Em atualização

Pedro Nuno Santos vs Paulo Raimundo - AO MINUTO

2024-02-17
Pulsómetro - saiba mais
2024-02-17
21:12

Terminou o debate entre Paulo Raimundo e Pedro Nuno Santos

2024-02-17
21:11

PCP distingue-se completamente do "governo capitalista russo"

No encerramento do debate, as questões viram-se para a geopolítica. Paulo Raimundo reforça a ideia de que o PCP distingue-se "completamente do governo capitalista russo".

"Em vez de investirmos mais dinheiro em armas, deveríamos investir em sentar os líderes mundiais a procurar caminhos para a paz".

Já Pedro Nuno Santos garante que Portugal não desiste da NATO e tem de "cumprir os compromissos com os aliados”. 

2024-02-17
21:09

"Temos 3 milhões de trabalhadores que ganham mil euros brutos por mês, é metade da mão de obra"

Ainda sobre o tema da habitação, Paulo Raimundo diz que a banca e "os seus mais de 6 milhões de euros de lucros em taxa ficam fora do esforço na crise da habitação". E sobre salários: "Temos 3 milhões de trabalhadores que ganham mil euros brutos por mês, é metade da mão de obra". "Esse é um problema para resolver agora ", diz.

Antes da intervenção de Paulo Raimundo, Pedro Nuno Santos tinha advertido que, para o SNS, no seu plano “não há balas de prata”. “É preciso intervir na melhoria organizacional do SNS e a esquerda tem de fazer esse debate”. 

Pedro Nuno Santos pede ainda maior autonomia para as administrações hospitalares.

 

2024-02-17
21:03

"Vamos agarrar-nos a isso!". Pedro Nuno Santos pede a Paulo Raimundo que se lembre da geringonça

Pedro Nuno Santos volta aos tempos da geringonça para salientar que o projeto conseguiu "mostrar que era possível fazer diferente do que a direita tinha feito". "Vamos agarrar-nos a isso! Mas com sentido de responsabilidade"

Paulo Raimundo salienta, no entanto, que essa solução apenas foi possível porque o PCP e as estruturas sindicais tiveram um papel determinante. "Acho excessivo", comenta o líder do PS.

2024-02-17
20:58

"Nós não podemos fazer uma chuva de promessas que não são pagáveis", diz Pedro Nuno Santos

Pedro Nuno Santos diz que em três propostas PCP propõe um aumento de despesa de mais de 7 mil milhões de euros. "É muito importante nós conseguirmos dar resposta aos problemas do País, mas com a capacidade financeira e económica que o País tem e é muito importante para o PS continuar a reduzir a dívida pública".

"Nós não podemos fazer uma chuva de promessas que não são pagáveis e não são realizáveis, porque isso não é correto, até do ponto de vista democrático de relação do povo". 

2024-02-17
20:56

Paulo Raimundo compara Pedro Nuno Santos a Rui Rocha. "Quando nós não temos vontade para as medidas, a primeira coisa que se pergunta é quanto custa"

Sobre a proposta de aumento de 15% dos salários, Paulo Raimundo compara a reação de Pedro Nuno Santos à que o líder da Iniciativa Liberal teve durante o debate entre ambos. "Pedro Nuno Santos quando vem criticar a nossa proposta utiliza o mesmo método que utilizou Rui Rocha no debate que tive com ele, que é perguntar como é que se paga".

"Quando nós não temos vontade para as medidas, a primeira coisa que se pergunta é quanto custa". "Ninguém nos perguntou se havia 20 mil milhões para pôr no buraco na banca, foi-se buscar a algum sítio", aponta.

2024-02-17
20:52

Pedro Nuno Santos critica voto contra do PCP à agenda do trabalho digno: "Foi um avanço laboral que o PCP quis estar contra"

Pedro Nuno Santos frisa que em 2023 entrou em vigor a agenda para o trabalho digno que, "só teve avanços e infelizmente não pode contribuir com voto do PCP porque não estavam lá algumas medidas defendidas pelo PCP". "Foi um avanço laboral que o PCP quis estar contra".

"Apesar do PCP ser um partido coerente é incoerente nesse discurso quando diz que tudo o que é no sentido positivo votamos a favor, não aconteceu".

