MUNDIAL 2026

Saiba tudo aqui
    Ficha de jogo
  • Grupo A
  • República Checa
  • África do Sul
  • 18 jun 17:00
Mais sobre o Mundial 2026
Em atualização

AO MINUTO | Foi assim a segunda greve geral em seis meses: uma guerra de "números" na adesão e uma 'batalha' paralela junto à AR

2026-06-03
2026-06-03
22:39

Atuação da PSP nos confrontos junto à AR foi "ponderada e responsável"

O Ministério da Administração Interna (MAI) manifestou hoje "total confiança" na PSP, após os confrontos com manifestantes junto à Assembleia da República, sublinhando que a atuação policial foi "ponderada, profissional e responsável".

"A atuação policial foi pautada pela ponderação, profissionalismo e sentido de responsabilidade, intervindo para pôr termo à desordem pública com a firmeza e a robustez adequadas às circunstâncias", pode ler-se, num comunicado enviado pelo ministério liderado por Luís Neves.

O MAI destacou que o Governo tem "total confiança" na PSP e "nos agentes que, no cumprimento da sua missão, atuaram para garantir a segurança das pessoas, a proteção das instituições democráticas e a manutenção da ordem pública".

No comunicado, o MAI sublinhou que "o direito à manifestação é uma conquista fundamental da democracia portuguesa e deve ser plenamente garantido".

"Mas o exercício desse direito implica responsabilidade, respeito pela lei e pelas instituições democráticas. Não serão tolerados comportamentos que procurem substituir esse direito pela desordem, pela intimidação, pela violência ou pela afronta contra as autoridades", pode ler-se.

Para o MAI, o confronto com as forças de segurança, e a desobediência às determinações legalmente emanadas pelas autoridades, "não têm lugar num Estado de direito democrático".

"Numa democracia, não há lugar para comportamentos extremistas", vincou.

 

2026-06-03
22:32

"Os organizadores da manifestação não são responsáveis por este triste espetáculo de desordem"

Rui Calafate, comentador da CNN Portugal, faz um balanço da greve geral desta quarta-feira.

2026-06-03
22:32

"A CGTP tinha receio que houvesse elementos anarquistas a infilitrarem-se na manifestação"

Margarida Davim, comentadora da CNN Portugal, faz um balanço da greve geral desta quarta-feira. Considera que "houve muita gente que foi trabalhar porque não pode prescindir do dia".

2026-06-03
22:32

Protestos enchem Lisboa e Porto: milhares contestam mudanças na lei laboral

O protesto, com forte adesão em várias cidades, exige maior valorização dos trabalhadores e promete continuar a pressão política nos próximos dias.

2026-06-03
22:32

Voos cancelados, hospitais parados e alunos sem aulas. Eis como o país sentiu os efeitos da greve geral

Transportes com fortes constrangimentos e ruas com menos movimento mostram o impacto de um dia de greve que afetou vários setores.

2026-06-03
22:16

PSP detém seis manifestantes e identifica "vários" após confrontos com a polícia junto à AR

Detidos respondem por resistência à ação policial, desobediência e incêndio de mobiliário urbano
Leia mais aqui
2026-06-03
22:16

"Os organizadores da manifestação não são responsáveis por este triste espetáculo de desordem"

Rui Calafate, comentador da CNN Portugal, faz um balanço da greve geral desta quarta-feira.

2026-06-03
22:16

"O pouco de greve que houve no setor privado foi motivado pela que afetou os transportes públicos"

Gustavo Duarte, presidente da Confederação de Comércio e Serviços de Portugal, considera que "resta saber a quem é que serviu esta greve pela pouca adesão que teve".

2026-06-03
22:16

Greve geral é "política de terra queimada" que "não serve para rigorosamente nada"

Anselmo Crespo, comentador da CNN Portugal, considera que "os sindicatos não saem credibilizados" depois da greve geral desta quarta-feira.

