ANÁLISE || Foi difícil escolher apenas 25. Mas foi mais fácil do que costumava ser. Tal como no seu primeiro mandato, o primeiro ano civil do presidente Donald Trump de regresso à Casa Branca foi um desfile incessante de mentiras. Em 2025, no entanto, a variedade das falsas afirmações de Trump diminuiu, embora ele tenha mantido a sua frequência impressionante
As mentiras de Trump sempre se caracterizaram por uma repetição obstinada. Em 2025 tornou-se especialmente repetitivo. Embora tenha continuado a acrescentar regularmente novas mentiras, apoiou-se num conjunto central de invenções que utilizou independentemente do cenário onde se encontrava e de quantas vezes tinham sido desmentidas.
Ouviu aquela sobre como Trump assegurou 17 ou 18 biliões de dólares em investimentos? Provavelmente sim, se assistiu a alguns discursos ou entrevistas de Trump. O mesmo se passa com a história de como os preços ao consumidor caíram este ano, a história de como Trump acabou com sete ou oito guerras e a história de como os líderes estrangeiros em todo o mundo esvaziaram as suas prisões e instituições mentais para enviar cidadãos indesejados como migrantes para os EUA.
Aqui está a nossa lista altamente subjectiva das 25 principais mentiras de Trump em 2025. Escolhemos algumas delas porque o presidente as repetiu com particular frequência, algumas porque são sobre temas muito relevantes e outras porque são exemplos especialmente flagrantes do seu distanciamento da realidade.
Inflação, tarifas e economia
Mentira: Trump assegurou 17 ou 18 biliões de dólares de investimento em 2025
O presidente que adora números grandes, mesmo que sejam falsos, tinha um número fictício que citou em vários discursos: afirmava que tinha assegurado “17 biliões de dólares” em investimentos nos EUA em menos de um ano na Casa Branca. Apesar de o próprio site da Casa Branca ter dito, na altura, que o valor era de 8,8 biliões de dólares - e esse valor já estava muito inflacionado - Trump insistiu na mentira. E aumentou o número para “18 biliões de dólares”, ainda que o site indicasse um valor abaixo dos 10 biliões de dólares.
Mentira: "Todos os preços baixaram”
Trump mentiu até sobre assuntos em que as pessoas comuns podiam ver que ele estava a mentir. No outono, afirmou que “não havia inflação”, apesar de haver inflação; que “todos os preços baixaram”, apesar de os preços de milhares de produtos terem subido; que os preços dos produtos alimentares estavam “muito baixos”, apesar de terem subido; e que a carne de vaca era o único produto alimentar que tinha ficado mais caro, apesar de haver dezenas de outros. As sondagens mostraram que a maioria dos americanos não estava a acreditar nas suas afirmações.
Mentira: Trump reduziu os preços dos medicamentos sujeitos a receita médica em "2.000%, 3.000%
Donald Trump apresentou não só números pouco plausíveis, como também números impossíveis. Declarou em várias ocasiões que a sua política de “nação mais favorecida” iria baixar o preço dos medicamentos sujeitos a receita médica em “500%” ou mais, por vezes “1.400 a 1.500%” ou mesmo “2.000%, 3.000%”. Estas afirmações são desmentidas pela própria matemática - uma descida de mais de 100% significaria que os americanos seriam pagos para adquirir os seus medicamentos - mas o presidente continuou a fazê-las, apesar de poder ter simplesmente anunciado reduções de preços reais (inferiores a 100%) em alguns medicamentos.
Mentira: são os países estrangeiros que pagam as tarifas ao governo dos EUA
À medida que os preços ao consumidor continuavam a subir, em parte devido às tarifas generalizadas sobre produtos importados, Donald Trump agarrou-se à sua conhecida mentira de que essas tarifas são pagas por países estrangeiros e não por pessoas ou empresas nos EUA. (Os pagamentos de tarifas ao governo são feitos pelos importadores dos EUA, não pelos exportadores estrangeiros, e os importadores muitas vezes transferem alguns ou todos os custos adicionais para o consumidor final). Em novembro, o presidente admitiu isso mesmo quando disse numa entrevista que baixaria os preços do café para os americanos através da redução dos direitos aduaneiros sobre o café importado.
