Atribuídas mais de dois milhões de baixas nos primeiros cinco meses do ano

24 jun, 07:34
Persistência de sintomas. (Pexels)

REVISTA DE IMPRENSA. De janeiro a maio, o Estado gastou mais de 600 milhões de euros em prestações de doença. Variante Ómicron será a grande responsável pela subida

Nos primeiros cinco meses de 2022 foram atribuídas mais de dois milhões de baixas médicas, um aumento de 82% face ao mesmo período do ano anterior. Ao todo, foram 912.626 a mais em relação ao período homólogo de 2021.

Dados do Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho, citados pelo jornal Público, referem também que só em maio deste ano foram atribuídas 333.047 prestações de doença, uma subida de 86% face ao mesmo mês do ano passado.

O valor médio do subsídio atribuído também subiu 2,01 euros para os 335,15 euros. A despesa do Estado com estas prestações nos primeiros cinco meses do ano aumentou para lá dos 600 milhões de euros, quando no período homólogo de 2021 os gastos rondavam os 445 milhões de euros.

O jornal diário aponta o incremento de casos da variante Ómicron em Portugal nos primeiros dois meses do ano, bem como o pico registado no fim do mês passado, como a principal causa para esta subida.

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