Georgina Rodríguez revela detalhes da vida privada em entrevista: "Não consideramos que a Alana seja a minha única filha"

20 jan, 17:45

Do trabalho à família, Georgina desvendou detalhes de como a sua vida mudou desde que começou a namorar com Cristiano Ronaldo

Modelo, mãe, influencer, empresária, dançarina e companheira de Cristiano Ronaldo. Tão depressa se senta confortavelmente com o presidente da Ferrari, como com os ex-colegas dos tempos em que trabalhava atrás do balcão. Em vésperas de estrear o seu primeiro reality show, Georgina Rodríguez desvendou detalhes inéditos sobre a sua vida privada.

Atualmente grávida de gémeos, Georgina abordou pela primeira vez, em entrevista ao El País, a relação que tem com os filhos: "Nem eu nem o Cristiano consideramos que a Alana seja a minha única filha. Os quatro são meus e todos me chamam mamã. O que acontece é que se publicam coisas na internet que não são verdade e isto é simplesmente mais uma coisa que as pessoas não sabem".

A influencer de 27 anos contou também que, ao lado de Cristiano, homem que considera "lindo e perfeito", pode estar horas a "falar dos filhos, dos treinos, de projetos, de negócios", mas não de futebol. "Nunca me interessei por futebol quando era pequena. Interessava-me por ballet, pela vida no campo. Vida essa que recorda com orgulho e ainda influencia os seus gostos: “É a moda que me interessa, não o luxo, porque o luxo é muito relativo".

O luxo pode ser ir ao campo e comer uma sandes de chouriço", afirmou ao jornal espanhol. 

A vida pré-Cristiano

"Às vezes tínhamos água quente e às vezes não”. "Orgulhosa” de quem é e de onde vem, Georgina recordou a vida antes de ter conhecido Cristiano Ronaldo. Embora nunca lhe tenha faltado o básico, confessa que havias dias em que comia "pior".

Natural da Argentina, aos 18 anos quis estudar, mas não tinha possibilidade de sair da cidade-natal. Foi aí que Georgina Rodríguez aceitou um emprego num hotel fora e começou a receber um salário, a pagar renda e a levar uma vida independente. Mais tarde rumou a Espanha, onde pretendia cumprir o sonho de estudar Gestão de Empresas. Acabou por deixar o currículo na Inditex e começou a trabalhar na loja Massimo Dutti. Mas era quando passeava pelas montras mais luxuosas da capital espanhola que ficava encantada: "Quando entrava numa boutique de luxo, para mim era como visitar um museu".

A ambição fez-lhe mudar novamente de país e foi para Inglaterra. Lá, trabalhou como babysitter e aprendeu a falar inglês. "Quando regressei aceitaram-me na Gucci. Lá já estava dentro do mundo da moda, que é o que me interessa".

"Sinto-me tão confortável com o presidente da Ferrari, como com um empregado de mesa"

"Começou por vender malas, agora colecciona-as". Este é o slogan do reality show de Georgina, que estreia a 27 de janeiro. Isto significa que acha que uma coisa é melhor que a outra? Mais ou menos. "Essa é uma frase que a equipa de marketing pensou, mas eu gostei tanto de ser empregada no restaurante Graus, a distribuir menus de dez euros e a ver que as pessoas saíam satisfeitas e davam-me uma gorjeta de dois euros, como passar roupa ou vender malas. Fui contratada para fazer um trabalho e a minha satisfação diária era ir para casa a pensar que me tinha saído muito bem. E aí as pessoas dizem-me 'Jolín que sonho, não é? Passar de vender malas de luxo para poder tê-las'. E eu digo, sim. É maravilhoso", explica.

As primeiras imagens do novo programa de Georgina revelam que a empresária encontrou-se com o presidente da Ferrari, John Elkann. Questionada se não se sente intimidada neste tipo de encontros com uma classe mais alta, respondeu: "Quando entro nesse tipo de locais, não penso nesses termos. Isso é ser classista e, como não sou classista, bom, não me importo. Sinto-me tão à vontade com esse tipo de pessoas quanto com o meus ex-colegas, com os trabalhadores que tenho em casa ou com o empregado que me traz um café.

Contudo, a única coisa que diz que sente falta da vida passada é sair à rua tranquilamente e não ser reconhecida, embora viver rodeada de guarda-costas não seja um incómodo: "No final, eles facilitam a minha vida”. Georgina revelou ainda que prefere ficar em terra se não puder viajar num jato privado. Isto, explica, porque quando está num aeroporto é rodeada por uma multidão de pessoas: "Quando vou com o Cristiano, as pessoas não veem mais nada além dele. Saltam para cima dele e não se importam que estejas com quatro filhos e carregada com malas. Levamos muitos empurrões. Eu preocupo-me com meus filhos, mas presumo que tal como as mães que vão ao parque e querem ter o seus filhos controlados e que eles não se percam".

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