MÉDIO ORIENTE AO MINUTO | EUA preparam-se para enviar segundo porta-aviões para o Médio Oriente
GUIA RÁPIDO DE LEITURA
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Colonos israelitas destroem 15 casas palestinianas na Cisjordânia
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Governo iraniano assinala 47 anos de revolução com milhares de mortos às costas
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EUA preparam-se para enviar segundo porta-aviões para o Médio Oriente
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Empresa norte-americana em negociações com Conselho de Paz sobre novo papel no enclave palestiniano
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Irão acusa Israel de tentar sabotar negociações com os EUA
ONU exige suspensão imediata do plano de Israel para controlo de Gaza
A Organização das Nações Unidas (ONU) exigiu hoje que o plano israelita de controlo militar da Faixa de Gaza seja “imediatamente suspenso”.
O Alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, defende num comunicado que o plano, aprovado hoje de madrugada por Israel, “vai contra a decisão do Tribunal Internacional de Justiça de que Israel deve pôr fim à sua ocupação o mais rapidamente possível, contra a concretização da solução de dois Estados acordada e contra o direito dos palestinianos à autodeterminação”.
O Gabinete de Segurança do Governo de Israel aprovou um plano militar proposto pelo primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, para ocupar a cidade de Gaza, no norte do enclave.
Volker Türk acredita que “esta nova escalada [no conflito israelo-palestiniano] provocará deslocações forçadas ainda mais massivas, mais mortes, mais sofrimento insuportável, destruições insensatas e crimes atrozes”.
O Alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos pede ao governo israelita que permita a entrada “sem obstáculos” de ajuda humanitária na Faixa de Gaza, “em vez de intensificar a guerra”, para salvar a vida de civis.
Os reféns, sequestrados durante o ataque realizado em 07 de outubro de 2023 pelo Hamas em território israelita, “devem ser libertados imediatamente, e sem exigências, pelos grupos armados palestinianos”, exigiu também Volker Türk.
“Os palestinianos detidos arbitrariamente por Israel também devem ser libertados imediatamente e sem exigências”, acrescentou o responsável da ONU.
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Trump dá um mês para Irão aceitar acordo ou sofrer consequências "muito traumáticas"
O Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou hoje o regime iraniano com consequências "muito traumáticas" caso não aceite um acordo sobre o seu programa nuclear, que deverá estar concluído num mês.
"Precisamos de chegar a um acordo, caso contrário será muito traumático, muito traumático", disse o Trump sobre as negociações com a República Islâmica, numa conferência de imprensa na Casa Branca.
Na ausência de um acordo, adiantou, os Estados Unidos passariam para a "fase dois", que seria "muito dura" para os iranianos.
Trump apontou novamente como exemplo o bombardeamento norte-americano de instalações nucleares iranianas durante a guerra de 12 dias iniciada por Israel em junho.
Os ataques do ano passado tiveram como alvo responsáveis militares iranianos, cientistas nucleares e diversos locais, bem como áreas residenciais em vários pontos do Irão.
Os Estados Unidos juntaram-se à ofensiva atacando três instalações nucleares iranianas.
Donald Trump advertiu Teerão repetidamente para uma potencial resposta militar norte-americana à brutal repressão pelas autoridades de protestos nas principais cidades iranianas no início de janeiro, contra a gestão da crise económica pelo governo, mas também visando o regime islamita.
Após uma ronda inicial de negociações, a 06 de fevereiro em Omã, Washington e Teerão afirmam que desejam continuar as discussões.
Os Estados Unidos insistem em incluir nas negociações a questão dos mísseis balísticos e dos grupos apoiados pelo Irão e designados como terroristas, caso do Hezbollah no Líbano e do Hamas nos territórios palestinianos, parte do chamado Eixo da Resistência.
Teerão, por sua vez, quer discutir apenas o programa nuclear, em troca de um alívio das sanções, e insiste em adquirir capacidade de enriquecimento de urânio com fins que designa como civis.
Numa reunião com o primeiro-ministro israelita na quarta-feira, Trump insistiu nas negociações, perante a alternativa de um ataque militar.
"Não se chegou a nenhuma conclusão definitiva, exceto que insisti que as negociações com o Irão continuassem para ver se um acordo podia ou não ser concluído", escreveu Donald Trump na sua rede social Truth Social, após receber Benjamin Netanyahu na Casa Branca.
Já o primeiro-ministro israelita, através de um comunicado, "insistiu nas necessidades de segurança do Estado de Israel no âmbito das negociações"
"Os dois líderes concordaram em continuar a coordenação e o contacto estreito entre si", indicou o gabinete do líder israelita, em comunicado.
Israel quer que o Irão concorde em limitar o enriquecimento de urânio, reduzir o programa de mísseis balísticos e acabar com qualquer apoio a milícias na região.
O porta-aviões USS Abraham Lincoln e a respetiva frota de ataque chegaram à região do golfo Pérsico a 26 de janeiro, de acordo com o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM).
