Encher um depósito do carro está até 26€ mais caro que há um mês

6 abr, 11:19
Combustíveis (imagem criada por inteligência artificial)

O gasóleo já aumentou 50 cêntimos desde que começou a guerra.

Hoje subiu mais 8 cêntimos por litro para um preço de referência de 2 euros e 10 cêntimos por litro.

Um depósito de 50 litros custa, em média, mais 26 euros do que custava há um mês, antes do início da guerra.

Já a gasolina aumentou hoje mais de 3 cêntimos, para um preço médio de 1 euro e 95 cêntimos por litro.

São mais 25 cêntimos do que há um mês.

Estes valores já incluem o desconto aplicado pelo governo no isp.

Devido à crise energética, a deco defendeu que o governo deve tomar mais medidas de apoio nos combustiveis e no gás.

A associação quer que seja introduzido um mecanismo automático, que impeça a subida da receita de iva nos combustíveis, a partir de determinado valor. Na prática, é o que o executivo já faz, mas isso não está aconter de forma automática.

Defende também a eliminação de 13 por cento do isp, que corresponde aos biocombustíveis.

O conflito no médio oriente também já se reflete nos preços do gás.

A deco proteste aconselha os consumidores a mudarem o contrato para a tarifa regulada e pede que o gás engarrafado, atualmente taxado a 23 por cento, seja abrangido pelo iva reduzido.

Quanto ao gás - a DECO recomenda a mudança para a tarifa regulada

O gasóleo já subiu 50 cêntimos desde o início da guerra, atingindo esta segunda-feira o valor de 2,10 euros por litro, com um depósito de 50 litros a custar 26 euros a mais do que há um mês.

A gasolina também aumentou, subindo mais de 3 cêntimos para 1,95 euros por litro, ou 25 cêntimos acima do valor de há um mês - um depósito de 50 litros está portanto 12,5€ mais caro.

Estes preços já incluem o desconto do governo no ISP.

A DECO alerta para o impacto da crise energética e defende medidas adicionais de apoio nos combustíveis e no gás. A associação propõe um mecanismo automático que limite a subida do IVA nos combustíveis, a eliminação de 13% do ISP sobre os biocombustíveis e a extensão do IVA reduzido ao gás engarrafado, atualmente taxado a 23%.

A recomendação inclui ainda a mudança para a tarifa regulada de gás, refletindo a influência do conflito no Médio Oriente nos preços domésticos.

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