«Isto não é apenas lamentável, é criminoso», denunciando um cheiro «tóxico e intenso» no balneário visitante do Dragão Arena
Um dia depois do episódio que aconteceu na antecâmara do FC Porto-Sporting em andebol, no Dragão Arena, com a equipa leonina a denunciar «odores intensos» no balneário visitante (algo que os portistas negam), o clube de Lisboa emitiu um comunicado.
O Sporting começa por considerar «absolutamente repugnantes as sucessivas ações que o FC Porto tem vindo a protagonizar nos últimos tempos». E anuncia, desde logo, que vai solicitar uma reunião com a Ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, com «caráter de urgência».
«Não é possível continuar a assistir a esta sucessão vergonhosa, reiterada e deliberada de comportamentos sem que daí advenham consequências imediatas e exemplares. O Sporting considera imperativo que todas as instituições com responsabilidade na tutela do desporto sejam promotoras da verdade desportiva, não sendo admissível que comportamentos desta natureza - reiteradamente protagonizados pelos mesmos intervenientes - envergonhem e coloquem em causa a imagem do desporto português no plano internacional», dizem os leões.
O Sporting fala no regresso de «práticas obscuras do passado». Lembram as imagens mostradas no balneário do árbitro Fábio Veríssimo, o caso dos apanha-bolas no Clássico no Dragão ou o roubo de toalhas. «Estes episódios não são isolados nem acidentais», afirmam.
O clube lisboeta afirma que o balneário do Dragão Arena tinha um «cheiro tóxico e intenso que afetou o estado físico de jogadores e staff da equipa de andebol». «Isto não é apenas lamentável, é criminoso», atiram.
