Covid-19 pode implicar risco acrescido para grávidas e fetos, revela estudo português

13 jun, 07:50
Teste de gravidez

REVISTA DE IMPRENSA Estudo recomenda que exista “uma vigilância individualizada nestes casos e a profilaxia desta população com a vacinação”

Contrair covid-19 na gravidez pode acarretar riscos acrescidos quer para a grávida como para o feto, conclui um estudo nacional divulgado esta segunda-feira pelo jornal Público.

Segundo a publicação, o estudo analisou dados de 630 mulheres cujos testes revelaram estarem infetadas durante a gravidez entre 24 de Março de 2020 e 3 de Março de 2021. O trabalho, recentemente publicado na revista Acta Médica Portuguesa, contou com a informação de 23 maternidades portuguesas e recomenda que exista “uma vigilância individualizada nestes casos e a profilaxia desta população com a vacinação”.

Este é o primeiro trabalho nacional com uma visão mais global do impacto da covid-19 em mulheres grávidas, ainda que não contabilize todos os casos de grávidas infectadas do país. Segundo o artigo, das 630 mulheres, 60,3% foram diagnosticadas depois das 36 semanas de gestação e 62,9% eram assintomáticas. A média de idades foi de 30 anos e 27,8% tinham obesidade. Esta foi a comorbilidade mais comum.

“Encontrámos uma forma mais grave da doença covid-19 em 2,9% das gestantes, que necessitaram de suporte respiratório, o que é semelhante a estudos previamente reportados. Depois das 33 semanas de gestação, as mulheres tiveram mais problemas respiratórios quando comparado com o primeiro e o segundo trimestre, e que pode estar associado a mudanças fisiológicas nesta fase”, lê-se no artigo.

 

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