Em atualização

Mariana Mortágua vs Inês de Sousa Real - AO MINUTO

2024-02-18
Pulsómetro - saiba mais
2024-02-18
22:34

PAN quer um futuro mais verde

Já o PAN quer uma força política com uma agenda para um futuro mais verde, que defenda os animais mas também a violência doméstica.

"Lutar pela consagração do crime de assédio sexual", vinca.

2024-02-18
22:32

Mortágua garante "propostas justas" para as mulheres

Fala-se agora de mulheres. Mariana Mortágua elenca "propostas justas" para este público.

"Diferencia-nos políticas eficácia de políticas para combater a crise da habitação", afirma, dizendo que isso também é algo que beneficia a emancipação das mulheres.

Mortágua quer uma política de juros diferentes e o controlo das rendas.

2024-02-18
22:28

Baixar os preços das casas e não uma bala de prata

Mariana Mortágua lembra um medida do Bloco de Esquerda sobre o IMT, mas diz que não é isso que permite a compra de casas de 300 ou 400 mil euros.

A líder bloquista quer medidas para baixar os preços das casas, e não apresentar medidas como "balas de prata" para o setor.

2024-02-18
22:26

"Taxar quem mais polui e avaliar as famílias"

Inês de Sousa Real responde, dizendo que é necessário atrair investimento, mas com responsabilidade ambiental.

A porta-voz do PAN garante que a descida do IRC prevê questões ambientais, e atira que o partido quer "taxar quem mais polui e aliviar as famílias".

Ataca agora Inês de Sousa Real, que não compreende algumas das medidas bloquistas para a habitação.

2024-02-18
22:24

Mortágua volta a atacar PAN, agora com o IRC

Mariana Mortágua atira para as desigualdades em Portugal, que lamenta serem um "entrave à economia".

A líder do Bloco de Esquerda diz que não é através de baixas do IRS que se resolve o problema, mas sim pela subida dos salários.

Mortágua volta ao ataque ao PAN, afirmando-se surpreendida com a proposta do PAN para baixar o IRC, dizendo que são as empresas maiores que vão beneficiar disso.

2024-02-18
22:21

"Temos de ter soluções que vão mais longe"

Inês de Sousa Real fala numa "rota de recuperação" feita pelo PAN, defendendo um salário mínimo de 1.100 euros até 2028.

"Temos de ter soluções que vão mais longe", afirma, querendo jovens com direito a casa própria.

Resposta a Mariana Mortágua, que quer atualização dos salários para lá da inflação, para que os portugueses possam recuperar poder de compra.

2024-02-18
22:16

PAN quer compromisso para "travar a extrema-direita"

Rebate Inês de Sousa Real, garantindo a confiança do eleitorado e reforçando a bandeira das medidas aprovadas.

A porta-voz do PAN fala num preço alto a pagar pelos portugueses perante a instabilidade política, mas vai à Madeira e aos Açores, dizendo que deve ser um desígnio e compromisso das forças democráticas "travar a extrema-direita".

2024-02-18
22:14

Mortágua acusa PAN de apoiar governo que é "exemplo de destruição ambiental"

O Bloco de Esquerda quer "há muito tempo" a redução do IVA da energia e uma agência pública para garantir que se pára de "morrer de frio".

Mariana Mortágua lembra a tarifa social de energia, mas quer um mínimo de consumo gratuito "para que as pessoas possam aquecer as suas casas".

A bloquista reconhece os méritos de algumas medidas do PAN, mas diz ser complicado compreender como, em nome do ambiente, se apoia um governo como o da Madeira.

"É um governo exemplo de destruição ambiental", afirma.

2024-02-18
22:11

PAN quer passes grátis para "futuro verde"

PAN e Bloco de Esquerda discutem Ciência, mas também o Ambiente e a mobilidade nas cidades.

Inês de Sousa Real reclama medidas do partido ecologista, mas quer "ir mais longe", pensando num "futuro verde e descarbonizado" que começa com a gratuitidade dos passes.

2024-02-18
22:06

Tem consigo uma lista dos financiadores do partido de André Ventura, é introvertida e gostava de ter uma memória de elefante: 120 segundos para conhecer Mariana Mortágua

A TVI/CNN Portugal traz-lhe 120 segundos de factos e curiosidades sobre os candidatos de todos os partidos. Às vezes é quanto basta para os ficarmos a conhecer melhor. Desta vez é Mariana Mortágua, coordenadora do Bloco de Esquerda.

2024-02-18
22:06

Quis ser bailarina, tem pontaria para jogar à bola e fez rapel numa torre militar. Só precisa de 120 segundos para conhecer Inês Sousa Real

A TVI/CNN Portugal traz-lhe 120 segundos de factos e curiosidades sobre os candidatos de todos os partidos. Às vezes é quanto basta para os ficarmos a conhecer melhor. Hoje, com Inês Sousa Real, do PAN.

