GUERRA NO IRÃO • AO MINUTO | Irão avisa que Estreito de Ormuz vai continuar fechado até EUA cumprirem compromissos
O QUE ESTÁ A ACONTECER
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Irão avisa que Estreito de Ormuz vai continuar fechado até EUA cumprirem compromissos
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Trump ameaça bombardear Omã se país colocar entraves a acordo sobre estreito de Ormuz
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Depois de Erdogan, é Guterres insta Washington e Teerão a retomarem negociações
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Terminado o prazo para negociar, tensão volta a aumentar em Ormuz
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Trump diz que EUA não pretendem prorrogar memorando de entendimento com o Irão
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Irão diz que fim do prazo do memorando para negociar com os EUA é “irrelevante”
Israel rejeita declaração da Assembleia Geral da ONU para solução de dois Estados entre Israel e palestinianos
Israel rejeitou esta sexta-feira a votação esmagadora da Assembleia Geral das Nações Unidas a favor de uma declaração que delineia passos para uma solução de dois Estados entre Israel e os palestinianos.
“Mais uma vez, ficou provado o quão a Assembleia Geral é um circo político desligado da realidade: nas dezenas de cláusulas da declaração aprovada por esta resolução, não há uma única menção de que o Hamas é uma organização terrorista,” afirmou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita, Oren Marmorstein, numa publicação na rede X na sexta-feira.
Israel utterly rejects the decision of the UN General Assembly this evening.
— Oren Marmorstein (@OrenMarmorstein) September 12, 2025
Once again, it has been proven how much the General Assembly is a political circus detached from reality: in the dozens of clauses of the declaration endorsed by this resolution, there is not a single… pic.twitter.com/UAT2VaAysi
Siga ao minuto:
Brent supera os 91 dólares devido ao impasse nas negociações
O preço do barril de Brent para entrega em outubro subiu esta terça-feira 0,17%, para os 91,02 dólares no fecho da sessão no mercado de futuros de Londres, perante o impasse nas conversações de paz entre os Estados Unidos e o Irão.
O petróleo do Mar do Norte, de referência na Europa, avançou 0,15 dólares no Intercontinental Exchange (ICE) de Londres face ao preço de negociação da última sessão, quando terminou nos 90,87 dólares.
O Brent reagiu ligeiramente em alta depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmar esta terça-feira que não existem conversações "em curso nem agendadas" com o Irão, numa publicação na sua rede social, Truth Social.
França vai expulsar dois diplomatas iranianos nos próximos dias
A França vai expulsar dois diplomatas do Irão nos próximos dias, anunciou esta terça-feira o ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Jean-Noël Barrot, numa publicação na rede social X.
As declarações surgem um dia depois de o ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano ter informado que dois funcionários da embaixada francesa, envolvidos numa disputa diplomática em Teerão em julho, não serão autorizados a regressar ao país.
"Estamos a fazer história". Israel anuncia início de uma "unidade de execução" para palestinianos condenados à morte
Irão. "Este conflito está congelado porque é o que interessa a ambos os lados"
O impasse no Médio Oriente continua a ganhar força, nomeadamente após ter terminado o prazo de 60 dias para os EUA e o Irão negociarem um acordo de paz. Miguel Baumgartner acredita que o conflito está "congelado", deixando que Donald Trump se preocupe com "outras guerras e outros tópicos, entre eles a eleição americana".
Presidente do Parlamento iraniano acusa EUA de "pressionarem" o Irão para obter concessões
O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, acusou os EUA de tentarem forçar o Irão a fazer mais concessões.
"Os americanos pensam que pressionar ainda mais o Irão permitirá obter concessões que nunca fizeram parte do acordo", escreveu Ghalibaf, que é o principal negociador do Irão, esta terça-feira numa publicação na rede social X.
O responsável afirmou ainda que o secretário do Tesouro, Scott Bessent, e o secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, estão "muito acima das suas capacidades".
"Deixem de esperar que essa equipa de palhaços tire um coelho da cartola e resolva a confusão que vocês próprios criaram", afirmou Ghalibaf.
Navio de carga atingido o largo do Iémen
Um navio de carga foi atingido por vários projéteis desconhecidos a cerca de 74 mil quilómetros a sudeste de Mocha, no Iémen, na segunda-feira, informou a United Kingdom Maritime Trade Operations (UKMTO) esta terça-feira.
O navio, que se encontrava sem tripulação no momento do incidente, sofreu "perda total", afirmou a UKMTO.
