Máscaras voltam a ser obrigatórias em voos de e para Brasil

24 nov, 14:46
Avião da TAP no aeroporto de Lisboa (Horacio Villalobos/Corbis via Getty Images)

Medida aplica-se a partir de amanhã, 25 de novembro, para todos os voos e no interior dos aeroportos do Brasil, após aumento dos casos de Covid-19

As máscaras vão voltar a ser obrigatórias nos voos de e para o Brasil. A medida entra em vigor a partir de amanhã, 25 de novembro, e inclui as ligações prestadas pela TAP. A agência sanitária justifica o regresso da máscara obrigatória com o aumento do número de casos de Covid-19 no país.

“Diante dos dados epidemiológicos atuais, que indicam aumento no número de casos de Covid-19 na população brasileira, a Diretoria Colegiada [equipa de liderança] entendeu ser necessária a retomada da obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção facial em aeroportos e aeronaves, de modo a conter a disseminação da doença na população que utiliza esses ambientes, seja para trabalho ou para locomoção”, assim refere a nota divulgada pela agência sanitária local Anvisa.

A TAP deu conta desta medida aos passageiros com ligações de para o Brasil através de uma publicação na rede social Twitter nesta quinta-feira. “Com efetividade a 25NOV22, a nova resolução da ANVISA decreta que é obrigatório o uso de máscara facial no interior dos terminais, meios de transporte e outros estabelecimentos na área aeroportuária. Deste modo, passageiros com partida ou destino a aeroportos em território brasileiro deverão ter máscara facial para este efeito”, refere a companhia aérea portuguesa.

A norma brasileira impede a utilização de máscaras de acrílico ou de plástico, com válvulas de expiração, “lenços, bandanas de pano ou qualquer outro material que não seja caracterizado como máscara de proteção de uso profissional ou de uso não profissional”, protetores faciais e máscaras de uso não profissional com apenas uma camada de proteção.

A medida marca um recuo nas medidas de combate à Covid-19 no Brasil, país em que, desde agosto, a máscara apenas era recomendada para pessoas com sintomas de grupo e pessoas mais vulneráveis, como idosos, gestantes e imunodeprimidos.

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