Homem de 50 anos foi morto no local. Filho de 24 anos está vivo, em estado crítico no hospital. Foram apreendidas seis armas
A polícia australiana confirmou que os alegados autores do tiroteio em Bondi Beach, na comunidade judaica em Sydney, na Austrália, são pai e filho.
O ataque provocou a morte de pelo menos 15 pessoas e levou mais de 40 feridos ao hospital.
As autoridades confirmaram que não estão à procura de um terceiro suspeito.
O pai, de 50 anos, foi morto a tiro pela polícia no local. O filho, de 24 anos, está em estado crítico, mas estável, no hospital.
A polícia apreendeu seis armas que pertenciam ao pai, que possuía licença de porte de arma há cerca de uma década, sem incidentes a reportar nesse período.
A Polícia de Nova Gales do Sul já tinha recuperado três armas no local do tiroteio. Fez depois buscas adicionais em outros dois locais.
Foram também encontrados dois engenhos explosivos rudimentares no local do ataque, considerados ativos, entretanto retirados pela unidade especializada nesta área.
O tiroteio, que teve os judeus australianos como alvo, no primeiro dia de Hanukkah, foi descrito como “um ato de pura maldade” pelo primeiro-ministro Anthony Albanese.
“O que vimos ontem foi um ato de pura maldade, um ato de antissemitismo, um ato de terrorismo nas nossas praias, num local icónico da Austrália, Bondi Beach, que está associada à alegria, associada a famílias reunidas, associada a celebrações, e que ficará para sempre manchada pelo que aconteceu na noite passada”, afirmou.