Emirados Árabes Unidos detetam dois mísseis balísticos lançados do Irão
O ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos (EAU) anunciou esta terça-feira que os seus sistemas de defesa aérea detetaram “dois mísseis balísticos lançados a partir do Irão” em direção ao país, num contexto de crescente tensão entre os Estados Unidos e a República Islâmica e de impasse nas negociações relacionadas com o estreito de Ormuz.
“Os sistemas de defesa aérea dos Emirados Árabes Unidos detetaram dois mísseis balísticos lançados do Irão em direção ao país”, indicou o ministério em comunicado.
Segundo as autoridades, o primeiro míssil caiu fora das águas territoriais dos EAU, enquanto o segundo atingiu águas emiradenses. Até ao momento, não foram reportados danos materiais nem vítimas.
O ministério da Defesa reiterou a sua “total prontidão” para responder a qualquer ameaça e garantiu que reagirá com firmeza a qualquer tentativa de comprometer a segurança do país.
Bombardeamento israelita contra um café mata seis palestinianos
O Exército israelita matou esta terça-feira seis palestinianos e feriu pelo menos 15 num ataque aéreo contra uma movimentada cafetaria localizada no porto da Cidade de Gaza, segundo fontes locais e médicas.
"Seis pessoas morreram, entre elas pelo menos uma criança, e mais de 15 feridos foram transferidos dos hospitais de campanha norte-americano e do Crescente Vermelho Palestiniano para o hospital Al-Shifa, na Cidade de Gaza", confirmou à EFE um trabalhador do centro.
Estreito de Ormuz foi decisivo no fracasso do último acordo entre os EUA e o Irão
O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, reiterou esta terça-feira as principais exigências do seu país aos EUA para a reabertura do estratégico Estreito de Ormuz, incluindo o levantamento das sanções ao petróleo iraniano e o fim das ameaças militares norte-americanas.
O Estreito de Ormuz tem estado no centro de frequentes confrontos entre Teerão e Washington desde o início da guerra, no final de fevereiro.
Os dois lados assinaram um memorando de entendimento em junho, no qual concordaram em suspender os combates enquanto negociavam um fim duradouro para o conflito, mas o acordo acabou por fracassar na sequência de uma série de disputas relacionadas com a via marítima.
Eis uma retrospetiva de como os combates recomeçaram no mês passado:
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1 de julho: Negociadores norte-americanos e iranianos viajaram para Doha, no Catar, para negociações indiretas. As delegações registaram "progressos positivos", afirmou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Catar, Majed al-Ansari.
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7 de julho: O Irão disparou contra três navios comerciais nas águas territoriais de Omã, perto do Estreito de Ormuz, segundo um responsável norte-americano. O Comando Central dos EUA afirmou ter lançado ataques contra o Irão como forma de "punição".
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8 de julho: O Irão avisou que iria dar uma "resposta esmagadora" aos ataques norte-americanos, e a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) afirmou ter lançado ataques contra 85 alvos militares norte-americanos no Bahrein e no Kuwait. O presidente dos EUA, Donald Trump, classificou o Irão como "pessoas más e doentes" durante a cimeira da NATO, na Turquia, afirmando que o memorando de entendimento "tinha acabado". Horas depois, os EUA lançaram novos ataques contra o Irão.
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9 de julho: Teerão afirmou que os militares norte-americanos tinham atingido uma ponte ferroviária no norte do Irão. O CENTCOM afirmou que os EUA atingiram cerca de 90 alvos militares numa nova vaga de ataques. Um responsável norte-americano disse à CNN que os dois países continuavam a realizar negociações técnicas sobre questões nucleares.
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10 de julho: Trump afirmou que os EUA tinham concordado em continuar as negociações com o Irão, mas também que Washington tinha informado Teerão de que o cessar-fogo já não estava em vigor. Ghalibaf afirmou que Teerão estava preparado para uma "defesa total" caso os EUA violassem o acordo. A administração Trump impôs novas sanções a Teerão.
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11 de julho: O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano acusou os EUA de violarem uma cláusula relativa ao programa nuclear de Teerão no acordo entre os dois países.
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12 de julho: A IRGC anunciou que tinha fechado o Estreito de Ormuz, depois de disparar um tiro de aviso contra uma embarcação que tentava utilizar uma rota não autorizada para atravessar a via marítima. Os militares norte-americanos lançaram novos ataques contra o Irão e insistiram que o estreito continuava aberto.
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13 de julho: Os ataques norte-americanos em todo o Irão continuaram durante a tarde, provocando pelo menos duas mortes, segundo os meios de comunicação iranianos. Trump afirmou que iria restabelecer um bloqueio aos navios iranianos no Estreito de Ormuz, e os EUA realizaram novos ataques contra o Irão durante a noite.
