AO MINUTO • ADMIRÁVEL MUNDO TRUMP | Trump já escolheu novo diretor do ICE
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Trump nomeia Lance Schroyer para diretor do ICE
O presidente norte-americano Donald Trump anunciou este sábado que vai nomear Lance Schroyer como o próximo diretor do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA – mais conhecido como ICE, na sigla inglesa.
Numa publicação nas redes sociais, Trump clarifica que o escolhido “tem mais de 29 anos de experiência na aplicação da lei no Oklahoma”.
Trata-se de um antigo fuzileiro e polícia, com “décadas de experiência na detenção dos piores criminosos, incluindo a liderança de parcerias entre a polícia e o ICE”, justifica.
“Lance Schroyer tem o que é preciso para deter e deportar criminosos imigrantes ilegais, incluindo assassinos, violadores e traficantes de droga, a uma velocidade nunca antes vista”, promete.
250 anos de Independência: "Trump vai querer celebrar uma América que não corresponde, de todo, à América imaginada pelos pais fundadores"
Diana Soller, comentadora da CNN Portugal, faz uma antevisão do que podemos esperal do Dia da Independência dos EUA, que se celebra a 4 de julho.
EUA permitem que algumas empresas usem modelo mais avançado de IA da Anthropic
O Governo dos Estados Unidos permitiu o acesso ao modelo de inteligência artificial mais poderoso da Anthropic a aproximadamente 100 empresas e agências governamentais norte-americanas, de acordo com o portal de notícias Semafor.
Segundo fontes não identificadas, o Departamento do Comércio anunciou numa carta à Anthropic que estava a levantar as restrições à utilização do Mythos 5 para uma lista selecionada de empresas e departamentos federais, após a sua utilização ter sido suspensa há quase duas semanas por motivos de segurança nacional.
A carta não explica o que acontecerá ao modelo Fable 5, uma versão menos avançada do Mythos, que foi disponibilizado publicamente na plataforma Claude e também viu o seu acesso suspenso.
"Determinei que as salvaguardas necessárias estão em vigor para permitir que certos parceiros de confiança acedam ao Claude Mythos 5", afirmou na carta o secretário do Comércio norte-americano, Howard Lutnick.
Segundo o Governo norte-americano, a Anthropic demonstrou "progressos significativos" após vários dias de negociações devido a receios de que os modelos mais avançados da empresa pudessem ser usados em ciberataques.
Esta notícia surgiu na sexta-feira, nno mesmo dia em que a OpenAI apresentou os novos modelos GPT-5.6 Sol, Terra e Luna, também com acesso limitado a parceiros aprovados pelo Governo dos EUA.
Em comunicado, a OpenAI manifestou oposição a que a aprovação governamental "se torne o padrão a longo prazo", uma vez que isso "priva os utilizadores, os programadores, as empresas, os profissionais de cibersegurança e os parceiros globais das melhores ferramentas".
Em 13 de junho, a Anthropic suspendeu o acesso público aos modelos de IA mais avançados, para cumprir uma diretiva de controlo de exportações, que a obriga a impedir o acesso ao serviço por parte de estrangeiros por motivos de segurança nacional.
De acordo com a Anthropic, para poder cumprir a ordem para impedir o acesso fora dos Estados Unidos ou por parte de estrangeiros dentro do país, optou por bloquear todo o acesso ao Fable 5 e ao Mythos 5 a todos os clientes.
Num comunicado, a Anthropic afirmou que o Governo norte-americano não forneceu detalhes específicos sobre os motivos pelos quais os novos serviços de inteligência artificial constituem um problema de segurança nacional e pediu desculpa aos clientes pela interrupção.
"Como já afirmámos publicamente, acreditamos que o Governo deve ter a capacidade de bloquear desenvolvimentos inseguros como parte de um processo transparente, justo, claro e baseado em factos técnicos. Esta ação não está de acordo com esses princípios", afirmou a empresa.
A suspensão ocorreu poucos dias depois de a Anthropic ter disponibilizado aos assinantes do serviço Claude o modelo Fable 5, apresentado como o mais avançado em vários testes de competências e considerado muito superior aos modelos Opus.
Trump ameaça impor tarifa de 100% a qualquer país que aplique imposto sobre serviços digitais
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou esta sexta-feira impor uma tarifa de 100% sobre todos os bens provenientes de qualquer país que aplique um imposto sobre serviços digitais a empresas norte-americanas.
Numa publicação nas redes sociais, Trump acrescentou que esta nova tarifa se sobreporia a quaisquer acordos comerciais existentes com os Estados Unidos.
Supremo Tribunal dos EUA permite a Trump acabar com proteções contra deportação para sírios e haitianos
O Supremo Tribunal dos Estados Unidos autorizou, esta quinta‑feira, a administração do presidente Donald Trump a retirar a centenas de milhares de imigrantes haitianos e sírios um estatuto humanitário que os protegia da deportação.
