Ruas estão “praticamente todas intransitáveis”. PSP alerta as populações de Coimbra e Leiria para se manterem em segurança em casa
O comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Leiria pediu às pessoas para que não saiam de casa, sobretudo na zona da cidade de Leiria, dado que as ruas estão “praticamente todas intransitáveis”.
Foi precisamente pela zona de Leiria que a depressão Kristin entrou em Portugal, progredindo depois para o interior do país, nomeadamente para os distritos de Castelo Branco e Guarda, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera.
Em declarações à agência Lusa pelas 06:20, Carlos Guerra aconselhou aos cidadãos para que, “neste tempo mais próximo, não saiam de casa, sobretudo na zona da cidade de Leiria”.
“Estão as ruas praticamente todas intransitáveis, portanto, há necessidade ainda de proceder a muitos cortes de árvores, muitas limpezas de via e só para o estritamente necessário, só mesmo muito urgente, é que tentem circular com os veículos”, afirmou.
De acordo com o comandante sub-regional, “todas as estradas aqui na zona de Leiria estão condicionadas com muitas quedas de árvores, muitos destroços na via”, havendo “necessidade de proceder a estas limpezas”.
Carlos Guerra adiantou que, embora ainda não seja “possível verificar toda a extensão dos estragos”, foram registadas “muitas quedas de árvores e de estruturas, e alguns edifícios também com estragos nos telhados”.
“Em termos dos agentes de proteção e socorro, temos danos avultados no quartel dos Bombeiros Voluntários de Pedrógão Grande e também no quartel dos Bombeiros Voluntários de Leiria”, referiu, assinalando que estas duas corporações estão “com problemas de operacionalidade”.
Quanto à rede elétrica, “a situação é muito caótica”, com Carlos Guerra a exortar os cidadãos para que não tentem “pressionar a E-Redes através de telefones, porque não vão ter respostas” em tempo útil.
Por outro lado, apelou para que utilizem as linhas telefónicas de socorro “para situações só de urgência”.
“As linhas telefónicas estão muito sobrecarregadas. Aqui no nosso comando não conseguimos atender todas as chamadas, porque são inúmeras chamadas”, alertou.
Pedindo calma à população, Carlos Guerra recomendou que as pessoas vejam os estragos nas proximidades, “fazendo e ajudando no que for possível”, mas que “não ponham a sua segurança em causa e, sobretudo, que não vão para a rua com carros neste momento, sobretudo na zona da cidade de Leiria, porque está completamente intransitável em muitos locais”.
PSP alerta as populações de Coimbra e Leiria para se manterem em segurança em casa
A Polícia de Segurança Pública (PSP) alertou hoje as populações dos distritos de Coimbra e de Leiria para se manterem em segurança nas suas habitações, disse à agência Lusa fonte oficial.
Fonte oficial da PSP avisou que há “estradas intransitáveis e árvores caídas”, e pediu que as pessoas não saiam de casa.
Também à Lusa, o comandante distrital de Leiria da PSP, Domingos Urbano Antunes, pediu às pessoas para que “mantenham a calma, que fiquem em casa e não circulem na via pública”, para que os trabalhos das organizações de socorro possam ser feitos.
“As estradas estão totalmente cortadas, o que não permite a circulação em todos os eixos à volta da cidade, o que significa que se as pessoas circularem estão a causar engarrafamentos e não estão a permitir que as forças de socorro e concretamente a polícia e os bombeiros possam socorrer as pessoas”, avisou.
Domingos Urbano Antunes esclareceu, pelas 07:00, que “não há nenhum registo de vítimas mortais”, mas que as autoridades estão “a tentar socorrer as pessoas” que pediram auxílio.
Trinta elementos do corpo de intervenção da PSP estão a caminho de Leiria para ajudar na proteção e socorro da população, na sequência do mau tempo, disse à Lusa fonte oficial da Polícia de Segurança Pública.
Segundo a PSP, a situação em Leiria é “muito difícil”, com estradas cortadas devido à queda de árvores e infraestruturas e postos de combustíveis destruídos.
Esquadra da PSP da Figueira da Foz sofreu graves danos
A Divisão Policial da PSP da Figueira da Foz sofreu graves danos na sequência da passagem da depressão Kristin, disse fonte oficial daquela polícia.
“Verificaram-se ainda graves danos nas instalações daquela Divisão, designadamente vidros partidos e telhas caídas, que provocaram danos em viaturas policiais e em viaturas particulares pertencentes a efetivos da Divisão”, disse.
Esta mesma divisão “esteve sem fornecimento de energia elétrica entre as 05:00 e as 06:00, não dispondo de gerador funcional, mantendo-se igualmente sem comunicações telefónicas”.