2024-02-18
22:06

Um café com…: duas natas vegan e PAN, que acredita que não passou de moda

Café e natas. Foi assim que abriu a conversa com Inês de Sousa Real, deputada única e líder do PAN, que quer voltar a ver o partido com um grupo parlamentar, como aconteceu após as eleições de 2019. Num café vegan escolhido pela parlamentar, a conversa com Anselmo Crespo começou precisamente pelas opções alimentares. Inês de Sousa Real afirma que “ser do PAN não é ser de outro partido qualquer”. O partido, diz, defende causas diferentes, nomeadamente a proteção animal e a questão ambiental. A deputada garante que o partido não está a passar de moda, atribuindo os últimos resultados a um “contexto muito particular”.

2024-02-18
22:06

Mariana Mortágua só aceita acordo com o PS “escrito” e negociado “antes das eleições”

UM CAFÉ COM...

A menos de um ano de ter sido eleita coordenadora nacional do Bloco de Esquerda, Mariana Mortágua olha para as eleições legislativas como uma nova oportunidade de entendimento com o Partido Socialista - e isto entre as inúmeras críticas que continua a fazer ao partido agora liderado por Pedro Nuno Santos.

Em entrevista a Anselmo Crespo, Mariana Mortágua assegura que “o Bloco de Esquerda mostrou-se disponível para constituir uma maioria, para negociar um acordo, para permitir ao país ter políticas para superar o desastre da maioria absoluta em várias áreas, saúde e habitação são dois exemplos”. E diz que a “disponibilidade é coerente ao longo do tempo”, mas este acordo tem de ser feito antes de os portugueses irem às urnas.

“O que dissemos e continuamos a dizer é que o entendimento, os principais pontos de diálogo, debate sobre propostas, tem de ser feito antes das eleições porque os eleitores têm direito a saber, quando vão votar, o que podem esperar dos vários partidos, quais as suas disponibilidades para entendimentos, quais as principais prioridades, quais as principais propostas e quais as medidas sobre as quais pode haver entendimento. Essa é a proposta do Bloco de Esquerda”, vinca a coordenadora-geral. E diz que o acordo tem de ficar “escrito” para que possa ser escrutinado.

Mariana Mortágua defende que “entre 2015 e 2019” Portugal teve a “legislatura mais estável de que há memória, foi também a única legislatura em que se cumpriu aquilo que estava acordado”. E, sublinha, foi assim também porque o acordo estava escrito.

Sobre a queda da geringonça em 2021, Mariana Mortágua acusa o PS de, à data, estar “obcecado com uma ideia de maioria absoluta” e dá o exemplo do Serviço Nacional de Saúde como uma bandeira vermelha para o partido ter batido o pé ao orçamento apresentado na altura. “Em 2021, o Bloco de Esquerda bateu-se por um programa para fixar profissionais no SNS, nomeadamente um programa de exclusividade, e, se ele tivesse sido aprovado, o SNS não estava no caos que está hoje.” E sobre a atual proposta do Bloco de Esquerda para este setor, Mortágua diz que o primeiro passo é “impedir” que os médicos e enfermeiros saiam do país e que o regime de exclusividade apenas é possível com “melhorias de carreiras”, descartando qualquer “preconceito” com o setor privado, que, para Pedro Nuno Santos, pode vir a ser uma mais-valia para atuar no imediato na situação atual do SNS. “Onde e quando o serviço público [de saúde] não chega, é óbvio que é preciso contratualizar cos privados, o essencial é que as pessoas tenham acesso à saúde.”

E sobre o facto de, ainda assim, ter sido o partido de António Costa a ganhar uma maioria absoluta, custando lugares na Assembleia da República ao Bloco de Esquerda, Mariana Mortágua acusa os socialistas de “dominarem” uma certa narrativa sobre o assunto. “A partir do momento em que o orçamento foi chumbado, houve uma disputa de narrativas e o PS conseguiu dominar essa narrativa sobre as causas do chumbo do orçamento. Com o passar do tempo as coisas ficaram mais claras”, dizendo que “foram orçamentos que degradam o SNS”.

“Não há nada de teatro nisto, o Bloco quer entendimentos para resolver os problemas do SNS, queria em 2021, quer agora em 2024. O que eu acho é que, em 2024, depois de uma maioria absoluta do PS, as pessoas compreendem as razões do Bloco de Esquerda ao longo deste tempo todo e porque defendemos o SNS este tempotodo”, destaca a coordenadora nacional.

A maioria absoluta foi amplamente criticada por Mariana Mortágua, que diz que “não há quem não saiba do desastre da maioria absoluta, mesmo dentro do Partido Socialista não há quem não reconheça o desastre da maioria absoluta”, afirmando ainda que “todos os ministros foram corresponsáveis” pelo estado atual do país, também na habitação.

2024-02-07
01:35

Mortágua ataca PAN por apoiar PSD na Madeira. Sousa Real diz que quis travar populismos

Posições na Madeira e nos Açores foram motivo de discórdia no único debate que opôs duas mulheres
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