Chapecoense: piloto não teria horas de voo para aviões comerciais

18 dez 2016, 11:55
Queda do avião da Chapecoense (Reuters)
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Acusação do advogado do copiloto que era conhecedor da situação

O advogado do copiloto do avião que se despenhou na Colômbia com a equipa da Chapecoense acusou o piloto de não ter horas de voo suficientes para comandar aviões comerciais. Do acidente resultaram 71 vítimas mortais.

«Estamos preparados para demonstrar que o piloto Miguel Quiroga não completou as horas de treino necessárias» para voos comerciais, afirmou Omar Duran, advogado da família do copiloto Fernando Goytia, que, tal como Quiroga morreu no acidente, em declarações à agência noticiosa ABI.

O advogado acredita que o piloto falsificou algumas informações, mas obteve a licença apesar disso. Acrescentou que Fernando Goytia era conhecedor da situação mas não a revelou para não prejudicar a reputação da companhia aérea.

As investigações sobre o acidente aéreo prosseguem, mas o responsável pela segurança na aviação civil na Colômbia já disse que o voo desrespeitou as regras internacionais sobre as reservas necessárias de combustível.

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