Influência do argentino na manobra ofensiva do Benfica é semelhante à que tinha no PSG há cinco anos
Os anos parecem não passar por Ángel Di María. Com o bis frente ao Nacional, o internacional argentino atingiu a marca dos 11 golos e pode superar a melhor temporada ao serviço do Benfica alcançada na época anterior nesse capítulo.
O Sofa Score, parceiro do Maisfutebol, comparou as últimas seis épocas de «Fideo», ou seja, a partir dos 30 anos. Os números não enganam: o extremo está a envelhecer como um bom vinho.
Esta época Di María precisa em média de 89 minutos para marcar ou assistir e é preciso recuar até 2019/20 para encontrar rendimento semelhante. Então ao serviço do PSG, o avançado marcava ou assistia a cada 90 minutos.
Di María é cada vez mais decisivo, portanto, embora tenha descido ligeiramente a média dos dribles bem-sucedidos por jogo. Destaca-se nos passes chave por jogo (2,9 em média) e consegue quase três remates à baliza por jogo, registo inferior ao ano passado, mas semelhante ao que apresentava no PSG há cinco anos.
O campeão do Mundo pela albiceleste marca mais, mas tem menos passes para golo do que nos anos anteriores - leva apenas cinco assistências em 2024/25. Ainda assim, Di María superou Messi no que a passes para golo na Champions diz respeito e ficou a um de igualar o recorde de Cristiano Ronaldo na competição.