Segurança pública
Mentira: Portland estava a "arder em chamas”
O presidente afirmou repetidamente que uma cidade americana estava a “arder” ou a “a ser reduzida a cinzas”, apesar de isso não ser de todo verdade. Confrontos esporádicos entre manifestantes e agentes da autoridade no exterior de um edifício do Serviço de Imigração e Alfândegas em Portland não eram o mesmo do que uma cidade de 233 quilómetros quadrados estar a ser reduzida a cinzas - como os residentes de Portland, as autoridades e os meios de comunicação social podiam constatar enquanto Trump continuava a mentir.
Mentira: Washington, DC não teve homicídios durante seis meses
O presidente manteve o padrão há muito estabelecido de escolher mentiras dramáticas em vez de factos que lhe teriam sido úteis se os tivesse dito com exatidão. Em vez de afirmar que a criminalidade em Washington, DC, diminuiu após a tomada de controlo pela policía federal, em agosto, o que seria correto, Trump afirmou falsamente três vezes num discurso de novembro que a capital não tinha tido um único homicídio “em seis meses”. Na realidade, Washington registou mais de 50 homicídios nos seis meses anteriores ao discurso, segundo as estatísticas da polícia e o Washington Post.
Mentira: "Invadi Los Angeles e abrimos a água”
Trump mentiu sobre um suposto problema e depois mentiu sobre a sua suposta solução para o mesmo. Durante o período de transição pré-inauguração, em janeiro, o presidente associou sem fundamento os incêndios florestais em Los Angeles à utilização de parte da água da Califórnia para proteger uma espécie de peixe a centenas de quilómetros a norte. Depois, como presidente, em março, inventou uma história heróica: "Entrei em Los Angeles. Dá para acreditar? Fiz uma invasão. Invadi Los Angeles e abrimos a água e agora a água está a correr para baixo. O que Trump realmente fez foi uma proeza não relacionada com Los Angeles, enviando inutilmente cerca de sete mil milhões de litros de água de uma parte do Vale Central da Califórnia para outra parte desse vale.
Mentira: o governador democrata de Maryland chamou a Trump "o melhor presidente da minha vida”
É uma mentira trivial, mas foi notável pelo seu descaramento. Depois de o governador democrata de Maryland, Wes Moore, ter contestado as afirmações de Trump sobre a segurança pública em Baltimore, Trump afirmou que, quando se encontrou com Moore em privado no jogo de futebol americano entre o Exército e a Marinha, Moore lhe disse: “é o melhor presidente da minha vida” e “está a fazer um trabalho fantástico”. O presidente esqueceu-se ou não se preocupou com o facto de uma câmara ter estado presente na interação, gravando imagens dos bastidores para um documentário. O vídeo, transmitido pela Fox News, provou que Moore não proferiu nenhum dos elogios que Trump afirmou ter feito - mas, no dia seguinte à divulgação do vídeo, Trump afirmou que a câmara “apanhou” Moore e não a própria invenção de Trump.
Negócios Estrangeiros
Mentira: a Ucrânia “começou” a guerra com a Rússia
Donald Trump mostrou uma propensão para as histórias falsas, reescrevendo os factos em torno de tudo, desde a Grande Depressão até ao seu próprio passado. Talvez os exemplos mais flagrantes disto tenham sido sobre a guerra da Rússia contra a Ucrânia. "Nunca a deviam ter começado. Podiam ter feito um acordo", disse Trump à Ucrânia em fevereiro, invertendo a realidade de uma guerra iniciada pela Rússia. Mais tarde, minimizou de forma imprecisa o heroísmo dos ucranianos na resposta ao ataque da Rússia em 2022.