“A sede do Comando de Coimbra ficou temporariamente sem energia elétrica, tendo sido acionado o respetivo gerador. As instalações da Esquadra de Trânsito e da Secção de Material Auto, em Coimbra, também ficaram sem energia elétrica, não dispondo de gerador funcional, tendo o fornecimento sido, entretanto, restabelecido”.
Também em Leiria há danos em instalações policiais do Comando e da Esquadra de Peniche sem registo de feridos, falhas de energia em algumas esquadras e dificuldade em efetuar comunicações via rádio.
A1 cortada no sentido sul-norte junto à saída para Fátima para limpeza de via
A Autoestrada 1 (A1) está hoje cortada no sentido sul-norte junto à saída para Fátima, no distrito de Santarém, para limpeza de detritos provocados pelo mau tempo, disse à Lusa fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR).
De acordo com a fonte, a A1 foi cortada ao quilómetro 94 no sentido sul-norte às 07:53 e às 08:26 ainda decorriam trabalhos no local.
A Brisa Concessão Rodoviária informou em comunicado que, além da A1, o trânsito está cortado no nó de entrada da A23, que liga Torres Novas à Guarda.
Roda gigante da Figueira da Foz caiu
A roda gigante, divertimento na marginal da Figueira da Foz, caiu durante a madrugada. À passagem da depressão Kristin, também parte do telhado da antiga Universidade Internacional caiu e atingiu, pelo menos, sete carros.
Há ainda estragos a registar na esquadra da PSP e a antiga nacional 111, entre Maiorca e Montemor-o-Velho, está cortada, na sequência da queda de árvores, na chamada Estrada das Pontes.
A depressão Kristin terá atingido esta zona durante um período de aproximadamente 10 minutos, cerca de metade do tempo que em outubro de 2018 a tempestade Leslie atingiu o Baixo Mondego, incluindo Figueira da Foz.
Condeixa-a-Nova ativa Plano Municipal de Emergência
A Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, no distrito de Coimbra, ativou o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil e decidiu encerrar as escolas do concelho, afirmou a presidente da Câmara Municipal à agência Lusa.
Segundo Liliana Pimentel, há zonas do concelho sem energia elétrica e “muitas estradas, quer nacionais quer municipais, que estão cortadas por causa do tombo de árvores”.
“Por volta das 07:00, foi decidido ativar o plano de emergência municipal e, nesse sentido, encerrar os estabelecimentos de ensino”, indicou.
A autarca indicou que o abastecimento de água está a “correr bem” no concelho, estando a ser reposta a eletricidade “aos poucos e poucos”.
Circulação ferroviária suspensa na Linha do Norte para comboios de longo curso
A circulação na Linha do Norte, entre o Porto e Lisboa, para comboios de longo curso devido a problemas na via causados pelo mau tempo, segundo a CP – Comboios de Portugal.
A transportadora informa na sua página do Facebook que devido a problemas na via causados pelo mau tempo, a circulação está suspensa também nas Linhas do Sul, do Oeste e Sado.
A CP adianta ainda que a circulação ferroviária entre Mercês e Sintra está a ser feita em via única.
Na terça-feira, a CP tinha alertado os passageiros que devido ao agravamento do estado do tempo havia a possibilidade de existirem constrangimentos na circulação ferroviária nos próximos dias.
A CP recomenda aos passageiros que se informem sobre o estado de circulação de comboios, antes do embarque, recorrendo ao Site , App ou Linha de Atendimento da transportadora.
Várias localidades de Coimbra sem água
Várias localidades de Coimbra estão sem abastecimento de água, divulgou a Águas de Coimbra nas redes sociais, após a passagem da depressão Kristin.
“Devido à falha de energia elétrica registada em vários locais, encontram-se inoperacionais alguns hidropressores, pelo que não haverá abastecimento de água nas seguintes zonas: Abelheira, Aeródromo, Arzila, Cabouco, Cruz dos Morouços, Loureiro, Monte de Bera, Rio de Galinhas, Vale da Luz, Vendas de Ceira, Vila Verde, Zouparria, S. Marcos e Póvoa do Pinheiro”, divulgou a empresa.
A Águas de Coimbra disse ainda estar a acompanhar a situação e que atualizará a informação logo que seja oportuno.
Metro Mondego suspenso em Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo
O serviço do Metro Mondego, em Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã está todo suspenso, disse hoje à agência Lusa fonte da Câmara de Coimbra.
Na sequência do mau tempo, o serviço urbano e suburbano foi suspenso, precisou a mesma fonte.
“Estão a tentar colocar em funcionamento o troço urbano, que será o mais rápido, mas sem previsão”, adiantou.
