Sindicato dos Jogadores espera que Prestianni seja exemplo contra discriminação

24 abr, 20:45
Liga: Prestianni no Benfica-FC Porto (MIGUEL A. LOPES/LUSA)
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Joaquim Evangelista diz que a homofobia é tão grave quanto o racismo

Joaquim Evangelista espera que a suspensão de Prestianni por insultos homofóbicos a Vinicius Júnior se torne um exemplo para o futebol, reiterando que este comportamento é tão grave como o racismo.

Em declarações à Lusa, o presidente do Sindicato de Jogadores defendeu que o caso deve ser encarado como um alerta para todo o setor, sublinhando que episódios de discriminação «não têm lugar no futebol».

«Racismo, homofobia, xenofobia, violência, assédio ou doping, merecem o nosso total repúdio. Quem tiver estes comportamentos tem de ser penalizado. O insulto homofóbico é tão grave quanto o racista», sublinhou.

Evangelista recordou que, desde o início do processo, o sindicato defendeu a presunção de inocência do jogador  e a necessidade de um apuramento célere dos factos, considerando que esses princípios foram respeitados pela UEFA.

«Era importante que houvesse um processo disciplinar com rapidez e rigor, e isso aconteceu. Temos de aproveitar estes casos para passar a mensagem de que estes comportamentos têm consequências e não são aceitáveis.»

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