Em atualização

AO MINUTO | O 13.º título da Europa ou o 11.º da América do Sul

Este é o maior Mundial de sempre, em três países - Estados Unidos, México e Canadá. A final realiza-se a 19 de julho
2026-07-17
2026-06-26
06:14

Austrália e Paraguai empatam a zero e qualificam-se

A Austrália e o Paraguai empataram hoje a zero e qualificaram-se ambas para os 16 avos de final do Mundial de futebol de 2026, em encontro da terceira jornada do Grupo D, disputado em Santa Clara, nos Estados Unidos.

O conjunto da Oceânia, presente nos ‘oitavos’ em 2006 e 2022, ficou no segundo lugar do agrupamento, enquanto o Paraguai, que chegou aos ‘quartos’ em 2010 e aos ‘oitavos’ em 1986, 1998 e 2002, garantiu que será um dos oito melhores terceiros.

O agrupamento foi conquistado pelos Estados Unidos, apesar da derrota por 3-2 face à já eliminada Turquia, com Auston Trusty (três minutos) e Sebastian Berhalter (49) a faturar para os coanfitriões e Arda Güler (10), Baris Yilmaz (31) e Kaan Ayhan (90+8) para os turcos.

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2026-07-17
09:22

O 13.º título da Europa ou o 11.º da América do Sul

A Europa pode conquistar no domingo o seu 13.º título Mundial de futebol, caso a Espanha triunfe, ou, então, se a campeã em título Argentina vencer, será a América do Sul a colecionar o 11.º, e segundo consecutivo.

Em 2022, na 22.ª edição, a UEFA teve a hipótese de arrebatar o quinto cetro consecutivo, mas ganhou a CONMEBOL, já que a formação albiceleste impôs-se à França na final, ao vencer por 4-2 nos penáltis, depois de 3-3 nos 120 minutos.

Foi o primeiro título para a América do Sul desde o penta do Brasil, em 2002, sob o comando do ex-selecionador português Luiz Felipe Scolari.

Depois desse triunfo, seguiu-se o tetra da Itália, em 2006, na Alemanha, a estreia a vencer da Espanha, em 2010, na África do Sul, o tetra da Alemanha, em 2014, no Brasil, e o bis da França, em 2018, na Rússia.

Antes deste ciclo de quatro títulos consecutivos, a UEFA só tinha revalidado o cetro em 1938, ano em que a Itália repetiu a vitória de 1934.

Num Mundial que nunca escapou a estas duas confederações, a UEFA ainda tem dois ‘canecos’ de vantagem, sendo que, no século passado, só tinha comandado de forma isolada após as edições de 1938 (2-1) e 1954 (3-2).

O Mundial começou em 1930, no Uruguai, e como uma vitória dos anfitriões, seguindo-se dois triunfos da Itália, o primeiro em casa e o segundo na ‘vizinha’ França.

Após a II Guerra Mundial, que impediu que a prova se realizasse em 1942 e 1946, o Brasil foi o organizador em 1950, mas foi o Uruguai a ‘bisar’, precisamente na segunda participação, após as ausências de 1934 e 1938.

A Europa voltou ao comando com a vitória da RFA em 1954, mas, vingando o ‘Maracanazo’, os canarinhos, com Pelé, responderam com dois triunfos consecutivos (1958 e 1962) e voltaram a adiantar a América do Sul.

Seguiu-se um longo período de alternância, com o único cetro da Inglaterra (1966), o ‘tri’ do Brasil (1970), que valeu a Taça Jules Rimet, o bis da RFA (1974), a primeira vez da Argentina (1978) e o ‘tri’ da Itália (1982).

Em 1986, Diego Armando Maradona escreveu o bis da Argentina, antes do tri da RFA (1990), do tetra dos brasileiros (1994), da estreia gaulesa (1998) e do penta dos canarinhos (2002).

A América do Sul ficou a vencer por 9-8, mas a Europa respondeu com um 4-0 e virou para 12-9, que a Argentina reduziu para 12-10, tendo agora nova oportunidade para encurtar a desvantagem da CONMEBOL.