Mentira: Trump falava “em tom de brincadeira” quando prometeu acabar imediatamente com a guerra na Ucrânia
Como qualquer pessoa que assistiu aos comícios da campanha de 2024 poderia dizer, Donald Trump prometeu acabar com a guerra na Ucrânia “em 24 horas” após o seu regresso à Casa Branca ou até como presidente eleito “antes mesmo de eu chegar ao Salão Oval”. Quando um jornalista perguntou a Trump, em maio, sobre a promessa não cumprida, uma vez que a guerra continuava a grassar há mais de três meses neste mandato, o presidente optou por reescrever também essa história - dizendo, entre outras coisas, que “obviamente, as pessoas sabem que quando eu disse isso, foi dito em tom de brincadeira”. Os registos mostram o contrário.
Mentira: o governo dos EUA tinha planeado gastar 50 milhões de dólares em "preservativos para o Hamas”
Para justificar a sua tentativa de reduzir as despesas dos EUA com a ajuda externa, Trump apresentou um exemplo completamente fictício de um suposto desperdício: alegou que, até ele intervir, o governo estava a planear enviar 50 milhões de dólares “para Gaza para comprar preservativos para o Hamas”. Sem se deixar intimidar por verificações de factos que indicavam que não havia base aparente para a afirmação, rapidamente inflacionou o valor inventado para “100 milhões de dólares”.
Mentira: cada barco de droga nas Caraíbas "mata 25.000 americanos”
Outro número totalmente imaginário em defesa de outra política controversa. Enquanto os ataques militares de Trump a alegados barcos de droga nas Caraíbas enfrentavam críticas nacionais e internacionais, o presidente tentou convencer as pessoas de que “cada um desses barcos mata 25.000 americanos”. Esse número não faz sentido, observaram os especialistas; mesmo que os barcos estivessem realmente carregados com fentanil mortal como Trump alegou (numa rota que não é conhecida pelo tráfico de fentanil) e se estivessem a transportar drogas destinadas aos EUA (muitos especialistas são céticos sobre isto), o número total de mortes por overdose nos EUA de todas as drogas em 2024 foi de cerca de 82.000, de acordo com dados federais provisórios.
Mentira: Trump “não disse” que não tinha problemas em divulgar as imagens completas do ataque a um barco em setembro
Há anos que Donald Trump está disposto a negar descaradamente ter dito algo que disse perante as câmaras. Voltou a fazê-lo. A 3 de dezembro, o presidente disse a um repórter da ABC News que iria “certamente” divulgar, “sem problemas”, todas as filmagens adicionais do Pentágono de um ataque que os militares realizaram no início de setembro para matar os sobreviventes de ataque anterior a um barco suspeito de tráfico de droga nas Caraíbas. A 8 de dezembro, disse falsamente a outro repórter da ABC News que “eu não disse isso” - depois referiu-se à ABC como “fake news” e humilhou pessoalmente o repórter que tinha resumido com exatidão a sua citação de cinco dias antes.
Mentira: vários líderes estrangeiros esvaziaram prisões e instituições psiquiátricas para enviar as pessoas mais indesejáveis para os EUA
Independentemente do tema de um discurso ou entrevista, Trump consegue muitas vezes encontrar uma forma de introduzir a sua história de migração preferida. Muitos países estrangeiros, afirmou repetidamente, esvaziaram as suas prisões e instituições mentais e enviaram as pessoas indesejáveis que nelas viviam para os EUA como migrantes. (Por vezes, acrescentava floreados vívidos; num discurso em junho, disse: "Os países deles levavam-nos de autocarro ou de carro até à nossa fronteira e diziam: 'Vão para ali. Se alguma vez voltarem, vamos matar-vos'"). Não pareceu incomodar Trump o facto de as suas próprias equipas de campanha e da Casa Branca nunca terem conseguido apresentar provas de que um único líder estrangeiro tivesse feito isto, quanto mais líderes estrangeiros “de todo o mundo”, como ele afirmava.