Numa decisão de 6 votos contra 3, os juízes anularam deliberações de tribunais federais em Nova Iorque e em Washington, D.C., que tinham travado a decisão da administração de pôr fim ao Estatuto de Proteção Temporária (TPS) para mais de 350 mil pessoas do Haiti e cerca de 6.100 da Síria.
O Departamento de Estado norte‑americano mantém atualmente alertas contra viagens para o Haiti e para a Síria, citando níveis elevados de violência, criminalidade, terrorismo e sequestros.
Conselho da UE dá aval final ao acordo com os Estados Unidos
O Conselho da União Europeia (UE) deu hoje ‘luz verde’ ao acordo entre o bloco e os Estados Unidos (EUA) sobre tarifas alfandegárias, que entra em vigor após assinatura e publicação no Jornal Oficial.
A adoção, pelos Estados-membros, dos dois regulamentos relativos aos compromissos em matéria de direitos aduaneiros estabelecidos na Declaração Conjunta UE-EUA de 21 de agosto de 2025 concluiu o processo legislativo, tendo o Parlamento Europeu já dado o seu aval.
Os dois textos eliminam os direitos aduaneiros da UE ainda em vigor sobre produtos industriais dos EUA, introduzem acesso preferencial para determinados produtos do mar e produtos agrícolas não sensíveis dos EUA através de contingentes pautais e tarifas reduzidas e prorrogam a suspensão dos direitos aduaneiros sobre as importações de lagosta.
Segundo um comunicado, os regulamentos contêm também mecanismos reforçados de salvaguarda e suspensão, prevendo um mecanismo de salvaguarda específico que permite à Comissão Europeia “agir rapidamente em casos de aumentos significativos das importações que causem ou ameacem causar prejuízos graves aos operadores da UE, e reforçam a capacidade da UE para suspender as preferências pautais sempre que os EUA não respeitem os seus compromissos, comprometam os objetivos da Declaração Conjunta ou perturbem de qualquer outra forma as relações comerciais equilibradas, nomeadamente através de medidas discriminatórias”.
O regulamento principal deixará de ser aplicável no final de 2029 e, até 30 de junho de 2029, a Comissão apresentará uma avaliação do seu impacto nos fluxos comerciais entre a UE e os EUA, nas receitas aduaneiras e nos efeitos económicos e acompanhará essa avaliação com uma proposta legislativa para prorrogar a aplicação dos regulamentos, se for caso disso.
Um "consistente detestável" e um "consistente bajulador" encontraram-se na Casa Branca: "Custa perceber o tom de Rutte"
Azeredo Lopes, comentador da CNN Portugal, analisa o futuro da NATO.
Trump afirma que não iria à cimeira da NATO se esta não se realizasse na Turquia
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou esta quarta-feira que não teria decidido participar na próxima cimeira da NATO se esta não se realizasse na Turquia.
"Bem, se não fosse pelo facto de estar a ser organizada na Turquia pelo presidente Erdogan, acho que não teria ido", afirmou Trump na Sala Oval, durante uma reunião com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte.
Trump afirmou que "não teria ido pela maioria das pessoas", mas que foi convidado pelo presidente turco Recep Tayyip Erdogan.
"Por isso, vou por respeito ao presidente Erdogan", disse Trump.
Trump afirma que não iria à cimeira da NATO se esta não se realizasse na Turquia
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou esta quarta-feira que não teria decidido participar na próxima cimeira da NATO se esta não se realizasse na Turquia.
"Bem, se não fosse pelo facto de estar a ser organizada na Turquia pelo presidente Erdogan, acho que não teria ido", afirmou Trump na Sala Oval, durante uma reunião com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte.
Trump afirmou que "não teria ido pela maioria das pessoas", mas que foi convidado pelo presidente turco Recep Tayyip Erdogan.
"Por isso, vou por respeito ao presidente Erdogan", disse Trump.
EUA vão vender motores a jato à Turquia apesar de objeções do Congresso
O governo de Donald Trump vai avançar com a venda de motores a jato à Turquia apesar da oposição do Congresso, noticia a Reuters, que cita quatro fontes com conhecimento do tema.
Segunda a agência, o pacote total pode ascender aos 700 milhões de dólares. Os motores a jato serão fabricados pela General Electric e vão equipar os aviões de combate Kaan, o primeiro caça doméstico da Turquia.
Senado vota para limitar os poderes de guerra de Trump
O Senado dos EUA aprovou na terça-feira uma resolução que insta o presidente a retirar as forças militares do conflito com o Irão, uma repreensão significativa a Donald Trump e uma mensagem forte de que a guerra carece de apoio no Congresso.
A medida foi aprovada pela Câmara dos Representantes no início deste mês. No entanto, por se tratar do que se designa por "resolução conjunta", não requer a assinatura do presidente e, por definição, não tem força de lei.
Trump classificou a votação do Senado para limitar os seus poderes de guerra contra o Irão como "inoportuna e sem sentido" e criticou veementemente os membros do seu partido que votaram a favor da resolução.
