REVISTA DE IMPRENSA || Lisboa e Vale do Tejo é a região mais afetada
O número despedimentos coletivos está a disparar. Só entre janeiro e outubro deste ano, foi registada uma subida de mais de 80 por cento face ao mesmo período em 2023.
Feitas as contas, em 2024, cerca de oito mil pessoas devem ficar sem trabalho.
Segundo o Diário de Notícias e têm por base os dados da Direção-Geral do Emprego do Ministério do Trabalho, que contabilizam os trabalhadores cujos processos de despedimento estão concluídos.
Este é o maior aumento de despedimentos coletivos registado desde a altura da pandemia e poderá também ultrapassar os registos da época da troika em 2013.
Os setores da indústria transformadora e comércio são os que mais preocupam.
Lisboa e Vale do Tejo é a região mais afetada, sendo que as mulheres são as maiores sacrificadas nestes processos.