As estreias imperdíveis na CaixaForum+: da pop art à arte urbana, passando pelos bastidores da curadoria

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29 abr 2025, 15:56

Há novos olhares na CaixaForum+. A plataforma acaba de reforçar a sua aposta na arte e na cultura contemporânea com estreias exclusivas que atravessam diferentes formatos e expressões criativas. Um convite para descobrir histórias onde a arte desafia, transforma e inspira.

Como imagina ser o dia a dia e o trabalho de um curador de arte? Graças à nova série documental disponível na CaixaForum+, “Comisariar, da ideia à exposição”, já pode entrar no mundo da curadoria e saber mais sobre o quotidiano destes especialistas e a sua forma de entender a arte.

A série “Comisariar, da ideia à exposição” é uma das grandes estreias de abril da CaixaForum+, uma plataforma dedicada à divulgação cultural e científica. Lançada em Espanha no final de 2022 e chegada a Portugal no final do ano passado, é uma plataforma de streaming de conteúdos de cultura e ciência, de acesso gratuito e sem quaisquer limites de utilização. Com uma versão totalmente em português, conteúdos legendados e um catálogo de conteúdos de produção nacional, estreia novos conteúdos todos os meses.

Esta nova série, uma produção original e exclusiva da CaixaForum+ dedicada à curadoria de arte, é um exemplo claro de como a plataforma — uma iniciativa da Fundação “la Caixa”, em parceria com o BPI — procura posicionar-se como referência na cultura e na divulgação científica na Península Ibérica. Ao longo de quatro episódios, a produção lança um olhar aprofundado sobre o trabalho dos curadores, revelando as muitas facetas destes profissionais e convidando o público a mergulhar no fascinante processo de dar vida a uma exposição.

“Comisariar, da ideia à exposição” explica e documenta os processos teóricos, criativos, conceptuais e de produção envolvidos na curadoria. Os episódios respondem a uma série de questões, como o que significa ser um curador independente ou como é a formação de um curador. Demonstra, também, o que significa trabalhar para uma instituição de renome internacional, o que é trabalhar diretamente com artistas, o que determina se alguém está inclinado para a fotografia, a pintura ou arte contemporânea, e o que é para um curador trabalhar com coleções.

“Comissariar é investigar”, “O processo de seleção de obras”, “Trabalhar o design expositivo” e “Últimos passos antes de inaugurar” são os títulos dos quatro episódios que compõem a série e que contam com a participação de Caterina Almirall e Mei Huang, vencedoras do Comisart, o programa da Fundação “la Caixa” para promover a curadoria emergente. Também participam na série outros curadores de renome, de diferentes épocas e disciplinas, como Carlos Martín, Glòria Picazo, Ricard Bru, María Santoyo e Pedro Azara.

A arte que desafiou o regime de Franco

No início dos anos 60, três artistas irromperam na cena artística espanhola com uma linguagem visual marcante, inspirada na pop art, e uma vontade clara de romper com a hegemonia das correntes dominantes da década anterior. Manolo Valdés, Rafael Solbes e Juan Antonio Toledo uniram forças para criar a Equipo Crónica, um coletivo que utilizava a arte como forma de crítica política e de resistência ao regime de Franco.

Seis décadas depois, no documentário “Equipo Crónica: Arte de trinchera”, Manolo Valés, o único membro vivo da lendária Equipo Crónica, recorda esses tempos e a coragem daquele coletivo.

O documentário estreou este mês, em exclusivo na CaixaForum+, e é uma peça de valor incontornável — tanto para os apaixonados pela arte como enquanto testemunho histórico da resistência cultural durante o regime de Franco. Realizado por Rafa Sesa e Felipe Villaplana, este filme documental inclui uma entrevista de arquivo a Rafael Solbes, outro dos fundadores do grupo, assim como testemunhos de artistas, especialistas em arte moderna, coleccionadores e até de um cineasta.

“Equipo Crónica: Arte de trinchera” foi apresentado pela primeira vez no Festival DocsValencia e é o primeiro documentário de longa-metragem sobre um dos expoentes máximos da arte contemporânea espanhola, uma proposta esteticamente original que nos convida a pensar se a arte pode mudar o mundo.

Robert Wilson, teatro do absurdo e o poder: uma viagem entre reis, fantasmas e sátira

Que ligação pode existir entre uma peça do século XIX, uma adaptação surrealista de Joan Miró e a infância de um artista que sonhava ser rei de Espanha? A resposta está em “The King is Dead”, um documentário de Andrés Duque que mergulha no universo criativo de Robert Wilson, convidando-nos a refletir sobre o poder através do teatro do absurdo e da arte contemporânea.

Tudo começou em 2022, quando a curadora e historiadora de arte Imma Prieto desafiou Wilson a adaptar “Ubú Rey”, no Es Baluard Museu d’Art Contemporani de Palma. A encenação resultante recupera dois momentos-chave da história do teatro: a peça seminal “Ubu Roi”, de Alfred Jarry, e “Mori el Merma”, a adaptação criada por Joan Miró em colaboração com a companhia de teatro experimental La Claca, nos anos 1970.

A esta herança teatral, junta-se uma memória pessoal: quando era criança, Wilson afirmou ao seu professor que, um dia, queria ser rei de Espanha. Essa frase — aparentemente inocente — acabou por inspirar o ponto de partida do filme.

Com estreia a 24 de abril na CaixaForum+, “The King is Dead” é um tríptico satírico que evoca as obras de Gogol, Jarry e Beckett, e mostra Robert Wilson a ler em câmara excertos de “Diários de um Louco”, além de cenas de ensaio da sua encenação de “Ubú Rey”. Um documentário tão inquietante quanto fascinante — e mais uma das estreias imperdíveis do mês.

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