Público coloca um agente da PSP -  Rogério Meleiro, elemento do corpo de segurança pessoal do ex-ministro da Administração Interna - dentro do carro que atropelou mortalmente um trabalhador na A6. Contudo, segundo o despacho, que cita fonte da PSP, o polícia não estava na viatura acidentada, mas no carro que seguia atrás da mesma.

De acordo com o despacho, seguiam na viatura apenas quatro pessoas: o motorista Marco Pontes, um elemento da GNR, Paulo Machado, e Eduardo Cabrita com o assessor David Rodrigues, no banco de trás do carro.

O caso acabou mesmo por provocar a demissão de Eduardo Cabrita, na passada sexta-feira, sofre agora um novo volte face. O acidente aconteceu a 18 de junho de 2021, pelas 13:00, ao quilómetro 77 da A6, numa viagem de Portalegre para Lisboa, após uma deslocação oficial.

O então ministro da Administração Interna tinha-se deslocado ao Centro de Formação de Portalegre da GNR para presidir à cerimónia do Juramento de Bandeira dos formandos do 43.º Curso de Formação de Guardas da Guarda Nacional Republicana (GNR).

O ex-ministro da Administração Interna sobreviveu a várias polémicas como o caso das golas inflamáveis depois do incêndio do Pedrógão Grande, os emigrantes de Odemira em condições de habitabilidade sub-humanas, a morte do ucraniano Ihor Homeniuk no aeroporto às mãos do SEF e a reestruturação deste serviço.

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