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Portugal junta-se a EUA e mais 30 países para avançar com a maior libertação de sempre de reservas de petróleo

11 mar, 14:36
Um funcionário de uma estação de serviço abastece um cliente enquanto os preços do petróleo bruto aumentaram em todo o território dos Estados Unidos. (Anthony Behar/Sipa USA/AP)

Conjunto de 32 países vai libertar um terço das suas reservas de petróleo para fazer face ao encerramento do Estreito de Ormuz

A Agência Internacional de Energia (IEA) anunciou que vão ser libertados 400 milhões de barris de petróleo das reservas de emergência dos seus 32 Estados-membros.

O objetivo, de acordo com a agência, é aliviar o mercado petrolífero, que entrou em choque instantâneo após o início da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irão.

De acordo com o diretor-executivo da IEA, houve um acordo unânime por esta decisão, o que coloca, nas palavras de Fatih Birol, Portugal como um país favorável à mesma.

É que Portugal é um dos 32 Estados-membros da IEA, onde também estão os Estados Unidos, que são o maior produtor de petróleo de todo o mundo.

“Os países da IEA concordaram de forma unânime com a maior libertação de sempre das reservas de petróleo da nossa história”, referiu Fatih Birol, sugerindo que Portugal também libertará reservas, o que ainda não foi confirmado pelo Governo.

Também não ficou claro quantos barris vão ser disponibilizados por dia, mas esta disponibilização simboliza cerca de um terço de toda a reserva da IEA.

Com o encerramento do Estreito de Ormuz, cerca de 20 milhões de barris dos mais de 100 milhões de barris que o mundo consome por dia deixaram de fluir com segurança, sendo que muitos deles deixaram de fluir de todo.

“Para ser claro, a coisa mais importante para retornar ao fluxo normal de petróleo e gás natural é o regresso ao trânsito através do estreito”, acrescentou Fatih Birol, até porque estes 32 países vão libertar perto de um terço das suas reservas.

De acordo com a IEA, esta será a sexta vez que a agência avança com esta medida, depois de ter feito algo semelhante em 1991, 2005, 2011 e duas vezes em 2022.

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