A Administração norte-americana descreveu esta deslocação de forças como uma medida de "vigilância e dissuasão" no quadro de possíveis ações do Irão, e indicou estar a avaliar o envio de um segundo porta-aviões, caso as negociações nucleares com Teerão não avancem.
Trump diz que Netanyahu deve ser perdoado por corrupção
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse esta quinta-feira que o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, deveria receber um perdão presidencial para as acusações de corrupção, dizendo que o presidente israelita Isaac Herzog deveria ter “vergonha de si próprio” por ainda não o ter concedido, avança a Reuters.
"Penso que o povo de Israel devia envergonhá-lo. Ele é uma vergonha por não o ter concedido. Devia dar-lho", disse Trump durante um evento na Casa Branca.
Trump diz que Netanyahu deve ser perdoado por acusações de corrupção
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou esta quinta-feira que o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu deveria receber um perdão pelas acusações de corrupção.
O líder norte-americano dirigiu-se diretamente ao presidente de Israel, Isaac Herzog, para lhe dizer que deveria ter “vergonha de si próprio” por não o conceder.
“Acho que o povo de Israel devia deixar o seu presidente constrangido. É vergonhoso por não o conceder. Ele devia concedê-lo”, disse Trump durante um evento na Casa Branca.
Netanyahu expressa cepticismo perante acordo com o Irão
O primeiro-ministro iraniano, Benjamin Netanyahu, expressou um cepticismo generalizado perante qualquer acordo com o Irão, avança a Reuters.
Ainda assim, Netanyahu acredita que as condições criadas por Trump geraram circunstâncias para um possível bom acordo com o Irão.
Netanyahu realça que o acordo não se restringe ao poder nuclear do Irão, mas expande-se aos mísseis balísticos e os aliados iranianos.
EUA contrabandearam milhares de terminais Starlink para o Irão após repressão a protestos
A administração Trump contrabandeou cerca de 6.000 terminais Starlink para o Irão após a repressão do regime aos protestos no mês passado, avançou esta quinta-feira o Wall Street Journal, citando responsáveis norte‑americanos.
Colonos israelitas destroem 15 casas palestinianas na Cisjordânia
Colonos israelitas destruíram cerca de quinze casas palestinianas e um curral numa aldeia perto de Jericó, na Cisjordânia ocupada, disseram hoje moradores daquela localidade.
As estruturas, incluindo cabanas de chapa, foram demolidas ou gravemente danificadas na terça-feira em Al-Douyouk Al-Tahta, onde o aumento da violência de colonos israelitas obrigou os moradores a fugir.
"Cerca de 50 colonos chegaram, empurrando todos para fora antes de destruir as casas", relatou à agência de notícias francesa AFP Moustapha Kaabneh, um morador.
"Depois levaram tudo, até as galinhas", acrescentou. Segundo aquele habitante, a maioria dos colonos estava armada e mascarada e acompanhada de um veículo do exército israelita, seguido por uma escavadora.
A AFP solicitou ao exército israelita um comentário sobre esta situação, mas até ao momento não obteve resposta.
Hoje, um correspondente da AFP no local viu moradores a retirar pertences dos escombros das suas casas, cujas paredes estavam derrubadas ou no chão.
Um habitante, Bassem Kaabneh, de 23 anos, disse que colonos tinham agredido mulheres e crianças, expulsando famílias das suas casas e apoderando-se dos seus pertences pessoais.
"Disseram-me: 'Acabou, já não tens casa aqui'", relatou.
Segundo Abou Audi al-Rajabi, proprietário de uma das habitações destruídas, não foi emitida nenhuma ordem de demolição por Israel.
A aldeia situa-se na zona C da Cisjordânia ocupada, que é administrada por Israel ao abrigo dos acordos de Oslo dos anos 1990, explicou Jihad Mahaless, outro habitante. O exército israelita destrói ali habitações que considera construídas sem licença.
Segundo Mahaless, cinco das estruturas destruídas eram de pedra e as restantes eram de chapa ou abrigos para animais.
Desde o início da guerra em Gaza, desencadeada pelo ataque do movimento islâmico Hamas ao território israelita a 07 de outubro de 2023, a violência disparou na Cisjordânia, um território ocupado por Israel desde 1967.
A expansão da colonização na Cisjordânia é considerada pela ONU, juntamente com a continuação da violência, como um dos principais obstáculos à resolução do conflito israelo-palestiniano.
No domingo, o gabinete de segurança israelita aprovou uma série de medidas que permitem a Israel expandir o seu controlo em áreas administradas pela Autoridade Palestina ao abrigo dos acordos de Oslo.
Estas decisões foram fortemente criticadas internacionalmente, com alguns receios de uma anexação do território palestiniano por Israel.
Fora de Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel, cerca de três milhões de palestinianos vivem na Cisjordânia, ao lado de mais de 500.000 israelitas instalados em colónias consideradas ilegais ao abrigo do direito internacional.
Governo iraniano assinala 47 anos de revolução com milhares de mortos às costas
EUA preparam-se para enviar segundo porta-aviões para o Médio Oriente
O Wall Street Journal está a avançar que o Pentágono está a preparar-se para enviar um segundo porta-aviões para o Médio Oriente, numa movimentação para exercer pressão sobre o Irão.