Árvores, postes de eletricidade e estabelecimentos destruídos em Torres Vedras
A passagem da tempestade Kristin por Torres Vedras deixou esta noite árvores de grande e médio porte e postes de energia elétrica caídos e vários estabelecimentos destruídos, incluindo uma grande oficina cujo teto voou com o vento.
“Temos muitas ocorrências. Há árvores de grande porte tombadas junto à Câmara Municipal, também no emblemático jardim da Graça, ficaram vários estabelecimentos destruídos – o teto da oficina Banix desapareceu e há muitos estragos, por exemplo. Também na Escola Secundária Madeira Torres”, disse à Lusa o vereador torreense para a Proteção Civil, Diogo Guia.
A mesma fonte adiantou que é um cenário que se repete um pouco por todo aquele concelho, igualmente nas zonas mais rurais.
Escolas encerradas em vários municípios
A passagem da depressão Kristin provocou o encerramento de escolas em vários concelhos das regiões Centro e Oeste, devido aos estragos causados pelo mau tempo e às dificuldades de circulação. Entre a meia-noite e as 06h00, a Proteção Civil registou 655 ocorrências em todo o país.
Em Coimbra, a Câmara Municipal decretou o encerramento dos estabelecimentos de ensino após a tempestade atingir a região nas primeiras horas da manhã. A mesma decisão foi tomada em Miranda do Corvo, Penela, Montemor-o-Velho, Mira e Oliveira do Hospital, no distrito de Coimbra, bem como na Mealhada, no distrito de Aveiro. Em vários destes concelhos registaram-se quedas de árvores, cabos e falhas no fornecimento de energia elétrica, mantendo-se meios de proteção civil no terreno.
Também em Rio Maior, no distrito de Santarém, as aulas foram canceladas, enquanto em Torres Vedras as escolas e creches permaneceram encerradas. Em Castelo Branco, a autarquia ativou o Plano Municipal de Emergência e determinou o fecho preventivo de todos os estabelecimentos de ensino, face a estradas obstruídas e dificuldades de deslocação.
No distrito de Leiria, as escolas de Pombal estão fechadas, com grande parte do concelho sem eletricidade e várias vias cortadas devido a árvores caídas e outros danos materiais. As autoridades apelam à população para evitar deslocações desnecessárias e seguir as indicações da Proteção Civil enquanto decorrem os trabalhos de reposição da normalidade.
Lousã aciona Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil
A Câmara da Lousã ativou hoje o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil na sequência da passagem da depressão Kristin pela região, anunciou esta autarquia do distrito de Coimbra em comunicado.
“Esta iniciativa visa garantir que as entidades e instituições que integram a Comissão Municipal de Proteção Civil acionam, a nível municipal, no âmbito da sua estrutura orgânica e das suas atribuições, os meios necessários ao desenvolvimento das ações de proteção civil, reforçando a resposta. Permite, também, o acionamento dos meios, públicos e privados, necessários para responder às necessidades”, referiu a Câmara.
De acordo com a informação disponibilizada pelo município, estão cortadas as estradas EN343 (sentido Góis e Miranda do Corvo) e a EN236 (entre a Lousã e Castanheira de Pera) e condicionada a EN17 (zona da Mimosa), bem como diversas vias do concelho, devido a deslizamento de terras e queda de árvores e pedras.
Algumas zonas do concelho estão sem eletricidade.
IP4 cortado no Marão, autoestradas condicionadas pela neve em Vila Real e escolas fechadas
O Itinerário Principal 4 (IP4) está cortado na serra do Marão por causa da queda de neve, que está também a condicionar a circulação em troços das autoestradas 4, 24 e 7, na zona de Vila Real.
A informação foi avançada à agência Lusa por fonte da GNR de Vila Real que, pelas 07:30, disse que o IP4, entre os nós da Campeã (Vila Real) e da Aboadela (Amarante), num troço na zona da serra do Marão, se encontra fechado por causa da queda de neve.
A alternativa, segundo a GNR, é a A4, pelo túnel rodoviário do Marão, que, no entanto, também se encontra com a circulação condicionada nesta zona devido à acumulação de neve.
A circulação também se faz com dificuldade na A4, na zona de Lamares, bem como na 24, entre Vila Real e Vila Pouca de Aguiar, e na A7, na zona de Vila Pouca de Aguiar.
As aulas estão suspensas nos concelhos de Alijó e de Vila Pouca de Aguiar, distrito de Vila Real, devido à queda de neve, segundo fontes dos municípios e um agrupamento de escolas.
A Câmara de Alijó disse que, na sequência do agravamento das condições do tempo e por forma a garantir a segurança de toda a comunidade escolar, as aulas se encontram suspensas durante o dia de hoje no concelho.
