Entre as novidades desta edição destaca-se "Arquipélago de Histórias da Arte", um projeto curatorial centrado em temas como memória, herança cultural e transmissão de conhecimento através da criação contemporânea
A ARCOlisboa assinala este ano uma década de presença na capital portuguesa com a maior edição de sempre da feira internacional de arte contemporânea. O evento, que terá lugar na Cordoaria Nacional entre os dias 28 e 31 de maio, vai reunir 84 galerias de 18 países, voltando a colocar Lisboa no centro do circuito artístico internacional.
A edição de 2026, que foi apresentada esta quinta-feira, pela diretora do evento Maribel Lopez e pelo presidente da Câmara de Lisboa Carlos Moedas, vai contar com uma forte representação portuguesa, num total de 30 galerias nacionais, cerca de 35% dos participantes, acompanhadas por uma sólida presença internacional.
Ao longo dos últimos anos, a feira consolidou-se como um dos acontecimentos culturais mais relevantes da cidade, atraindo artistas, colecionadores, galeristas, curadores e profissionais do setor oriundos de vários mercados internacionais.
A programação principal integra 61 galerias selecionadas pelo comité organizador, às quais se juntam projetos dedicados a galerias emergentes e novas linguagens artísticas. Entre as novidades desta edição destaca-se “Arquipélago de Histórias da Arte”, um projeto curatorial centrado em temas como memória, herança cultural e transmissão de conhecimento através da criação contemporânea.
Além de ocupar toda a área da Cordoaria Nacional, a ArcoLisboa organiza também dezenas de iniciativas paralelas em vários pontos da cidade relacionados com a arte contemporânea.