Defesas aéreas dos EAU detetam "ameaça de míssil"
As forças de defesa aérea dos Emirados Árabes Unidos (EAU) registaram uma "ameaça de míssil" no país na noite de terça-feira, segundo as autoridades locais.
As autoridades emiratis apelaram à população para "permanecer num local seguro e seguir os avisos e atualizações das fontes oficiais", informou a Autoridade Nacional de Gestão de Emergências, Crises e Catástrofes num comunicado publicado na rede social X.
Trump nega contactos com o Irão um dia após anunciar canal de comunicação indireto
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou esta terça-feira que não estão em curso nem previstas quaisquer conversações com o Irão, contradizendo declarações feitas na véspera, quando indicou que a sua administração tinha estabelecido um canal de comunicação indireto com a Guarda Revolucionária Islâmica, o braço militar que responde ao líder supremo iraniano.
“Não há negociações nem conversações em curso, ou agendadas, com a República Islâmica do Irão. O bloqueio naval mantém-se plenamente em vigor. O Estreito de Ormuz está aberto e operacional. Todas as minas marítimas foram removidas ou detonadas”, escreveu Trump numa publicação na rede social Truth Social.
Um olhar mais atento sobre o presidente do Parlamento iraniano e principal negociador com os EUA
O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, tem sido um dos principais negociadores com os EUA durante o conflito.
Como noticiámos anteriormente, está também previsto que lidere na quarta-feira uma “delegação parlamentar de alto nível” ao Iraque, segundo os meios de comunicação estatais iranianos.
No Iraque, responsáveis dos dois países vão discutir o “reforço das relações bilaterais, a segurança fronteiriça, os esforços de combate ao terrorismo, a expansão da cooperação económica e o avanço da implementação dos acordos entre os dois países”, informou a estação estatal iraniana IRIB.
Ghalibaf também apresentou esta terça-feira uma lista de exigências que, segundo afirmou, os EUA terão de cumprir antes de o Irão reabrir o Estreito de Ormuz.
As exigências incluem o levantamento, por parte dos EUA, das sanções sobre o petróleo iraniano e o fim das ameaças militares, ambas previstas no Memorando de Entendimento acordado entre Teerão e Washington em junho.
Quem é? Ghalibaf, que liderou as negociações do Irão com os EUA, é uma figura do regime com uma reputação de repressão da dissidência.
Ainda adolescente, juntou-se à Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) durante a guerra Irão-Iraque, na década de 1980, e mais tarde comandou a força aérea da IRGC.
Ghalibaf esteve envolvido na repressão dos protestos estudantis pró-reforma de 1999. Em 2003, enquanto chefe da polícia, supervisionou a repressão de novas manifestações estudantis e ocupou um cargo de alto nível na área da segurança durante os protestos generalizados que se seguiram às eleições de 2009, consideradas fraudulentas.
Foi também presidente da Câmara de Teerão durante 12 anos, período em que modernizou as infraestruturas da capital e supervisionou ambiciosos programas habitacionais, bem como a criação de espaços verdes.
Catar aguarda acordo entre Irão e Omã sobre o Estreito de Ormuz para retomar negociações com EUA
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Catar, Majed al-Ansari, disse esta terça-feira que espera que Teerão e Mascate cheguem a um acordo sobre a navegação no Estreito de Ormuz para retomar as negociações com os Estados Unidos para um cessar-fogo.
"Em relação às negociações com Omã, não tenho nada de novo a acrescentar neste momento, exceto que continuamos a aguardar um acordo entre as duas partes, o que, certamente, levará ao retomar das negociações, se Deus quiser, à restauração do cessar-fogo e à prevenção de uma escalada na região", declarou numa conferência de imprensa em Doha.
UE pede a Israel que proteja civis após ministro sugerir que se matem palestinianos
A UE pediu hoje a Israel para respeitar o direito internacional e garantir a proteção de civis, depois de um ministro israelita ter sugerido que se mate diariamente entre 30 e 40 palestinianos em Gaza.
“A União Europeia espera que Israel cumpra todas as suas obrigações ao abrigo do direito internacional, incluindo o direito internacional humanitário, e que a proteção dos civis seja assegurada em todos os momentos”, afirmou a porta-voz da Comissão Europeia Anitta Hipper em conferência de imprensa em Bruxelas.
A porta-voz lembrou estar ainda em cima da mesa uma proposta para sancionar o ministro da Segurança israelita, Itamar Ben Gvir, ainda não aprovada por falta de consenso, mas que tem sido apoiada pelo Governo português, “ao abrigo do regime global de sanções da UE em matéria de direitos humanos”.