Depois, Pedro Nuno afirma que a vontade do PCP querer aumentar salários em 15% representa 3 mil milhões de euros de despesa contínua. "Falta fazermos um debate sobre como se dinamiza e sofistica a economia portuguesa, que é na diversificação da economia".

Pedro Nuno Santos aponta ainda que enquanto a direita quer um "corte transversal e cego do IRC" "nós temos uma estratégia que implica que o País tenha capacidade de fazer o que outras economias liberais fazem", nomeadamente "selecionar setores com maior capacidade de arrastamento e concentrar recursos públicos naquilo que pode ter consequências de transformação da economia".

 

 

2024-02-17
20:44

Pedro Nuno reforça possibilidade de trabalhar com a CDU. Raimundo pede que não se esqueça "pressão" do PS que levou à maioria absoluta

Pedro Nuno Santos afirma que o PS tem "as melhores condições para garantir estabilidade ao País, mesmo trabalhando com partidos com quem já trabalharam". 

Confrontado com a queda da representação parlamentar da CDU na AR, Pedro Nuno diz que não fará previsões e que apenas se vai "bater para ter o melhor resultado possível" "para derrotar a direita, desde logo a AD, que é o nosso principal adversário".

Já Paulo Raimundo pede que os portugueses não esqueçam as condições que levaram à maioria absoluta do PS nas últimas legislativas. Houve, diz, "chantagem e pressão feita há dois anos pelo PS" e o eleitorado "deitou-se com a ideia de um contributo e acordou com uma maioria absoluta"

"Se alguém quer uma mudança para o País nas questões de fundo, é um voto necessário na CDU. Se há alguém com experiência acumulada é o meu partido e é a maior garantia ao combate à direita", responde.

2024-02-17
20:38

Paulo Raimundo salienta que o País têm um "problema de falta de confiança na Justiça

Paulo Raimundo destaca que "temos um problema que é a falta de confiança na Justiça". E salienta que o País regista uma grande dificuldade no acesso da população à Justiça.

É preciso, diz, "aproximar a Justiça das pessoas", para conseguir "responder aos despejos injustos e despedimentos fraudulentos".  Sobre a possibilidade de um pacto na Justiça, diz que "os dois maiores partidos têm a grande responsabilidade da governação do País" e que "o problema não é um pacto para a Justiça é o pacto que tem havido na justiça".

 

2024-02-17
20:35

"A Justiça está a fazer o seu trabalho, isso não quer dizer que esteja acima do escrutínio": Pedro Nuno Santos

Começou o debate entre Pedro Nuno Santos e Paulo Raimundo. O primeiro tema é o caso da Madeira. O líder do PS frisa que não comenta sobre casos concretos, mas que isso não o impede de refletir sobre a reforma da justiça. "Há áreas que se deve procurar consensos alargados para conseguir estabilidade".

"A Justiça está a fazer o seu trabalho, isso não quer dizer que esteja acima do escrutínio". "Não comentando casos em concreto, não podemos deixar de falar do que queremos para o País em todas as áreas".

2024-02-17
20:20

Paulo Raimundo considera "irrepetível" a geringonça de 2015 mas não fecha a porta a novo acordo com o PS (também não a abre muito)

UM CAFÉ COM...

Naquelas que são as suas primeiras eleições legislativas enquanto secretário-geral do PCP, cargo que ocupa desde 5 de novembro de 2022, Paulo Raimundo defende que o Partido Socialista apenas é um “partido confiável” quando não tem maioria absoluta na Assembleia da República.

“O PS é um partido confiável a partir do momento em que não tenha na sua mão a força toda para impor o seu projeto porque, se tiver a força toda, estes últimos dois anos revelam ao que vem”, diz, dando como exemplo uma das bandeiras da campanha de Pedro Nuno Santos, o fim das portagens em algumas autoestradas. “Por que razão agora e não nos últimos anos em que houve maioria absoluta?”

Sobre a quebra da aliança com o PS em 2021, Paulo Raimundo coloca as culpas no partido liderado então por António Costa. “Há duas formas de olhar para esses acontecimentos em 2021 - ou o PCP fez cair o governo ou o PS forçou a que o PCP fosse obrigado a não acompanhá-lo no orçamento, dizendo-se “inclinado” para a segunda.

