Morreu Constança Cunha e Sá

2 dez, 09:27
Eutanásia "não é matéria de referendo, porque os direitos humanos não são referendáveis"

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Tinha um humor único, uma cabeça diferente, um pensamento fora da caixa. Tinha um faro jornalístico gigante. tinha uma relaçao com os politicos muito engraçada.

os politicos viam nela uma referencia no jornalismo. 

Era uma pessoa super especial.

como editora de politica foi uma pessoa que sempre incentivou os seus jornalistas a irem mais alem, a nao desistirem,

era uma pessoa de causas, defendia os jornalistas até à ultima

tinha um pensamento fora da caixa, era transversal. defendia o que acreditava

contava histórias girissimas. partido do taxi. tem historias com o mario soares, de quem era próxima

passavamos os congressos todos e ela contava historias que ficavamos todos extasiados. a riqueza dos pormenores

as pessoas que lidaram com ela é uma perda gigante. é um duro golpe a nivel pessoal e profissional. hoje em dia é muito dificil haver uma pessoa igual à constança. 

nao so escrevia os artigos dela, era muito boa na escrita e no comentáiro. era uma furona.

uma das historias que fica na memoria, quando o pina moura se demitiu, ela tinha a carta de demissao no bolso, confrontaram o guterres na assembleia e eles disseram que nao sabiam de nada. 

 

Tinha 67 anos

Morreu a jornalista Constança Cunha e Sá, vítima de cancro, aos 67 anos. Estava internada nos cuidados paliativos na instituição Irmãs Hospitaleiras, em Lisboa. "Morreu tranquilamente durante a noite", apurou a CNN Portugal.

Na redação da TVI e CNN Portugal, a morte de Constança Cunha e Sá "é um duro golpe a nível pessoal e profissional" e "para as pessoas que lidaram com ela é uma perda gigante". 

"Foi um privilégio ter trabalhado com ela. Devo-lhe o meu caminho profissional", conta Beatriz Jalón, editora de Política da CNN Portugal, acrescentando que "hoje em dia é muito difícil haver uma pessoa igual à Constança".

Formada em Filosofia pela Universidade Católica de Lisboa, Constança Cunha e Sá foi professora de Filosofia antes de ser jornalista. Começou a sua carreira de jornalista na primeira geração da revista Sábado e um ano depois integrou o jornal Independente. Foi aqui que se revelou o seu estilo jornalístico, tendo assinado uma coluna de opinião no jornal. Foi ainda diretora-adjunta e diretora do Independente.

Ainda nos jornais foi redatora-principal no Diário Económico. Depois da imprensa escrita integrou a TVI como editora de Política e mais tarde como jornalista e comentadora. Escreveu semanalmente no jornal i, com a coluna de opinião "Feira da Ladra". Anteriormente escreveu no Jornal de Negócios, Público e Correio da Manhã.

Na TVI24 moderou o programa A Prova dos 9. Saiu da TVI em 2020 e regressou à estação em 2021. Recentemente, apoiou a candidatura de António Filipe para as eleições presidenciais do próximo ano.

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