Craque português não joga nos Estados Unidos desde 2014 e a sua relação com o espaço norte-americano tem sido complicada desde a polémica com Kathryn Mayorga
Cristiano Ronaldo vai voltar aos Estados Unidos. O capitão da Seleção vai ser recebido pelo presidente norte-americano, Donald Trump, esta terça-feira, na Casa Branca, no que é um regresso a um país onde não é visto publicamente há vários anos.
A informação é avançada por Jake Traylor, correspondente da MSNOW (antiga MSNBC) na Casa Branca.
NEW: Trump is expected to host soccer superstar Cristiano Ronaldo at the White House tomorrow, according to three White House officials.
— Jake Traylor (@jake__traylor) November 17, 2025
Ronaldo, who plays in the Saudi Pro League, is expected to visit the WH on the same day where Trump will host the Saudi crown prince.
Ainda de acordo com aquele jornalista, Cristiano Ronaldo vai visitar a Casa Branca no mesmo dia em que Donald Trump vai receber Mohammad bin Salman, o rei da Arábia Saudita.
O The New York Times já tinha avançado que o craque da Seleção portuguesa e do Al Nassr ia regressar aos Estados Unidos, avançando com a marcação de um jogo amigável entre Estados Unidos e Portugal, para março de 2026.
Essa será a primeira vez que Cristiano Ronaldo vai jogar em solo norte-americano desde 2014, altura em que defrontou o Manchester United com a camisola do Real Madrid, a 2 de agosto daquele ano.
Pela Seleção jogou nesse mesmo verão a Nova Jérsia, a 10 de junho, contra a República da Irlanda.
Cristiano Ronaldo está assim de regresso aos Estados Unidos, país onde não joga há mais de 11 anos, e onde tem uma polémica com Kathryn Mayorga, professora que acusou o jogador de violação em 2017, numa entrevista dada ao jornal alemão Der Spiegel, e num caso que remonta a 2009, quando o jogador esteve de férias em Las Vegas.
Desde então que a presença de Cristiano Ronaldo em solo norte-americano tem sido uma questão polémica, não havendo quaisquer registos públicos do jogador naquele país - o último data de 2016. A ausência foi particularmente notada depois de jogos da Juventus terem sido reagendados para outros locais quando o jogador representava o clube italiano.
Já o encontro com Donald Trump será a oportunidade de efetivar um carinho especial, numa relação marcada por elogios mútuos, e que até levou António Costa a oferecer uma camisola da Seleção portuguesa assinada pelo craque ao presidente dos Estados Unidos, quando o G7 se reuniu no Canadá.
Mais recentemente, na entrevista dada a Piers Morgan, Cristiano Ronaldo admitiu que gostava de conhecer Donald Trump para falar sobre paz. "Ele é uma das pessoas que podem ajudar a mudar o mundo", afirmou.