Trump felicita Abelardo De La Espriella após vitória na Colômbia
O presidente dos EUA, Donald Trump, felicitou Abelardo De La Espriella, esta segunda-feira, um advogado nacionalista eleito presidente da Colômbia, acrescentando que espera
com entusiasmo trabalhar em conjunto para construir uma relação sólida entre os dois países, escreve a agência Reuters.
China veta compras públicas a 46 empresas norte-americanas
A China proibiu hoje organismos públicos de adquirirem produtos de 46 empresas norte-americanas, incluindo fabricantes de armamento e aeronáutica, ampliando as restrições contra entidades dos Estados Unidos anunciadas horas antes por Pequim, em resposta a medidas adotadas por Washington.
O Ministério das Finanças chinês anunciou hoje restrições à contratação pública envolvendo 46 empresas norte-americanas, entre as quais a Lockheed Martin, Raytheon, General Dynamics e Boeing Defense.
Segundo um comunicado, os organismos públicos chineses deixam de poder adquirir produtos fabricados por estas empresas, embora a medida não se aplique a companhias de capital norte-americano estabelecidas na China.
A lista inclui sobretudo empresas ligadas aos setores da defesa, aeronáutica, veículos aéreos não tripulados (drones), sistemas militares e segurança, entre as quais a Anduril, BAE Systems, Teledyne e Cubic Global Defense.
A decisão alarga o alcance das restrições anunciadas também hoje pelo ministério do Comércio chinês, que incluiu dez entidades norte-americanas na lista de controlo de exportações.
Nesse caso, Pequim proibiu a exportação de produtos de dupla utilização para empresas ligadas aos setores da defesa, drones, tecnologia aeroespacial, serviços marítimos e terras raras, incluindo Aveox, Red Cat Holdings, Teal Drones, Ball Aerospace, Oshkosh Defense, L3Harris Maritime Services, MP Materials e USA Rare Earth.
Estados Unidos atacam nova embarcação nas Caraíbas e matam dois tripulantes
O exército dos Estados Unidos realizou um novo ataque aéreo contra uma embarcação de alegados traficantes de droga no mar das Caraíbas, matando dois homens e deixando outros seis náufragos, segundo autoridades.
O ataque, anunciado na noite de domingo, eleva para mais de 210 o número total de mortos, desde que a Administração do Presidente Donald Trump iniciou a ofensiva, em setembro.
Numa mensagem publicada na rede social X, o Comando Militar dos EUA para a América Latina e as Caraíbas (Southcom, na sigla em inglês) declarou que o navio estava a "navegar por rotas conhecidas de tráfico de droga nas Caraíbas".
Imagens de vídeo a preto e branco que acompanhavam a mensagem mostravam um barco a deslocar-se na água antes de ser atingido por um projétil e engolido por uma violenta explosão.
Nenhum militar norte-americano ficou ferido, informou o comando.
China inclui dez empresas norte-americanas na lista de controlo de exportações
A China incluiu hoje dez entidades norte-americanas na lista de controlo de exportações, incluindo dos setores da defesa, tecnologia aeroespacial e terras raras, num novo episódio das tensões entre Pequim e Washington.
Num comunicado, o Ministério do Comércio chinês indicou que a medida foi adotada ao abrigo da Lei de Controlo de Exportações e da regulamentação sobre bens de dupla utilização, visando “salvaguardar a segurança e os interesses nacionais” e cumprir obrigações internacionais em matéria de não proliferação.
A tutela proibiu os operadores chineses de exportarem produtos de dupla utilização para as dez entidades e vetou ainda que organizações ou indivíduos de qualquer país e região transfiram ou forneçam a essas empresas artigos de dupla utilização de origem chinesa.
O ministério acrescentou que as operações de exportação em curso devem ser suspensas de imediato e que, em casos excecionais em que seja necessária uma venda, os exportadores terão de solicitar autorização prévia às autoridades chinesas.
A lista inclui as empresas Aveox, Red Cat Holdings, Teal Drones, IMSAR, Jaia Robotics, Ball Aerospace & Technologies, Oshkosh Defense, L3Harris Maritime Services, MP Materials e USA Rare Earth.
"Trump diz que Israel faz aquilo que ele manda mas já todos percebemos que não é bem assim"
O comentador da CNN Francisco Pereira Coutinho, especialista em Direito Internacional, analisa o novo adiamento das negociações entre EUA e o Irão para pôr fim à guerra
Por dentro da corrida frenética de Trump para assinar um acordo com o Irão
China soma vitórias na guerra do Irão. Como Ormuz pode transformar-se na crise do Suez para os EUA
"Só Trump saberá se assinou este memorando de entendimento em consciência ou se foi pressionado e se sentiu obrigado"
O economista João Rodrigues dos Santos analisa o que poderá estar por trás do memorando de entendimento entre EUA e Irão com vista a acabar com a guerra
Fortuna do presidente dos EUA cresceu com a guerra: "Donald Trump opera num mundo completamente diferente"
O jornalista da CNN Portugal Alexandre Martins explica o enriquecimento da fortuna de Donald Trump, que terá crescido em 60%.