Exército israelita repreende soldados por pintarem números nas testas de palestinianos detidos
O exército israelita confirmou à EFE esta terça-feira que um grupo de soldados deteve palestinianos na segunda-feira em Qabatiya (norte da Cisjordânia) e marcou-os pintando números na testa, após o que os responsáveis pelas marcas foram repreendidos.
"As forças de segurança marcaram suspeitos que foram interrogados no âmbito da operação", refere o comunicado partilhado com esta agência.
"Após o incidente, os comandantes enfatizaram aos militares a gravidade da sua conduta e foram retiradas lições do sucedido", conclui o comunicado, sem indicar que tenha sido tomada qualquer outra ação disciplinar contra os militares pela humilhação dos detidos.
Enviado dos EUA para a Síria afirma que ataques israelitas à base síria representam escalada desnecessária
O enviado especial presidencial dos EUA para a Síria e o Iraque afirmou esta terça-feira que os ataques aéreos israelitas à base aérea militar de Abu al-Duhur, no noroeste da Síria, constituem uma "escalada desnecessária" que não contribui para a estabilidade regional.
Num comunicado divulgado na X, o embaixador Tom Barrack disse que os Estados Unidos estão profundamente preocupados com os ataques e acrescentou que Washington está a encorajar todas as partes a dar prioridade ao "diálogo lógico" em vez de novos incidentes militares.
Cerca de 860 mil deslocados pela guerra no Líbano já regressaram a casa
Cerca de 860 mil pessoas deslocadas pelos ataques aéreos israelitas no Líbano, desde o início em março, já regressaram aos seus locais de origem, mas cerca de 360 mil permanecem longe das suas casas, informou a Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR) esta terça-feira.
A deslocação e a crise humanitária “estão longe de terminar”, sublinhou o porta-voz do ACNUR, Babar Baloch, numa conferência de imprensa, acrescentando que os que regressaram encontraram casas danificadas, destruição generalizada e falta de serviços essenciais.
Irão avisa que Estreito de Ormuz vai continuar fechado até EUA cumprirem compromissos
O Irão vai manter o estreito de Ormuz fechado enquanto os Estados Unidos não cumprirem os compromissos previstos no protocolo assinado em junho, anunciou hoje o chefe dos negociadores iranianos, Mohammad Bagher Ghalibaf.
O também presidente do parlamento iraniano citou “o levantamento do bloqueio naval [norte-americano], o desbloqueio dos ativos [iranianos] congelados, o levantamento do embargo petrolífero” e o fim das operações militares “em todas as frentes”.
O estreito de Ormuz “não será aberto enquanto os compromissos norte-americanos estipulados no protocolo de acordo (...) não forem concretizados”, afirmou, durante um discurso transmitido pela televisão de Estado, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).
Considerado como uma via estratégica para o comércio internacional, nomeadamente de produtos petrolíferos, o estreito de Ormuz tem estado no centro das negociações entre o Irão e os Estados Unidos.
Síria condena à morte primo detido de Bashar al-Assad por crimes de guerra
Um tribunal penal sírio condenou hoje à morte, por “crimes de guerra e contra a humanidade”, Wassim al-Assad, primo do ex-presidente Bashar al-Assad, também ele condenado à morte, à revelia, há uma semana.
Ao ler o acórdão, o juiz Fakhr al-Din al-Aryan declarou que Wassim al-Assad tinha sido considerado culpado de “homicídio doloso de várias pessoas, acompanhado de atos de tortura e brutalidade [...], qualificados como crimes contra a humanidade e crimes de guerra”, pelo que era, “por conseguinte, condenado à morte”.
O magistrado disse que Wassim, presente em tribunal durante todo o processo, planeou e participou no "massacre ocorrido durante os acontecimentos de Guta Oriental", nos arredores de Damasco, bem como no subúrbio de Mleha, na capital síria.
Houthis do Iémen atacam refinaria da Aramco com drones
Os rebeldes xiitas houthis no Iémen anunciaram esta terça-feira que atacaram a refinaria da Aramco na região de Jizan, no extremo sudoeste da Arábia Saudita, na fronteira com o Iémen, numa nova ação contra as instalações da petrolífera saudita.
"Uma fonte militar confirmou que as Forças Armadas Iemenitas (houthis) atacaram a refinaria da Aramco em Jizan com vários drones", informou a agência noticiosa oficial Saba, controlada pelos insurgentes.
A fonte, não identificada, explicou que o ataque à refinaria foi "em resposta à violação do espaço aéreo iemenita sobre as províncias de Saada e Hayah, e que o ataque foi preciso".