Filas não são um exclusivo do Brasil. O que se passa nos votos em Lisboa e outras cidades em todo o mundo?

2 out, 19:46
Votação em Lisboa

No Brasil, um pouco por todo o país, há relatos de filas e demoras para votar. As autoridades têm garantido que serão distribuídas senhas para que quem estiver na fila pelas 17:00 pode efetivamente votar, mesmo que depois da hora. Mas há relatos semelhantes noutras cidades onde os brasileiros também estão a exercer o seu direito de voto. Há 697 mil brasileiros registados para votar fora do país

Lisboa: o horário de votação foi alargado até às 20:00, porque na hora da decisão existiam cerca de quatro mil pessoas por votar. Houve quem tivesse de esperar duas horas para conseguir votar. Há mais de 45 mil brasileiros registados para votar nesta cidade.Os despiques entre apoiantes de Lula da Silva e Bolsonaro são constantes.

Dublin: os relatos dão conta de três mil pessoas para votar na capital irlandesa. A votação deverá estender-se mais duas ou três horas, para permitir que todos possam votar. São cerca de 12 mil brasileiros inscritos.

Londres: a demora é de cerca de hora e meia, com caixas de som e altifalantes, sem confusão. Há 34,4 mil brasileiros registados. A fila dava voltas ao quarteirão do West London College. Contudo, é elogiada a maior organização.

Paris: a fila grande, com mais de três quilómetros, obrigou a alargar o horário de votação para lá das 17:00. A espera pode chegar a quatro horas, debaixo de chuva e frio. Foram distribuídas senhas. São quase 23 mil eleitores registados.

Zurique: na Suíça, os eleitores tiveram que enfrentar chuva e aproximadamente dois quilómetros de fila. Há relatos de quem tenha demorado mais de quatro horas para poder votar.

Nova Iorque: em Nova Iorque, a fila dá a volta ao quarteirão onde se localiza a única zona eleitoral disponível para votar. Houve quem chegasse de madrugada para evitar horas de espera.

Buenos Aires: na Argentina, os relatos também dão contas de longas horas de espera.

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