“Apela-se à população para que circule com a máxima prudência nas estradas, sobretudo nas zonas mais altas do concelho, onde a presença de gelo e neve poderá originar condições de perigo”, apelou, garantindo que o município está a acompanhar, de forma permanente, a evolução das condições meteorológicas, em estreita articulação com a Proteção Civil e as forças de segurança.
Num aviso dirigido à comunidade escolar, o Agrupamento de Escolas de Vila Pouca de Aguiar disse também que não estão hoje garantidas as condições de segurança para o transporte dos alunos, pelo que as atividades letivas estão suspensas.
Também a Câmara de Vila Pouca de Aguiar referiu, em comunicado, que, devido à intensidade da queda de neve nas zonas da montanha, Jales e Alvão, não será possível fazer os transportes escolares.
“Por questões de segurança e após análise com a Proteção Civil, foram cancelados os transportes escolares. A previsão é de melhoria após as 09:00. Já se está a proceder à limpeza das estradas municipais para ficarem transitáveis”, informou ainda.
A autarquia alertou para impactos prováveis decorrentes da queda de neve com acumulação e possível formação de gelo, como vias interditadas, danos em estruturas ou árvores e abastecimentos locais prejudicados.
No concelho vizinho de Vila Real, o município disse que as escolas vão abrir “normalmente”, contudo, advertiu que “em alguns locais os transportes escolares poderão não conseguir efetuar os percursos habituais, por motivos de segurança, devido às dificuldades de circulação nas estradas afetadas pela neve e gelo”.
Mais de 850 mil clientes sem energia elétrica pelas 07:00
Mais de 850 mil clientes da E-Redes estavam às 07:00 sem energia elétrica em Portugal continental, sendo Lisboa, Guarda, Coimbra, Castelo Branco, Portalegre, Leiria, Santarém e Setúbal os distritos mais afetados, disse à Lusa fonte da empresa.
“Verificámos um pico de cerca de um milhão de clientes afetados às 06:00 da manhã e neste momento estão cerca de 855 mil clientes sem energia, sendo os principais distritos impactados Guarda, Coimbra, Castelo Branco, Portalegre, Leiria, Santarém e Setúbal”, adianta a E-Redes numa nota enviada à Lusa.
Numa informação enviada à Lusa, a E-Redes informa que a rede elétrica foi impactada pelas condições meteorológicas adversas, indicando que às 01:00 de hoje cerca de 40 mil clientes estiveram sem energia, sendo o distrito de Viana do Castelo o mais visado.
A E-Redes refere que a intervenção das equipas operacionais mobilizadas no terreno foi dificultada pelas condições meteorológicas adversas, havendo agora já condições de mobilidade para a resolução das avarias que se registaram na Alta, Média e Baixa Tensão.
655 ocorrências registadas entre as 00:00 e as 06:00. Maioria são quedas de árvores e de estruturas
Em declarações à Lusa, Paulo Santos, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), afirmou que "a situação está a ser muito difícil no distrito de Leiria".
“Temos também uma situação no distrito de Leiria que ainda não temos toda informação, mas temos muitos danos no edificado, linhas telefónicas, linhas elétricas uma destruição muito grande”, disse.
Segundo Paulo Santos, nas últimas horas a situação foi “muito gravosa” tendo sido registadas, entre as 00:00 e as 06:00, 655 ocorrências, com especial incidência no distrito de Lisboa, Península de Setúbal e na região Oeste.
“Tivemos 217 ocorrências no distrito de Lisboa, com exceção do concelho de Lisboa que é com os Sapadores, 104 na Península de Setúbal e 82 na região Oeste”, indicou.
De acordo com Paulo Santos, a maioria das ocorrências são quedas de árvores e de estruturas.
“Há estradas cortadas e falta de energia em muitas regiões”, disse.
Contactado pela agência Lusa, fonte do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa adiantou que entre as 03:00 e as 05:00 registaram 37 quedas de árvores na Grande Lisboa.
“Neste momento, não conseguimos fazer uma contabilização mais concreta. Temos muitas situações de quedas de árvores. Na Segunda Circular em Lisboa temos duas situações”, disse.
Portugal continental está a ser afetado pelos efeitos da passagem da depressão Kristin, após outras duas tempestades nos últimos dias – Ingrid e Joseph –, com chuva, vento, neve e agitação marítima, tendo sido emitidos vários avisos pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
A Proteção Civil está em estado de prontidão especial para nível 4, o máximo, em toda a orla costeira entre Viana do Castelo e Setúbal, para fazer face à depressão meteorológica que está a atravessar Portugal esta madrugada.
O distrito de Coimbra, até Aveiro, a norte, e até Leiria, a sul, é a zona de maior risco à passagem da depressão Kristin, que sucede à depressão Joseph e que o IPMA qualificou como "ciclogénese explosiva", termo utilizado para depressões de forte intensidade, tanto em vento como em chuva.