Exclusivo CNN: Relação do Porto confirma pena máxima para empresário por fogo que matou inquilino 

12 jan, 18:19
Sala de audiências
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Em fevereiro de 2019, um incêndio ordenado por Chenglong Li, empresário chinês detentor de um visto gold, provocou a morte de António Gonçalves

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O Tribunal da Relação do Porto manteve a condenação à pena máxima, de 25 anos de prisão, de Chenglong Li, empresário chinês detentor de um visto gold, pelo homicídio de António Gonçalves, que morreu carbonizado, em 2019, no incêndio do prédio onde vivia, na Rua de Alexandre Braga, que terá sido ordenado pelo empresário, senhorio do imóvel que pretendia despejar o inquilino. 

Em dezembro de 2016, recorde-se, Chenglong Li comprou o número 100 da Rua Alexandre Braga por 645 mil euros, com o objetivo de revender o imóvel rapidamente e com a maior margem de lucro. E, em novembro de 2018, celebrou um contrato-promessa para vender o edifício por 1,2 milhões de euros. Esbarrou numa família, que se recusou a sair do prédio onde residia há cerca de meio século.

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Apesar das ofertas do empresário, não quiseram sair. Após uma primeira tentativa falhada, em fevereiro de 2019, um incêndio ordenado por Chenglong Li provocou a morte de António Gonçalves.

O caso foi esclarecido pela Polícia Judiciária e o empresário acabou detido, acusado e condenado em março de 2021. Agora, a Relação confirma a pena máxima.

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