Joaquim Evangelista diz que a homofobia é tão grave quanto o racismo
Joaquim Evangelista espera que a suspensão de Prestianni por insultos homofóbicos a Vinicius Júnior se torne um exemplo para o futebol, reiterando que este comportamento é tão grave como o racismo.
Em declarações à Lusa, o presidente do Sindicato de Jogadores defendeu que o caso deve ser encarado como um alerta para todo o setor, sublinhando que episódios de discriminação «não têm lugar no futebol».
«Racismo, homofobia, xenofobia, violência, assédio ou doping, merecem o nosso total repúdio. Quem tiver estes comportamentos tem de ser penalizado. O insulto homofóbico é tão grave quanto o racista», sublinhou.
Evangelista recordou que, desde o início do processo, o sindicato defendeu a presunção de inocência do jogador e a necessidade de um apuramento célere dos factos, considerando que esses princípios foram respeitados pela UEFA.
«Era importante que houvesse um processo disciplinar com rapidez e rigor, e isso aconteceu. Temos de aproveitar estes casos para passar a mensagem de que estes comportamentos têm consequências e não são aceitáveis.»