2026-07-17
09:19

Camisola de Pelé da final do Mundial 1958 é vendida por mais de 4 milhões de euros

Peça é a segunda mais cara da história, apenas atrás da usada por Diego Maradona nos quartos de final do Mundial 1986
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2026-07-17
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Mundial 2026: está escolhido o árbitro para a final entre Espanha e Argentina

Esloveno Slavko Vincić é o eleito da FIFA para o decisivo jogo de domingo
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2026-07-17
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Governo das Malvinas aponta o dedo à Argentina e pede à FIFA que atue em conformidade

Território ultramarino britânico pede que o organismo aplique as próprias regras de não permitir mensagens políticas
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2026-07-17
08:44

Argentina e Espanha defrontam-se em final inédita e imprevisível

A campeã mundial e bicampeã sul-americana em título Argentina e a detentora do cetro europeu Espanha disputam no domingo uma imprevisível final da 23.ª edição do Mundial de futebol, em East Rutherford, nos Estados Unidos.

Os espanhóis foram imponentes a arrebatar a primeira vaga na final, com um 2-0 à França, apontada como principal favorita, enquanto os argentinos mostraram, uma vez mais, que nunca se dão por vencidos e garantiram a segunda derrubando a Inglaterra, que já sonhava repetir 1966, por 2-1, com reviravolta.

No total da prova, a formação europeia empatou o primeiro jogo, com Cabo Verde (0-0) e, depois, venceu os restantes seis, nunca excedendo os 90 minutos, enquanto o conjunto sul-americano ganhou os sete encontros, mas dois com recurso a prolongamento.

A Espanha, ainda assim, penou para ultrapassar Portugal (1-0), nos ‘oitavos’, e a Bélgica (2-1), nos ‘quartos’, vencendo em ambas as ocasiões com golos ‘tardios’ do suplente Mikel Merino, aos 90+1 e 88 minutos, respetivamente.

Por seu lado, a Argentina sofreu em todos os jogos a eliminar: estava empatada 2-2 com Cabo Verde após 110 minutos, nos ’16 avos’, perdia por 2-0 com o Egito aos 78, nos ‘oitavos’, empatava 1-1 com a Suíça aos 111, nos ‘quartos’, e perdia por 1-0 com a Inglaterra aos 84, nas ‘meias’.

Os dois percursos distintos ‘desaguaram’, porém, na final, que será apenas a segunda dos espanhóis, que, em 2010, na primeira, bateram os Países Baixos por 1-0, após prolongamento, graças a um golo de Andrés Iniesta, aos 113 minutos.

Por seu lado, os argentinos vão já para a sétima final – só a Alemanha fica com mais, com oito -, em busca de repetir as conquistas de 1978 (3-1 após prolongamento aos Países Baixos, em Buenos Aires), 1986 (3-2 à RFA) e da última edição, em 2022 (3-3 após prolongamento e 4-2 nos penáltis com a França).

A formação ‘albi-celeste’ tem também três derrotas em finais, uma com o Uruguai (2-4, em Montevideu), em 1930, e duas com os germânicos, em 1990 (0-1) e em 2024 (0-1 após prolongamento).

Pela frente, as duas equipas têm também os livros da história, com a Espanha a poder voltar a ficar detentora dos títulos mundial e europeu, como aconteceu com as vitórias no Euro2008 e no Mundial2010, e a poder tornar-se a segunda formação europeia a vencer uma edição na América, replicando a Alemanha, em 2014.

Quanto à Argentina, tenta tornar-se apenas a terceira seleção a revalidar o cetro, depois de Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962), e a primeira a ser simultaneamente bicampeã mundial e bicampeã sul-americana (2021 e 2024).

Individualmente, o argentino Lionel Messi é a figura incontornável, pelo seu passado espanhol, no FC Barcelona, e porque, aos 39 anos, feitos em 24 de junho, está a fazer um Mundial2026 incrível, com oito golos e quatro assistências, e vai igualar as três finais do brasileiro Cafu (1994, 1998 e 2002).

Por seu lado, a Espanha tem como principal figura o ‘miúdo’ Lamine Yamal, que, aos 19 anos, completados em 13 de julho, já veste a camisola ‘10’ que era de Messi no ‘Barça’ e estará à espera da final para ‘explodir’ no Mundial2026.

