Augusto Santos Silva considera "natural" que já se apontem nomes para as eleições presidenciais. E junta o seu próprio nome
O ex-presidente da Assembleia da República Augusto Santos Silva não exclui a possibilidade de concorrer à Presidência da República nas eleições de 2026. “Não me ponho de fora, nem para a assembleia de freguesia, nem para Presidente da República”, admitiu ao jornal Público, esta quinta-feira.
Santos Silva avisa que “é preciso discutir não tanto a pessoa, mas o perfil” do candidato que venha a ser apoiado pelo PS. O ex-presidente da Assembleia da República garante que quer "contribuir para esse debate", já que o seu "objetivo essencial" é sobretudo assegurar que a sua área política “tenha um candidato único e forte”. “Este não é ainda o momento de decidir, mas não me estou a excluir."
O possível candidato a Belém considera ainda que "é natural que se fale de várias pessoas” para Belém nesta fase, apesar de as eleições serem só daqui a cerca de dois anos. Tudo porque o Orçamento do Estado para o próximo ano já está prestes a ser aprovado e segue-se a preparação das autárquicas, que seguem um processo específico", aponta.
Santos Silva foi o primeiro político a admitir a possibilidade de concorrer a Belém em 2026, ainda antes de surgirem nomes como Mário Centeno ou António José Seguro.
O almirante Gouveia e Melo é agora também um nome fortemente apontado ao cargo, depois de ter tido um encontro informal com o ministro da Defesa que terá servido para informar Nuno Melo de que não tenciona ser reconduzido no cargo de chefe do Estado-Maior da Armada.
O almirante Gouveia e Melo comunicou ao Conselho do Almirantado, esta quinta-feira, que está indisponível para continuar mais dois anos na chefia do Estado-Maior da Armada. Termina o mandato em dezembro.