Este é o mais elevado de três níveis de prontidão. É apenas a quinta vez que nível 1 é ativado
O Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA passou o surto de ébola para nível 1 de ativação da resposta de emergência, avança a Reuters. Este é o mais elevado de três níveis de prontidão e está “reservado para emergências críticas”.
De acordo com o CDC, neste patamar de alerta está “mobilizado o maior número possível de pessoal para trabalhar 24 horas por dia, 7 dias por semana na resposta”.
A República Democrática do Congo atualizou, também esta sexta-feira, em alta os números do surto. Até esta quinta-feira, há a registar 1.203 infetados e 321 mortes.
O nível 1, no entanto, não representa um patamar de risco para a população, tratando-se apenas de uma escala para mobilização interna.
Esta é apenas a quinta ocasião em que o CDC ativa o nível 1 de emergência. Aconteceu anteriormente em 2005, após o furacão Katrina; em 2009/2010, face à pandemia de gripe A (H1N1); entre 2014 e 2016, durante o surto de ébola na África Ocidental; e, em 2016/2017, em resposta ao surto de Zika no Brasil.
Durante a pandemia de SARS-CoV-2, o CDC nunca chegou a ativar oficialmente o nível 1 de emergência, considerando apenas que no período da covid-19 existiu “uma resposta de toda a agência”.
Apesar de ter passado o surto de ébola para o nível mais alto da ativação de emergência, o CDC sublinha que o nível de propagação do surto para os EUA se mantém baixo.