Mentira: Trump acabou com sete ou oito guerras
Donald Trump usou mentiras na sua campanha para o Prémio Nobel da Paz, afirmando nas Nações Unidas, em setembro: “Acabei com sete guerras e, em todos os casos, eram violentas, com inúmeros milhares de pessoas mortas”. Passou a enumerar essas supostas guerras violentas e, como fez noutras ocasiões, incluiu “o Egito e a Etiópia”, que nunca estiveram em guerra durante a sua presidência. (Estes países têm uma disputa diplomática em curso sobre o projeto de uma barragem etíope.) Esse também não foi o único problema com a lista de Trump; entre outras questões, incluiu uma situação misteriosa entre a Sérvia e o Kosovo que também nunca foi uma guerra da era Trump e uma guerra na República Democrática do Congo que não havia terminado. Trump afirmou que “acabou com oito guerras” depois de ter ajudado a mediar um cessar-fogo em outubro entre Israel e o Hamas, mesmo depois de as mortes em Gaza terem continuado e mesmo depois de outro conflito da sua lista, entre a Tailândia e o Camboja, ter recomeçado em dezembro.
Mentira: “A população do Canadá gosta” da ideia de se tornar o 51º Estado dos EUA
A longa lista de afirmações falsas de Trump sobre o Canadá, que ele propôs anexar, inclui uma variedade de comentários imprecisos sobre comércio e defesa. Mas uma afirmação destacou-se como especialmente errada: a afirmação de que “o povo do Canadá gosta” da sua ideia de o Canadá se tornar o 51º estado dos EUA. As sondagens revelaram que a ideia era extremamente impopular entre a população canadiana, com a oposição de cerca de 9 em cada 10 adultos.
Justiça e eleições
Mentira: os desordeiros do Capitólio "não cometeram agressões”
Durante mais de quatro anos, Donald Trump tentou reescrever os factos da insurreição de 6 de janeiro de 2021, em que uma multidão de apoiantes de Trump invadiu o Capitólio dos EUA. Este ano, depois de conceder perdões aos perpetradores, Trump afirmou que “as pessoas que entraram no edifício não tinham armas”, embora vários manifestantes tivessem armas; que a desordeira Ashli Babbitt “estava inocentemente ali de pé, dizem mesmo que a tentar conter a multidão”, quando foi morta por um agente da Polícia do Capitólio, embora as provas em vídeo mostrem que foi alvejada quando tentava passar por uma janela partida para o átrio do presidente da Câmara dos Representantes; e, talvez o mais grave, que os desordeiros “não cometeram agressões”, embora diversos vídeos e os julgamento realizados tenham tornado claro que muitos deles o fizeram.
Mentira: a cobertura crítica de Trump pelos media é "ilegal”
Trump disse tantas vezes que a cobertura crítica dos meios de comunicação sobre ele é “ilegal” que essas acusações não foram tratadas como notícias pela maioria dos meios de comunicação. Vale a pena notar que a afirmação de Trump é uma mentira.
Mentira: Trump não pressionou o Departamento de Justiça para perseguir os seus opositores
A jornalista da CBS Norah O'Donnell recordou a Trump, no final de outubro, que três dos seus adversários políticos tinham sido recentemente acusados - o antigo conselheiro de segurança nacional de Trump, John Bolton, o antigo diretor do FBI, James Comey, e a procuradora-geral de Nova Iorque, Letitia James - e perguntou-lhe se tinha dado instruções ao Departamento de Justiça para “ir atrás deles”. A sua resposta? "Não, não de qualquer maneira ou forma. Não." Mas essa afirmação definitiva foi definitivamente desmascarada por uma simples busca no seu próprio feed na Truth Social. Menos de dois meses antes, Trump tinha feito um post nas redes sociais pressionando publicamente a chefe do Departamento de Justiça, a procuradora-geral Pam Bondi, a tomar medidas legais “AGORA” contra Comey e James. (E ainda outro inimigo de Trump, o deputado democrata Adam Schiff).
