Pivô norte-americana tem sintomas de AVC em direto

CNN Portugal , FMC
8 set, 11:26
Julie Chin, jornalista numa estação televisiva norte americana, teve um princípio de AVC em direto (Facebook)

Julie Chin foi imediatamente levada para o hospital, estando agora bem e em casa, mas o momento que circula nas redes sociais é uma chamada de atenção a estes episódios

Uma jornalista norte-americana, Julie Chin, que conduzia uma emissão da estação televisiva KJRH, começou a denunciar problemas na fala em direto, acabando por ter de ser levada para o hospital, por indícios de AVC (Acidente Vascular Cerebral).

Durante a emissão de manhã de sábado do canal, no estado norte-americano de Oklahoma, Chin, que parecia bem, começou a mostrar dificuldades em manter um discurso coeso, acabando por ter de pedir desculpa, e desviar a emissão para a meteorologia. 

"Peço desculpa", começou por dizer. “Alguma coisa está errada comigo esta manhã, e peço desculpa a todos.” Imediatamente, os colegas chamaram os serviços de emergência. 

Afastado o perigo, a jornalista partilhou uma fotografia no Facebook onde detalhava o episódio e agradecia, especialmente aos colegas pelo cuidado e rápida ação, e a todos os espectadores, que enviaram mensagens a expressar preocupação. 

Julie explica que "o episódio apareceu do nada", contando que no início do noticiário se sentia "ótima", estado que em minutos se alterou. 

“Primeiro, perdi parcialmente a visão de um olho. Um pouco mais tarde a minha mão e braço ficaram dormentes. Depois, soube que estava com grandes problemas quando a minha boca não dizia as palavras que estavam mesmo à minha frente no teleponto. Se estavam a ver o programa sabem o quão desesperadamente tentei continuar, mas as palavras não saíam", descreveu. 

A jornalista reiterou estar bem, contando que ainda não se sabe ao certo o que terá acontecido, mas que os médicos desconfiam tratar-se de um princípio de AVC. Em entrevista ao The New York Times, o médico Neil Schwartz alerta que pode ter ocorrido um AIT (Acidente Isquémico Transitório), muitas vezes apelidado como um “mini AVC”, que deve ser considerado “uma emergência médica tal como um AVC”, uma vez que dá a possibilidade aos médicos de “intervirem antes que realmente se desenvolva para um AVC”. 

Independentemente do tipo de episódio, a assistência médica foi fulcral, facto que a pivô não deixa de salientar na sua publicação: "A ação é crucial" e é importante estar atento aos sintomas. 

Também nas mais diversas publicações que circulam nas redes sociais, os internautas usam esta situação como exemplo alertando para os perigos de ignorar certos sinais. 

E.U.A.

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