Histórias Seguras: as curtas-metragens que mostram porque é que um seguro pode mudar tudo
Finalistas

Histórias Seguras: as curtas-metragens que mostram porque é que um seguro pode mudar tudo

Há histórias que começam num acidente, numa doença, numa tempestade ou numa perda inesperada. E há outras que começam precisamente no momento em que alguém encontra apoio para recomeçar.

Foi essa realidade que voltou a ganhar voz na quarta edição do Histórias Seguras, iniciativa do Grupo Ageas Portugal, com o apoio da CNN Portugal, que desafia jovens talentos do audiovisual a transformar histórias reais em curtas-metragens com impacto social e humano.

A entrega dos troféus do Prémio Audiovisual Ageas decorreu no rooftop do edifício Ageas Tejo, em Lisboa, reunindo finalistas, equipas do Grupo Ageas Portugal e Grupo Media Capital, parceiros e convidados, num ambiente marcado pela criatividade, pela emoção e pela reflexão sobre a importância da proteção num mundo cada vez mais imprevisível.

Mais do que um projeto ligado ao audiovisual, o Histórias Seguras tornou-se uma plataforma de sensibilização para o verdadeiro papel dos seguros na vida das pessoas. Através de histórias inspiradas em casos reais, os participantes mostram como um seguro de saúde, automóvel, habitação ou proteção familiar pode fazer a diferença quando tudo muda sem aviso.

 

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Jovens talentos transformam histórias reais em curtas-metragens

Lançado em 2023, o projeto desafia jovens profissionais das áreas de realização, produção, edição, direção de fotografia e escrita de argumento a criarem curtas-metragens inspiradas em histórias reais de clientes das marcas do Grupo Ageas Portugal, Ageas Seguros, Médis e Seguro Directo.

Em 2026, a iniciativa chegou à quarta edição com um novo formato competitivo, permitindo candidaturas individuais ou em equipa. A concurso estiveram três equipas responsáveis pela criação de três filmes originais, desenvolvidos a partir de situações reais de perda, vulnerabilidade, acidente ou superação. O Melhor Filme terá emissão na CNN Portugal, reforçando a visibilidade pública do projeto e criando uma oportunidade concreta para novos talentos do audiovisual português.

A curta-metragem Selvaguarda destacou-se como a grande vencedora da quarta edição do Histórias Seguras, ao conquistar o prémio de Melhor Filme e arrecadar ainda os galardões de Melhor Realização, atribuído a Mariana Ganhão, Melhor Guião, distinguindo Catarina Araújo, e Melhor Direção de Fotografia, prémio entregue a Cristóvão Costa. Entre os restantes vencedores estiveram Ramon Freitas, distinguido com o prémio de Melhor Produção pela curta-metragem Entre Tempos, e Ana Catarina Moura, vencedora de Melhor Edição, por Directo à Vida.

Com um forte posicionamento no apoio à cultura, o Grupo Ageas junta à área da música, teatro, artes circenses e dança, o audiovisual com mais um prémio que reconhece jovens talentos emergentes.

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Diogo Morgado: um mentor que liga talento, criatividade e propósito

Desde a primeira edição, o projeto conta com a mentoria de Diogo Morgado, ator e realizador com carreira internacional, reconhecido pelo trabalho desenvolvido em televisão, cinema e produção audiovisual dentro e fora de Portugal.

Ao longo dos últimos anos, o Histórias Seguras tem crescido também graças ao envolvimento próximo do ator, que acompanha os participantes e contribui para transformar o projeto numa verdadeira experiência de aprendizagem e criação artística.

O mentor sublinhou ainda que uma das grandes forças do projeto está na capacidade de aproximar o público de realidades pouco conhecidas sobre proteção e seguros. Entre os exemplos referidos, destacou o facto de muitas pessoas possuírem um seguro automóvel obrigatório sem saberem que o próprio condutor pode não estar protegido em determinadas situações.

“As pessoas descobrem coisas que não sabiam e isso transforma estes filmes em algo muito maior do que simples exercícios criativos.”

Através dessas histórias, as curtas-metragens acabam por mostrar que um seguro não é apenas um contrato ou uma obrigação legal. É apoio quando existe um acidente. É a resposta quando surge uma doença inesperada. É proteção para famílias, empresas e projetos de vida quando acontece um imprevisto.

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Quando o seguro faz a diferença

  • Melhor realização
    Melhor realização
  • Melhor produção
    Melhor produção
  • Melhor guião
    Melhor guião
  • Melhor filme
    Melhor filme

Um dos momentos mais marcantes do evento passou precisamente pela reflexão sobre as tempestades que atingiram o país no início do ano, especialmente na região de Leiria. Durante a cerimónia, foi recordado o apoio prestado no terreno pelo Grupo Ageas Portugal através de uma unidade móvel de assistência, mobilizada durante vários dias para responder a milhares de ocorrências.

A mensagem acabou por atravessar toda a noite: num contexto marcado pela instabilidade climática, pela incerteza económica e por mudanças inesperadas, estar protegido significa ter capacidade para reconstruir, recuperar e continuar.

É precisamente essa dimensão humana que o Histórias Seguras procura mostrar. Ao trocar a linguagem técnica por rostos reais, emoções, decisões difíceis e recomeços possíveis, o projeto aproxima o público de uma realidade que muitas vezes permanece invisível.

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Muito mais do que um concurso audiovisual

O Histórias Seguras afirma-se hoje como uma plataforma de oportunidades para novos criadores e, simultaneamente, como um projeto que aproxima o setor segurador das pessoas através da emoção e da narrativa.

