Governo foi o maior alvo de ciberataques em 2021, a seguir à banca

29 jun, 07:38
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REVISTA DE IMPRENSA. Número de incidentes de cibersegurança na Presidência do Conselho de Ministros passou de 41 em 2020 para 270 em 2021. Valor só superado pela banca que dos 229 incidentes em 2020 passou para 411 no ano passado.

A Presidência do Conselho de Ministros, que tutela o Centro de Gestão da Rede Informática do Governo, foi o maior alvo de ciberataques no ano passado, logo a seguir à banca, revela o Relatório do Centro Nacional de Cibersegurança citado pelo jornal Público desta quarta-feira.

De acordo com aquele jornal, o número de incidentes de cibersegurança na Presidência do Conselho de Ministros passou de 41 em 2020 para 270 em 2021. Valor só superado pela banca que dos 229 incidentes em 2020 passou para 411 no ano passado.

Segundo o relatório "Riscos & Conflitos", no ranking da Equipa de Resposta a Incidentes de Segurança Informática Nacional (CERT.PT) do Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) das 14 áreas mais afectadas, seis são exclusivamente da esfera pública.

Para além da Presidência do Conselho de Ministros, também a Administração Interna, a Administração Local, as Finanças, a Defesa Nacional e os Negócios Estrangeiros foram alvo de ciberataques, num total de 62 incidentes.

A maior subida foi registada na Administração Interna, que passou de 13 ataques para 181.

O relatório deixa, no entanto, uma nota de que um incidente pode ser contabilizado simultaneamente em mais do que um sector e área governativa, o que não permite fazer uma proporção direta ao total do ano passado.

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