2026-06-03
22:16

Greve geral foi uma "pálida amostra" do passado da CGTP

Helena Matos, comentadora da CNN Portugal, considera que a CGTP teve um "declínio óbvio" do "serviço de ordem" e da capacidade de "mobilizar as pessoas para a rua".

2026-06-03
22:06

CGTP sublinha milhares em manifestações pacificas por todo o país

O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, destacou hoje os milhares de trabalhadores presentes nas manifestações da confederação sindical em todo o país e apontou que os distúrbios ocorridos em Lisboa foram causados por grupos que se infiltraram no protesto.

Tiago Oliveira referiu, em entrevista à RTP esta noite, que a confederação sindical organizou em todos os distritos manifestações que "decorreram pacificamente", lembrando que o mote da CGTP na greve geral que decorre hoje era "passar a mensagem concreta do que são as reivindicações dos trabalhadores".

Sobre os distúrbios ocorridos em Lisboa, que envolveram confrontos entre manifestantes e a polícia, o secretário-geral da CGTP frisou que estes momentos "desviam o cerne da questão do que são os objetivos da ação".

Tiago Oliveira salientou que nenhum elemento do sindicato esteve envolvido nos confrontos, referindo que "há grupos que se integram nas manifestações da CGTP para levar adiante este tipo de situações".

O líder sindical frisou, no entanto, que "o que está a acontecer é revelador das insuficiências e das faltas de respostas a problemas concretos" por parte do Governo.

Questionado sobre o timing da marcação da greve geral, Tiago Oliveira lembrou que a CGTP não controla a agenda, ao contrário do Governo.

"Não controlando a agenda, o pior que podíamos fazer era permitir que o tempo decorresse e depois de estar concretizado ir a correr atrás do prejuízo", destacou.

Tiago Oliveira referiu que o Governo entregou na semana passada na Assembleia da República o pacote laboral para discussão, deu início na terça-feira à discussão pública e agendou para dia 18 discussões no Parlamento.

"Posto isto, confirmou a razão da greve geral, tínhamos que criar um momento especifico para permitir que os trabalhadores tivessem este momento para se pronunciarem sobre o pacote laboral", frisou.

O secretário-geral da CGTP apontou ainda que além da confederação sindical a sociedade em geral rejeita o pacote laboral.

"O que estamos a assistir é um Governo que está com postura de prepotência, de arrogância, de falta de humildade, que se nega a ouvir a visão dos trabalhadores e que tem uma agenda própria", concluiu.

2026-06-03
20:08

Leitão Amaro condena "comportamentos inaceitáveis de alguns" e diz que maioria trabalhou

O ministro da Presidência afirmou hoje que o dia de greve geral foi de “trabalho para a esmagadora maioria de portugueses” e condenou “comportamentos inaceitáveis de alguns” na manifestação junto ao Parlamento, distinguindo-os da organização.

No final da reunião semanal do Conselho de Ministros, António Leitão Amaro deixou um comentário sobre o impacto da greve geral de hoje, convocada pela CGTP contra o pacote laboral do Governo.

“Foi um dia de trabalho para a esmagadora maioria dos portugueses, embora tenha sido também um dia de greve para alguns, vários portugueses”, disse, deixando os detalhes de dados sobre o impacto para a ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, que também participou na conferência de imprensa.

Leitão Amaro sublinhou que “o Governo respeita integralmente o direito à greve e também o direito a trabalhar de todos aqueles que trabalharam”, lamentando incidentes na manifestação junto à Assembleia da República.

“Alguns ultrapassaram os limites mais do que aceitáveis do direito à greve, que provocaram desacatos, que ofenderam a ordem pública e que confrontaram a autoridade das forças de segurança portuguesas”, afirmou.

O ministro da Presidência salientou que este “foi um comportamento de alguns, não o comportamento da maioria dos manifestantes”, que o fez pacificamente.

“E pela informação que temos, não é um comportamento associado à organização e aos organizadores desta manifestação, que não haja dúvidas sobre isso, tanto quando nos é dado saber até ao momento”, acrescentou.

Leitão Amaro agradeceu ainda às forças de segurança, dizendo que tiveram “um trabalho exemplar, um trabalho de reposição e defesa da ordem pública”.