Ao oferecer condições técnicas de produção, acompanhamento profissional e visibilidade mediática, a iniciativa cria uma ponte concreta entre formação, experiência prática e mercado de trabalho para jovens talentos do audiovisual português. Mas deixa também uma mensagem clara sobre proteção: há momentos em que um seguro pode ser a diferença entre parar ou conseguir recomeçar.

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“Directo à Vida”: quando a estrada muda o rumo de uma vida

DIRECTO A VIDA: SEGURO DIRECTO

Associado à Seguro Directo, o filme “Directo à Vida” parte de uma história real de acidente automóvel. Um grupo de amigos regressava de carro quando, numa estrada marcada pela chuva e pela pouca visibilidade, o veículo se despistou. Ricardo, que seguia ao volante, ficou gravemente ferido. A história ficcionada acompanha o impacto do acidente, a hospitalização, a reabilitação e a reconstrução de uma vida marcada por novos limites e reforça a importância de não ficarmos apenas pelo seguro automóvel obrigatório, que em alguns casos pode não incluir a cobertura de proteção do condutor.

A equipa do filme contou com Vítor Amorim, Pedro Calejo, Ema Leal, Daniel Lagarto e Ana Catarina Moura, que venceu o prémio de Melhor Edição. Este foi também o projeto que levou a produção para fora de Lisboa, com gravações no Porto e noutras localizações do Norte, decisão que trouxe desafios adicionais de logística, distância e acompanhamento. Ainda assim, a distância acabou por se transformar numa oportunidade criativa. Como foi dito por um dos elementos da equipa, “fazer um filme também é deixar que o meio e as condições alterem o nosso projeto”.

O resultado é uma curta que evita olhar para a tragédia apenas pelo sofrimento. “Directo à Vida” procura antes mostrar a continuidade possível depois do acidente: os amigos que permanecem, os novos limites, a vontade de viver e o papel da proteção quando a vida precisa de ser reconstruída.

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“Selvaguarda”: o filme que transformou fragilidade em humor

SELVAGUARDA: MEDIS

Grande vencedor da edição, “Selvaguarda”, ligado à Médis, escolheu um caminho inesperado: tratar uma história de saúde, em que o serviço de Médico Online da App Médis é uma salvaguarda, através do humor. O filme acompanha uma situação familiar em que a preocupação com a doença é cruzada com uma abordagem quase documental, leve e irónica, mostrando como o medo e o cuidado podem coexistir com a ternura e a comédia.

A equipa integrou Mariana Ganhão, distinguida com Melhor Realização; Catarina Araújo, vencedora de Melhor Guião; Gustavo Neves; Sofia Camilo; e Cristóvão Costa, vencedor de Melhor Direção de Fotografia. O filme venceu ainda o prémio de Melhor Filme 2026.

A equipa admitiu que, numa fase inicial, esta não parecia ser a história mais óbvia ou mais emocional. Precisamente por isso, decidiu arriscar. Mariana Ganhão explicou que o grupo quis “dar uma reviravolta” à narrativa e encontrar uma abordagem diferente. Diogo Morgado incentivou esse caminho, defendendo que a comédia pode nascer de situações difíceis e tornar uma mensagem mais acessível sem retirar profundidade ao tema.

Ao receber o prémio de Melhor Realização, Mariana Ganhão deixou uma mensagem dirigida aos futuros participantes: “se estão na dúvida, participem. Vale a pena. Vão conhecer pessoas fantásticas, vão desafiar-se e, se calhar, ainda levam o caneco para casa”. Diogo Morgado destacou a preparação da realizadora, lembrando o trabalho feito com os atores, a organização da equipa e o cuidado colocado no planeamento visual do filme.

Já Catarina Araújo, vencedora de Melhor Guião, sublinhou a importância de aceitar a mudança durante o processo criativo. A argumentista explicou que a equipa também sentiu, no início, que talvez tivesse recebido a história “com menos impacto emocional”, mas que essa perceção abriu caminho a uma solução mais ousada. “Não tenham medo de sair da caixa”, afirmou.

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“Entre Tempos”: proteção familiar e responsabilidade no futuro

ENTRETEMPOS: AGEAS SEGUROS

O terceiro filme candidato, Entre Tempos, aborda a proteção a partir de uma dimensão familiar e emocional. A narrativa coloca em evidência a forma como um seguro de vida pode alterar o rumo de uma família quando o inesperado atinge quem cuida, sustenta ou ocupa um lugar central...

A equipa contou com Ramon Freitas, vencedor de Melhor Produção, além de Hugo Araújo, Pedro Marques, Luís Albuquerque e André Bastos, na realização, direção de fotografia, edição e argumento. A curta destacou-se pelo desafio de filmar em Lisboa com uma equipa maioritariamente vinda do Norte, o que obrigou a procurar locais à distância, a gerir tempos apertados e a adaptar decisões no próprio terreno.

Ramon Freitas, que assumiu a produção, revelou que nunca tinha desempenhado essa função antes. Ao receber o prémio, agradeceu à equipa e descreveu a experiência como um ponto de partida: “estou muito grato por ter conhecido a minha equipa e espero que possamos um dia trabalhar todos juntos”. Diogo Morgado destacou precisamente essa dimensão, lembrando que a produção é muitas vezes invisível para o público, mas absolutamente decisiva para que um filme aconteça.

No total das quatro edições, já participaram na iniciativa 446 jovens talentos do mundo audiovisual na fase de candidaturas, resultando na produção de 15 filmes, e na atribuição de 22 troféus do Prémio Audiovisual Ageas a 65 finalistas.

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