Awiqli já foi aprovada na União Europeia e em mais 13 países
A Food and Drug Administration (FDA) aprovou a Awiqli, a nova injeção de insulina da farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk. O medicamento visa controlar os níveis de açúcar no sangue em adultos com diabetes tipo 2, mas tem uma diferença das soluções que até agora existiam no mercado: “Os doentes passam de sete injeções para uma por semana”, explica a Novo Nordisk à CNN Portugal.
“A aprovação oferece a única opção de insulina basal de administração semanal, proporcionando uma nova solução de tratamento que se adapta às diferentes rotinas e preferências de pacientes adultos com diabetes tipo 2”, pode ler-se no comunicado da Novo Nordisk.
A nova caneta de insulina deverá chegar às prateleiras norte-americanas no segundo semestre deste ano. A Awiqli foi aprovada na União Europeia e em mais 13 países.
A Novo Nordisk destaca que esta é injeção “é a primeira insulina basal de administração semanal aprovada pelo FDA”, realçando ainda que opção de administração uma vez por semana reduz as aplicações de sete para uma, o que representa uma grande melhoria na qualidade de vida das pessoas com diabetes tipo 2.
“A aprovação do Awiqli reflete os esforços contínuos da Novo Nordisk para promover a inovação em saúde e fortalecer o apoio às pessoas que vivem com diabetes. Como a primeira insulina basal de administração semanal aprovada pelo FDA para adultos com diabetes tipo 2, oferece uma nova e importante opção de tratamento. Num momento em que parte da indústria está se afastando da insulina, reafirmamos nosso compromisso de continuar investindo em inovação, acesso e fornecimento para os milhões de pacientes que dependem da insulina todos os dias”, remata Mike Doustdar, presidente e CEO da Novo Nordisk.
A aprovação surge no seguimento dos resultados do estudo de fase 3a ONWARDS, que compreendeu outros quatro estudos randomizados em que participaram aproximadamente 2.680 adultos com diabetes tipo 2 descompensado. Na investigação, foi utilizado Awiqli em combinação com insulina prandial ou em combinação com agentes antidiabéticos orais comuns e/ou agonistas do recetor de GLP-1