Mentira: Obama, Biden e Comey inventaram os ficheiros Epstein
Donald Trump usou uma mentira audaciosa para tentar impedir a divulgação de documentos relacionados com o falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein. Disse-a em julho: “Sabem, estes ficheiros foram inventados por Comey, foram inventados por Obama, foram inventados pela (administração) Biden”. Os ficheiros Epstein são documentos reais que não foram “inventados” por ninguém. E, como observou o PolitiFact, as investigações federais sobre Epstein ocorreram durante a administração George W. Bush e a primeira administração Trump, enquanto Comey estava no setor privado; Epstein morreu mais de um ano antes de Biden ser eleito presidente, embora a cúmplice Ghislaine Maxwell esteja a cumprir uma pena de prisão de 20 anos. (A filha de Comey, Maureen Comey, foi advogada de acusação nos processos contra Epstein e Maxwell, mas isso não ajuda a alegação de Trump).
Mentira: a eleição de 2020 foi "manipulada e roubada”
Uma das maiores mentiras de Trump de 2025 foi também uma das suas maiores mentiras de 2020... e 2021, 2022, 2023 e 2024. Meses depois do seu regresso triunfante à Casa Branca, Trump continuou a insistir incansavelmente em mentiras sobre a sua derrota em 2020 - alegando que a eleição foi “manipulada e roubada”, embora tenha sido livre e justa, e que isso agora “foi provado”, embora tudo o que tenha sido provado é a falta de fundamento de tais afirmações.
Mentira: os EUA são “o único país do mundo” com voto por correspondência
Enquanto procurava erradicar o voto por correspondência, Donald Trump mentiu repetidamente ao dizer que os EUA são “o único país do mundo” que o utiliza. Dezenas de outros países utilizam o voto por correspondência, incluindo o Canadá, o Reino Unido, a Alemanha, a Austrália e a Suíça. Trump fez afirmações falsas semelhantes na sua tentativa de acabar com a cidadania por nascimento, dizendo erradamente que os EUA são o único país que tem essa política que, na verdade, é utilizada por dezenas de outros países.
Cuidados de saúde, legislação e democratas
Mentira: os bebés recebem mais de 80 vacinas de uma só vez
Poucas mentiras políticas são tão potencialmente prejudiciais como as mentiras sobre vacinas, e Trump também as proferiu. Voltando a inventar números, afirmou falsamente, em setembro, que “temos uma criança pequena, uma criança frágil, e recebemos um recipiente com 80 vacinas diferentes, acho eu, 80 misturas diferentes, e eles injetam-nas”. Em outubro, afirmou novamente: “Dão 82 vacinas numa injeção a um bebé que ainda nem sequer se formou”. Os bebés não recebem 80 ou 82 vacinas diferentes no total, muito menos todas de uma vez, e as diferentes vacinas não são misturadas num único recipiente.
Mentira: a grande lei de política interna de Trump não alterou o Medicaid
Muitos americanos estavam preocupados com a forma como a “grande e bela” lei de política interna de Trump iria afetar o Medicaid. A solução de Trump? Afirmação falsa de que não afetaria o Medicaid. "O vosso Medicaid é deixado em paz. Fica na mesma", disse o presidente em junho - embora a lei tenha feito grandes alterações às regras do Medicaid, reduzido o financiamento federal do programa em centenas de milhares de milhões de dólares e o Gabinete de Orçamento do Congresso, que não é partidário, tenha previsto que milhões de pessoas ficariam sem seguro em 2034.
Mentira: a lei sobre política interna foi "a mais popular alguma vez assinadoa"
Tal como acontece com os preços, Trump apresentou os números das sondagens como se estivessem em alta, quando na verdade estava em baixa. Depois de várias sondagens terem mostrado que a grande lei sobre política interna era altamente impopular - mais impopular do que qualquer outro grande projeto de lei aprovado em mais de 30 anos, de acordo com a análise de um académico - Trump proclamou-o “o projeto de lei mais popular alguma vez assinado na história do nosso país”, repetindo que “este é o projeto de lei mais popular alguma vez assinado”. Não forneceu, nem podia fornecer, qualquer prova para essa afirmação.