AO MINUTO | Argentina vai tentar o que ninguém consegue desde 1962
V de "Vitória" e de… "Vuitton": eis o exclusivo transporte do troféu do Mundial
O troféu que vai ser entregue ao novo campeão do mundo vai viajar em grande estilo para East Rutherford, Nova Jérsia, com a marca de luxo parisiense Louis Vuitton a assinar o estojo para o prémio mais cobiçado do desporto.
O estojo exclusivo apresenta um V dourado de "Vitória" - e "Vuitton" - na parte frontal, com o padrão monograma caraterístico da marca e protetores de canto em latão banhado a ouro. O interior é forrado em pele bege e conta com um emblema que celebra a parceria entre a Louis Vuitton e a FIFA. Este é o quinto torneio consecutivo em que a Louis Vuitton cria o estojo para o troféu.
VÍDEO: argentino festeja no coração de Londres e é salvo pela polícia
Mundial 2026: Messi quebra recordes pessoais e espreita o «rooftop» do Olimpo
VÍDEO: jogadores argentinos encontram garrafa com as «cábulas» de Pickford
Croácia fica pelos cabelos com a eliminação do Mundial e envia carta à FIFA
Messi soma tantas contribuições para golo como jogos em Mundiais
O argentino Lionel Messi ficou hoje em branco pelo segundo jogo consecutivo no Mundial, mas somou mais duas assistências e tem agora tantas contribuições para golo como jogos em Mundiais.
Depois de 33 jogos na principal competição de seleções, na qual se estreou em 2006, atuando depois também em 2010, 2014, 2018 e 2022, o jogador albiceleste, de 39 anos, conta 21 golos e 12 assistências, sendo o líder isolado de ambas as tabelas.
Na edição de 2026, Messi marcou ou assistiu em todos os sete encontros da Argentina, num total de oito golos – reparte a liderança da tabela com o francês Kylian Mbappé – e quatro assistências – só perde para o gaulês Michael Olise (cinco).
Nas meias-finais, face à Inglaterra, o 10 da formação albiceleste não replicou os dois golos de Diego Maradona em 1986, nos quartos, mas fez os passes para os golos que deram a volta ao tento inaugural dos três leões.
Depois do golo de Anthony Gordon, aos 55 minutos, Messi fez o passe para Enzo Fernández empatar, aos 85, e, já nos descontos, aos 90+2, centrou de forma perfeita, de pé direito, para o cabeceamento certeiro de Lautaro Martínez.
Mais importante do que estes números é que o jogador natural de Rosário prepara-se para jogar a sua terceira final de um Mundial, depois de 2014 (derrota com a Alemanha no prolongamento) e 2022 (vitória face à França nos penáltis), igualando o recorde do brasileiro Cafu, que esteve nas finais de 1994, 1998 e 2002.
Com o triunfo de hoje, Messi também reforçou o recorde de mais vitórias em jogos de Mundiais, somando a 23.ª, contra as 17 do alemão Miroslav Klose e do francês Kylian Mbappé.
Em matéria de jogos, tem agora mais seis (33 contra 27) do que o português Cristiano Ronaldo.
A odisseia de Messi nos Mundiais prossegue – e talvez termine - no domingo, dia em que a Argentina vai disputar a final, face à Espanha, que na primeira meia-final bateu a França por 2-0.