“Mais uma vez obrigado às forças de segurança e aos seus agentes, mulheres e homens que estiveram no terreno a repor a ordem pública e a travar os desacatos de quem ultrapassou os limites do que é adequado”, afirmou.

2026-06-03
19:45

Governo recusa "guerra de números" com CGTP e admite abertura para negociar diploma laboral

A ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, recusou entrar em confronto com a CGTP relativamente aos dados sobre a adesão à greve geral.

"O Governo não entra em guerras de números", afirmou, acrescentando que os valores divulgados pelo executivo resultam de várias fontes, incluindo empresas, confederações patronais e associações empresariais. "São números naturalmente que consideramos fidedignos".

Sobre a possibilidade de alterações à proposta de reforma laboral, a ministra destacou o processo negocial já realizado.

"O Governo mostrou ao longo de nove meses de intensas negociações o seu profundo empenho em negociar e chegar a compromissos", afirmou, sublinhando que, apesar disso, "uma das partes sentada à mesa não quis assinar o acordo".

Ainda assim, deixou em aberto a possibilidade de discussão no Parlamento: "Obviamente que a mesma abertura que tivemos teremos agora para negociar a proposta de lei no diploma".

A ministra evitou, no entanto, antecipar mudanças concretas ao texto: "Não vou antecipar em que termos vamos ceder porque, se o Governo levou esta proposta assim, é porque entendeu que esta era a melhor proposta".

2026-06-03
19:43

Ministra do Trabalho diz que adesão à greve geral no privado foi "residual" e no público rondou os 23%

A ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, afirmou esta quarta-feira que o impacto da greve geral foi reduzido, sobretudo no setor privado.

Segundo a governante, "em nenhum caso nos foi comunicado que tivesse havido uma adesão significativa" à paralisação. No setor privado, acrescentou, "a adesão foi residual", sublinhando que "a esmagadora maioria resolveu ir trabalhar".

Já no setor público, a ministra referiu que os dados de que o Governo dispõe apontam para cerca de 23% de ausências ao serviço.

A responsável indicou ainda que muitos trabalhadores terão combinado com as entidades empregadoras formas alternativas de trabalho. "Os trabalhadores programaram com os seus empregadores que, não querendo fazer greve, poderiam assim estar a ser úteis a partir de casa", afirmou.

2026-06-03
19:01

Mais dois detidos em Lisboa

A PSP deteve mais dois manifestantes junto ao Rossio, em Lisboa.

2026-06-03
18:52

Reforma laboral é "um passo" para "resolver os problemas das empresas"

Rodrigo Serra Lourenço, da Ey Law, considera que "não há nenhuma medida que conste da reforma laboral que não tenha estado já em vigor em Portugal".

2026-06-03
18:52

As imagens dos confrontos entre manifestantes e PSP nas imediações da Assembleia da República

Os manifestantes começaram por impedir a passagem de veículos, utilizando objetos como grades de cerveja vazias para bloquear a via. Elementos da polícia aproximaram-se para tentar repor a ordem e garantir a circulação rodoviária, momento em que se registou um confronto direto entre manifestantes e agentes das forças de segurança.

2026-06-03
18:52

O momento em que a PSP imobiliza e detém manifestantes junto à Assembleia da República

A situação descontrolou-se nas imediações da Assembleia da República depois de os manifestantes continuarem a insurgir-se contra a PSP. Já foram detidas três pessoas. 

2026-06-03
18:38

Vários caixotes do lixo a arder em Lisboa. Bombeiros mobilizados

Os manifestantes pegaram fogo a vários caixotes do lixo nas imediações da Assembleia da República. Chegam carros dos Bombeiros Sapadores de Lisboa ao local.

2026-06-03
18:32

Polícia de intervenção empurra manifestantes à frente da Assembleia da República. Há vários imobilizados

A situação está descontrolada nas imediações da Assembleia da República depois de os manifestantes se continuarem a insurgir contra a PSP. Já foram detidas três pessoas.