Quando questionado sobre se o PCP, voltando atrás no tempo, deixaria cair a ‘geringonça’ mesmo sabendo que isso iria custar a perda de deputados na Assembleia da República, Paulo Raimundo dá a entender que sim. “Não peçam ao PCP para pôr uma assinatura num documento que já sabíamos à partida que não ia responder aos problemas”, diz, sem responder diretamente à questão.

Questionado sobre se admite ou não novo entendimento com o PS em 2024, não responde nem "sim" nem "não" - diz que não pode responder dessa maneira porque há condições que vão além de um "sim" ou de um "não", condições mais complexas que a simplicidade de uma resposta com uma palavra só. Mas não fecha a porta a nada.

E sobre o facto de o PS ter conseguido uma maioria absoluta após o fim da ‘geringonça’, o secretário-geral comunista diz que “o PS conseguiu impor uma narrativa” colada àquelas que diz terem sido propostas comunistas, reconhecendo que “se calhar é um bocadinho demasiado dizê-lo desta forma”. E deu um exemplo concreto para se fazer entender: “Nos últimos discursos de António Costa enquanto dirigente do Partido Socialista, há uma intervenção curiosa em que medidas que identifica como positiva foram aquelas que o PCP propôs - o passe, os manuais escolares...”.

A chegada de Pedro Nuno Santos à liderança do Partido Socialista não muda em nada a forma como Paulo Raimundo olha para o partido do Largo do Rato. “O PS é o PS”, diz. “No fim do dia, o PS é o PS”, volta a dizer, desvalorizando o facto de Pedro Nuno Santos ser visto dentro e fora do partido como mais chegado à ala esquerda socialista.

Em conversa com Anselmo Crespo, Paulo Raimundo refere ainda que “para nós é muito claro” que um voto no PS não é o mesmo que um voto na Aliança Democrática (AD) e destaca que “esse partido” - referindo-se ao Chega - “tem tanto tempo de antena, tanto tempo de antena, que farei o máximo possível para não lhe dar mais tempo de antena”.

Sem mencionar o nome do partido de André Ventura, Paulo Raimundo considera que “as pessoas insatisfeitas, indignadas, têm três opções” nestas eleições legislativas: “ou não vão votar” ou “transferem os votos para partidos mais verbais, menos verbais” ou “transferem o voto para aquele partido de protesto que também é de soluções e que é o PCP”.

2024-02-17
20:20

Um café com...: Pedro Nuno Santos assume que "é muito difícil o PS viabilizar um governo minoritário da AD"

Pedro Nuno Santos afasta a hipótese de viabilizar um Governo liderado pela Aliança Democrática (AD). Em entrevista à CNN Portugal, o secretário-geral do PS assume que "não é bom para a democracia ter o PS e o PSD comprometidos com a mesma governação".

"Não estamos nesse tempo [dos governos minoritários]. São soluções sempre precárias. (...) Acho que o PS e o PSD têm funcionado ao longo dos anos como alternativas e julgo que isso é bom para a democracia", argumenta o secretário-geral do PS.

2024-02-17
20:20

"Mais vale feito do que perfeito" é o provérbio que prefere e vai levar "uma medalha de um Pokémon" para a campanha: 120 segundos para conhecer Pedro Nuno Santos

A TVI/CNN Portugal traz-lhe 120 segundos de factos e curiosidades sobre os candidatos de todos os partidos. Às vezes é quanto basta para os ficarmos a conhecer melhor. Desta vez é Pedro Nuno Santos, secretário-geral do Partido Socialista

2024-02-17
20:20

Quis ser bombeiro e Benfica é a sua palavra preferida: 120 segundos para conhecer Paulo Raimundo

A TVI/CNN Portugal traz-lhe 120 segundos de factos e curiosidades sobre os candidatos de todos os partidos. Às vezes é quanto basta para os ficarmos a conhecer melhor. Desta vez é Paulo Raimundo, do PCP

2024-02-07
01:35

"Vamos agarrar-nos a isso". Pedro Nuno vê futuro numa nova geringonça mas esbarra nos custos de Raimundo

Secretários-gerais de PS e PCP encontraram-se num debate que começou e acabou com elogios e lembranças do passado. Pelo meio só divergências
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