Conselho de Prevenção da Corrupção aprova recomendação sobre cibersegurança

Agência Lusa , BMA
5 abr, 14:04
Ataque informático. Ilustração: Getty Images

Documento visa “introdução de melhores práticas, assim como a sua manutenção e atualização”

O Conselho de Prevenção da Corrupção, que funciona junto do Tribunal de Contas, alertou esta terça-feira as entidades públicas para a necessidade de proteção contra ataques informáticos que “ponham em causa a confidencialidade, integridade e disponibilidade de informação”.

O Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC) aprovou uma recomendação sobre cibersegurança às entidades e órgãos da Administração Pública, documento que visa “a introdução de melhores práticas, assim como a sua manutenção e atualização”.

“Considerando a relevância de garantir um elevado nível comum de segurança das redes e dos sistemas de informação para o regular funcionamento das entidades e órgãos da administração pública, protegendo-as contra os ataques que coloquem em causa a confidencialidade, integridade e disponibilidade de informação e respetivos serviços, o CPC sublinha a importância da implementação das melhores práticas de cibersegurança, bem como a sua manutenção e atualização”, refere a recomendação daquela entidade que funciona junto do Tribunal de Contas.

O CPC considera ser “necessário e oportuno” que os órgãos e entidades da administração pública adotem medidas de reforço e adequação, mantendo uma comunicação estreita e promovendo a sensibilização para “o papel fundamental que os recursos humanos têm no processo”.

Nesse sentido, o CPC recomenda a todos os órgãos e entidades públicas para que promovam a realização de ações de formação e sensibilização em cibersegurança para os recursos humanos em geral e para os dirigentes, bem com para trabalhadores afetos à área.

Esta entidade apela ainda que as entidades e órgãos da administração pública reúnam os meios técnicos adequados para garantir um elevado nível de cibersegurança e que reforcem a articulação das medidas já aplicadas, tendo em vista “a partilha das melhores práticas, bem como os casos de sucesso e as fragilidades”.

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