Depois de conhecer os perdões preventivos de última hora assinados por Joe Biden, Donald Trump disse que todos os que tinham sido perdoados pelo seu antecessor eram parte de um "bando de criminosos políticos não solicitados."
A poucas horas de terminar o mandato, Biden procedeu à concessão de vários perdões preventivos a figuras de destaque da sua Administração, mas também a democratas e republicanos que se destacaram no comité do Congresso que investigou a invasão do Capitólio, como Adam Ikizinger e Liz Cheney.
Biden permitiu ainda perdões preventivos a Anthony Faucci, ex-diretor do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas, e ao general Mark Milley.
Estas decisões não podem ser revertidas legalmente, o que significa que o Presidente Trump não pode fazer nada. Biden emitiu ainda perdões preventivos para os irmãos James, Frank e Valerie, tendo insistido na importância de que várias destas pessoas nunca foram acusadas de qualquer crime.