À margem dos seus craques, Espanha e Argentina são, sobretudo, projetos coletivos, que apostam no todo, os europeus mais no toque de bola, num futebol assente na posse, e os sul-americanos mais na garra, no sangue, sempre preparados para não ter a bola, mas sabendo sempre o que lhe fazer quando a têm.

Os espanhóis têm mostrado maior estabilidade defensiva, bastando constatar que só sofreram um golo, contra os sete dos argentinos, que, com mais 60 minutos em campo, têm, por seu lado, mais seis golos marcados (19 contra 13).

Quanto aos ‘onzes’, não são esperadas grandes alterações, sendo muito provável que a Espanha apresente o mesmo, pelo terceiro jogo consecutivo, e que a Argentina possa fazer uma alteração, com Giuliano Simeone a poder ser sacrificado.

A inédita final da 23.ª edição do Mundial de futebol está marcada para domingo, pelas 15:00 locais (20:00 em Lisboa), no Estádio MetLife, em East Rutherford, com arbitragem do esloveno Slavko Vincic.

2026-07-16
19:07

V de "Vitória" e de… "Vuitton": eis o exclusivo transporte do troféu do Mundial

O troféu que vai ser entregue ao novo campeão do mundo vai viajar em grande estilo para East Rutherford, Nova Jérsia, com a marca de luxo parisiense Louis Vuitton a assinar o estojo para o prémio mais cobiçado do desporto.

O estojo exclusivo apresenta um V dourado de "Vitória" - e "Vuitton" - na parte frontal, com o padrão monograma caraterístico da marca e protetores de canto em latão banhado a ouro. O interior é forrado em pele bege e conta com um emblema que celebra a parceria entre a Louis Vuitton e a FIFA. Este é o quinto torneio consecutivo em que a Louis Vuitton cria o estojo para o troféu.

2026-07-16
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Mundial 2026: Messi quebra recordes pessoais e espreita o «rooftop» do Olimpo

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2026-07-16
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2026-07-16
09:11

Messi soma tantas contribuições para golo como jogos em Mundiais

O argentino Lionel Messi ficou hoje em branco pelo segundo jogo consecutivo no Mundial, mas somou mais duas assistências e tem agora tantas contribuições para golo como jogos em Mundiais.

Depois de 33 jogos na principal competição de seleções, na qual se estreou em 2006, atuando depois também em 2010, 2014, 2018 e 2022, o jogador albiceleste, de 39 anos, conta 21 golos e 12 assistências, sendo o líder isolado de ambas as tabelas.

Na edição de 2026, Messi marcou ou assistiu em todos os sete encontros da Argentina, num total de oito golos – reparte a liderança da tabela com o francês Kylian Mbappé – e quatro assistências – só perde para o gaulês Michael Olise (cinco).

Nas meias-finais, face à Inglaterra, o 10 da formação albiceleste não replicou os dois golos de Diego Maradona em 1986, nos quartos, mas fez os passes para os golos que deram a volta ao tento inaugural dos três leões.

Depois do golo de Anthony Gordon, aos 55 minutos, Messi fez o passe para Enzo Fernández empatar, aos 85, e, já nos descontos, aos 90+2, centrou de forma perfeita, de pé direito, para o cabeceamento certeiro de Lautaro Martínez.

Mais importante do que estes números é que o jogador natural de Rosário prepara-se para jogar a sua terceira final de um Mundial, depois de 2014 (derrota com a Alemanha no prolongamento) e 2022 (vitória face à França nos penáltis), igualando o recorde do brasileiro Cafu, que esteve nas finais de 1994, 1998 e 2002.

Com o triunfo de hoje, Messi também reforçou o recorde de mais vitórias em jogos de Mundiais, somando a 23.ª, contra as 17 do alemão Miroslav Klose e do francês Kylian Mbappé.

Em matéria de jogos, tem agora mais seis (33 contra 27) do que o português Cristiano Ronaldo.

A odisseia de Messi nos Mundiais prossegue – e talvez termine - no domingo, dia em que a Argentina vai disputar a final, face à Espanha, que na primeira meia-final bateu a França por 2-0.

2026-07-16
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