Palmela, Sesimbra e Setúbal exigem “soluções rápidas" para Centro Hospitalar

Agência Lusa , FMC
23 jun, 17:19
Entrada da urgência Pediátrica do Hospital Garcia de Orta. 30 novembro 2021. Foto: Armando Franca/AP

Na nota conjunta os autarcas saúdam os profissionais de saúde pelos cuidados prestados e instam o governo a implementar medidas para "impedir o agravamento da qualidade dos serviços" dos hospitais de Setúbal e Almada

Os presidentes das câmaras municipais de Palmela, Sesimbra e Setúbal defenderam esta quinta-feira a necessidade de “soluções rápidas e permanentes” para evitar a perda de qualidade na prestação de cuidados de saúde no Centro Hospitalar de Setúbal (CHS).

Num comunicado conjunto, os três autarcas, André Martins (Setúbal), Álvaro Amaro (Palmela) e Francisco de Jesus (Sesimbra), defendem a necessidade de “soluções rápidas e permanentes” para “impedir o agravamento da qualidade dos serviços prestados” nos hospitais de São Bernardo e do Outão, que integram o CHS.

Na nota, os três autarcas da CDU começam por saudar os profissionais de saúde do CHS “por continuarem a prestar, com a necessária qualidade, os indispensáveis serviços essenciais às populações”, apesar do que consideram ser o “arrastamento das dificuldades registadas na prestação de cuidados de saúde às populações servidas pelo Centro Hospitalar de Setúbal”.

“Os profissionais de saúde destes hospitais, em especial os médicos dos serviços de obstetrícia e ortopedia, merecem a nossa total solidariedade e apoio por continuarem a trabalhar empenhadamente num quadro de reiterada falta de resposta de quem tem a responsabilidade de resolver os problemas do SNS [Serviço Nacional de Saúde]”, lê-se no comunicado.

As câmaras municipais de Palmela, Sesimbra e Setúbal manifestam, igualmente, “total solidariedade com as populações afetadas por estes problemas e exigem, uma vez mais, ao Governo soluções concretas e urgentes para resolver as dificuldades nos serviços de urgência que afetam a prestação de cuidados de saúde às populações da região”.

Nas últimas semanas, o Hospital de São Bernardo, em Setúbal, tal como o Hospital Garcia de Orta, em Almada, têm tido dificuldades no preenchimento das escalas de serviço, particularmente nos serviços de Urgência de Obstetrícia e Ginecologia, devido à falta de médicos, obrigando algumas vezes ao reencaminhamento de doentes para outras unidades hospitalares.

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