Esloveno não deu hipóteses à concorrência após ataque a 35 quilómetros da meta
Tadej Pogacar conquistou a Liège-Bastogne-Liège pela terceira vez na carreira.
O fenómeno da Eslovénia desferiu um ataque poderoso, em La Redoute, a 35 quilómetros do final e cruzou a meta com 1:03 minutos de vantagem sobre o italiano Giulio Ciccone, segundo classificado.
«Sabe muito terminar a primeira parte da temporada assim. Feliz por a temporada estar a correr de forma perfeita. Estou muito feliz» afirmou Pogacar.
«Quis testar um pouco as minhas pernas e ver se conseguia alguma vantagem e depois decidia se ia continuar ou não. Depois tinha boas pernas na subida a seguir a La Redoute e continuei até à meta. Estou superfeliz», acrescentou.
Este é o nono «monumento» da carreira de Pogacar, que se tornou no ciclista em atividade com mais triunfos nas cinco principais clássicas do calendário, juntando-se ao irlandês Sean Kelly e ao italiano Fausto Coppi no quarto lugar desse ranking, mas ainda longe das 19 do lendário Eddy Merckx.
Pogacar tornou-se também no primeiro ciclista a conseguir terminar no pódio em seis «monumentos» consecutivos, depois dos dois triunfos na Liège-Bastogne-Liège (2024 e 2025), na Volta à Lombardia (2024) e na Volta a Flandres (2025), do segundo lugar na estreia no Paris-Roubaix (2025) e do terceiro na Milan-Sanremo (2025).
Os portugueses Nelson Oliveira (54.º) e Ruben Guerreiro (55.º), ambos da Movistar, cortaram a meta juntos, a 2.58 minutos de Pogacar.