Mais máscaras na rua e teletrabalho: França anuncia novas medidas restritivas

CNN Portugal , MJC
27 dez 2021, 19:58
Paris
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A partir de 3 janeiro haverá medidas mais apertadas para combater a covid-19

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O primeiro-ministro francês, Jean Castex, anunciou novas medidas de combate à covid-19, incluindo, a partir de 3 de janeiro, a obrigatoriedade de teletrabalho em pelo menos três dias por semana em todas as empresas onde tal seja possível.

França aprovou a redução do intervalo para a toma da dose de reforço da vacina contra a covid-19 de quatro para três meses e não coloca de parte a hipótese de administrar uma quarta dose da vacina, à semelhança de Israel.

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A partir de segunda-feira, e durante as próximas três semanas, todos os eventos públicos são  limitados a duas mil pessoas pessoas para eventos no interior e a cinco mil pessoas para eventos ao ar livre.

O certificado sanitário vai passar a ser de vacinação e os não vacinados deixam de poder ter acesso a este através de um teste negativo.

Assim, a vacinação será necessária, a partir de 15 de janeiro, para aceder a salas de cinema, teatro ou museus, utilizar transportes públicos ou frequentar cafés.

O consumo de bebidas e alimentos está proibido nos transportes e nos cinemas e salas de espetáculos. Nos bares e restaurantes é proibido o consumo em pé. As discotecas continuam encerradas. As máscaras faciais são obrigatórias ao ar livre nos centros das cidades, desde que as autoridades locais assim o entendam.

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O governo francês pretende também sancionar ainda mais a apresentação de falsos certificados digitais, algo que constitui "um ato deliberado de colocar outras pessoas em perigo", de acordo com o primeiro-ministro.

O Governo francês resistiu a declarar um novo confinamento na véspera de Ano Novo mas a maioria das festividades na rua e fogos-de-artifício foram cancelados. E, ao contrário de países como Portugal, que adiaram o regresso dos alunos à escola, as escolas francesas reabrem como previsto a 3 de janeiro.

"Sei que este parece um filme interminável, mas há um ano começámos a nossa campanha de vacinação e agora somos das populações mais vacinadas e protegidas do mundo", disse Castex em conferência de imprensa. O primeiro-ministro confirmou que a taxa de incidência de covid-19 - o número de infeções por cem mil pessoas - está agora muito acima de 700, um nível recorde desde o início da epidemia.

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