Avião transportava 112 militares do Exército, dois polícias e 11 tripulantes, estes últimos da Força Aérea, mas não é conhecida a condição de muitos dos ocupantes
Um avião de transporte do Exército da Colômbia despenhou-se esta segunda-feira no sul do país, após a descolagem, causando pelo menos oito mortos e 83 feridos, 14 em estado crítico, confirmou o governador Jhon Gabriel Molina, citado pela imprensa local, depois de as Forças Armadas terem avançado inicialmente com 80 mortos.
No entanto, a agência Reuters, citando a mesma fonte, está a noticiar 34 mortes.
O C-130 transportava 112 militares do Exército, dois polícias e 11 tripulantes, estes últimos da Força Aérea, mas não é conhecida a condição de muitos dos ocupantes.
De acordo com o Secretário de Governo de Puerto Leguízamo, Carlos Claros, em entrevista à Rádio Caracol, os feridos graves "são jovens que saltaram do avião antes da colisão".
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, tinha confirmado, na sua última atualização, a existência de 83 sobreviventes, todos "jovens militares".
83 militares jóvenes vivos hasta ahora, es el pueblo del Putumayo quienes los salvaron de la muerte, pasaron hasta la pista del aeropuerto y llevaron agua y amor a los muchachos. Así es como se construye una patria, agradezco a los padres y a las madres que cruzaron corriendo…
— Gustavo Petro (@petrogustavo) March 23, 2026
Segundo as autoridades colombianas, um C-130 Hércules sofreu um acidente em Puerto Leguízamo, junto à fronteira com o Peru, não sendo conhecidas neste momento as causas do acidente.
O ministro da Defesa, Pedro Sánchez, confirmou que o avião sofreu o acidente “quando descolava de Puerto Leguízamo”, na região de Putumayo, acrescentando que “transportava tropas da Força Pública”.
Sánchez adiantou que o avião estava em condições e que a tripulação era "devidamente qualificada".
As forças militares da Colômbia foram mobilizadas para o local.
Pedro Sánchez anunciou ainda que foram ativados os protocolos de assistência às vítimas e respetivas famílias.