AO MINUTO | Parlamento debate reforma laboral do Governo com UGT nas galerias e CGTP na rua
"O parceiro do Governo são os portugueses", garante Rosário Palma Ramalho
Ministra dá destaque à "ideologia de empobrecimento do PCP" e ao "trincheirismo belicista do Livre"
No debate verificou-se, nas palavras da ministra, a "ideologia de empobrecimento do PCP, ao lado da flotilha do BE e do trincheirismo belicista do Livre".
Um debate com "perfume a geringonça", diz Rosário Palma Ramalho
A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social remata o debate e afirma que este teve um "perfume a geringonça". Foi um debate, diz, "em que se viu o PS no seu habitat neo-marxista, em que se recusa a mudar o que quer que seja pelo simples facto de não ter sido proposto pelo PS".
"O exemplo que estamos a dar ao país e às pessoas que assistem a este país é tenebroso"
Hugo Soares interrompe declaração final da ministra para alertar todos os deputados no Parlamento e contenção em futuros debates: "O exemplo que estamos a dar ao país e às pessoas que assistem a este país é tenebroso".
Teresa Morais, vice-presidente da Assembleia da República, responde: "Sr. deputado, eu concordo consigo, já o pedi várias vezes, a questão não é novidade".
Tempo dos grupos partidários chega ao fim. Segue a intervenção de encerramento da ministra do Trabalho
"Se houvesse um livro chamado Por Dentro do PS, seria uma enciclopédia de corrupção": Ventura ataca Brilhante Dias
“Disse que era contra a reforma laboral e hoje por um punhado de coisas traiu o seu eleitorado”: Brilhante Dias acusa Ventura
“Não nos venham dar lições de moral. Não foi no chega que a PJ esteve há pouco tempo”: Ventura responde a Brilhante Dias
“Não nos venham dar lições de moral. Não foi no chega que a PJ esteve há pouco tempo”, responde Ventura a Brilhante Dias.
"O mais corrupto de todos os partidos nesta democracia", exclama André Ventura.
“É a sua traição aos trabalhadores de mão dada com Luís Montenegro”, diz Brilhante Dias a Ventura
“Hoje o conjunto diz sindicalistas está unido a dizer que está contra a reforma laboral”, aplaude Eurico Brilhante Dias
Eurico Brilhante Dias, deputado do PS, vai ao púlpito fazer uma das últimas intervenções do debate parlamentar.
"Não foi nem PS, nem o Livre, nem o BE. Foi o Chega! E temos muito orgulho em fazer isto pelo país", exclama Ventura
“A pessoas perguntar-se-ão: quem nos conseguiu mais dias de férias?”, questiona e responde Ventura - “Foi o Chega"
Livre acusa ministra de "cavar trincheiras"
Rui Tavares, do Livre, acusa a ministra do Trabalho de "cavar trincheiras e de fazer uma caricatura da esquerda", por achar que "é com isso que as pessoas são enganadas".
"O diabo não está nos detalhes, está escarrapachado na primeira página do projeto-lei do Chega", diz Rui Tavares
“Alguém acredita que é possível tornar a nossa Economia mais produtiva sem mexer nas leis laborais?”, questiona CDS
“Alguém acredita que é possível tornar a nossa Economia mais produtiva sem mexer nas leis laborais? Evidentemente que não”, diz Paulo Nuncio, deputado do CDS-PP, que acrescenta: "A esquerda não aprendeu nada em matéria laboral".
"Por muito que vos custe, amanhã esta proposta vai ser aprovada", culmina Hugo Soares
Reforma laboral é "amiga" da Economia, diz PSD
“Só um Governo masoquista transformaria a lei laboral num castigo para os trabalhadores", diz Hugo Soares, garantindo que esta "é uma reforma amiga da competitividade e da Economia”.
Hugo Soares diz que há um novo "não é não" - e não é da AD
Hugo Soares recupera o famoso "não é não" da AD para com o Chega, mas afirma que "coisa bem diferente" é a "obrigação que nós, enquanto deputados, temos de dialogar com todos os partidos que têm representação parlamentar e aprovar em cada estante com os partidos que querem transformar Portugal".
"Portugal hoje sabe que há outro "não é não". O do Partido Socialista aos portugueses e portuguesas".
PSD acredita que "alguns, pela prática habitual", não teriam levado a proposta à Concertação Social: "Não fossem tratá-la como uma feira de gado"
Hugo Soares elogia a atitude do Governo por ir "ao limite" na Concertação Social, criticando "outros" que "quereriam que na Concertação Social se arrastasse durante mais tempo esta proposta ou até alguns que, pela prática habitual, por eles, nem a proposta tinha ido à Concertação Social, não fossem tratá-la como uma feira de gado".