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Providência da Podium rejeitada dita fim da concessão da Volta da Portugal

2 mar, 21:28
Pau Martí vence a segunda etapa da Volta a Portugal (Podium Events / Sergio Henriques)

Federação Portuguesa de Ciclismo mantém decisão e já tem nova parceria para organizar as principais provas nacionais

O Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa rejeitou a providência cautelar interposta pela Podium Events contra a decisão da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) de cessar o contrato de concessão da Volta a Portugal.

Segundo a decisão, a que a Agência Lusa teve acesso, a juíza considerou «improcedente» a ação apresentada pela empresa, que pretendia travar a rescisão e assegurar a organização da edição deste ano.

A federação tinha comunicado, em novembro, o fim antecipado do vínculo contratual, válido até 2026, invocando «incumprimento reiterado das obrigações contratuais e de pagamento».

A decisão judicial refere a existência de faturas vencidas e não liquidadas, apesar de várias interpelações, apontando para um valor em dívida próximo de uma anuidade completa.

Entretanto, a FPC anunciou uma nova parceria estratégica com a Emesports, empresa espanhola ligada ao antigo ciclista Ezequiel Mosquera, que ficará responsável pela organização da 87.ª Volta a Portugal, da Volta ao Algarve e da Volta ao Alentejo.

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