Empresa norte-americana em negociações com Conselho de Paz sobre novo papel no enclave palestiniano
Uma empresa de segurança dos EUA que enviou veteranos armados para proteger pontos de ajuda em Gaza está em negociações com o Conselho de Paz da administração Trump sobre o seu próximo papel no enclave, avançou a empresa esta quarta-feira, depois de ter sido fortemente criticada pelas Nações Unidas devido a cenas mortais nos seus pontos de distribuição.
A UG Solutions fez o anúncio depois de a Reuters ter noticiado que a empresa estava a recrutar falantes de árabe com experiência de combate para trabalhar em locais não divulgados. Uma fonte com conhecimento sobre o planeamento do conselho confirmou que estavam em curso negociações com a empresa.
A empresa, sediada na Carolina do Norte, que forneceu segurança à Gaza Humanitarian Foundation, apoiada pelos EUA e por Israel, no ano passado, foi encerrada após um cessar-fogo entre Israel e o Hamas em outubro.
Advogada de Prémio Nobel iraniana à CNN Portugal: "A República islâmica é uma forma de fascismo"
No dia em que se assinalam os 47 anos da Revolução Islâmica do Irão, que derrocou a monarquia do Xá Mohammad Reza Palahvi, a CNN Portugal conversou com a advogada e ativista pelos Direitos Humanos Chirine Ardakani sobre a situação dos iranianos sob o regime teocrático.
A jurista, que representa no estrangeiro a Prémio Nobel da Paz de 2023, Nages Mohammadi, disse que a República Islâmica funciona como uma forma de fascismo. E que os portugueses devem recordar-se disso, tendo em conta que viveram sob a ditadura de Salazar, ainda que o regime dos Aiatolás possa ser responsabilizado por crimes bem mais graves, crimes contra a Humanidade.
Chirine Ardakani disse ainda que, num momento em que populações desesperadas procuram salvadores em falsos profetas, é preciso entender que nem Donald Trump nem Benjamin Netanyahu são uma opção viável para o futuro de um Irão democrático. O futuro e a liberdade dos iranianos, conclui a jurista franco-iraniana, passa pela pressão das Nações Unidas e da União Europeia e, sobretudo, por negociações no quadro do Direito Internacional.
Trump diz que "nada definitivo" foi decidido após reunião "muito boa" com Netanyahu
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que nada de definitivo foi decidido durante a sua “reunião muito boa” com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, esta quarta-feira, acrescentando que as negociações com o Irão para um acordo vão continuar.
“Não foi alcançado nada de definitivo, exceto eu ter insistido para que as negociações com o Irão continuem para ver se um acordo pode ser concretizado”, escreveu Trump na sua rede social, Truth Social.
“Além disso, discutimos o enorme progresso que está a ser feito em Gaza e na região em geral", sublinhou.
Forças americanas de combate ao Estado Islâmico retiram-se de base na Síria
Forças americanas de combate ao Estado Islâmico retiraram-se esta quarta-feira da base de Al-Tanf, no sul da Síria, e relocalizaram-se na Jordânia, disseram duas fontes militares à Reuters.
Esta base, estabelecida em 2014 para ajudar na luta contra o grupo terrorista, está localizada perto da zona trifronteiriça entre Síria, Jordânia e Iraque.
Irão acusa Israel de tentar sabotar negociações com os EUA
Em entrevista à Al Jazeera, o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão, Ali Larijani, afirmou que Israel está a tentar sabotar as negociações com os EUA sobre o nuclear, e diz que Telavive está a procura de um pretexto para reacender o conflito regional.
Larijani afirmou também que não há conversações com os EUA sobre parar o enriquecimento de urânio, uma vez que a tecnologia é necessária para a indústria farmacêutica e para o setor da energia, e frisou que, caso os EUA decidirem atacar o Irão, Teerão irá atacar as bases que o país tem na região.
Carro que transporta Benjamin Netanyahu na chegada à Casa Branca esta quarta-feira (AP Photo/Mark Schiefelbein)
Netanyahu já está na Casa Branca para o encontro com Donald Trump
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, já está na Casa Branca para o encontro com Donald Trump. O tema principal da agenda será o Irão e as negociações entre Teerão e Washington DC para conter a expansão nuclear do país asiático.
O Irão diz que está pronto para inspecções para provar que o programa nuclear é pacífico e que não vai "ceder a exigências excessivas
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirma que o seu país está pronto para “qualquer verificação” do seu programa nuclear e insiste que Teerão não está à procura de uma arma atómica.
"Não estamos a tentar adquirir armas nucleares. Afirmámo-lo repetidamente e estamos prontos para qualquer verificação", disse no 47º aniversário da Revolução Islâmica do Irão, que está a ser assinalado no contexto das ameaças militares dos Estados Unidos, citado pelo Times of Israel.
“O nosso país, o Irão, não cederá às suas exigências excessivas”, afirmou no seu discurso na Praça Azadi, na capital. “O nosso Irão não cederá perante a agressão, mas continuamos a dialogar com toda a nossa força com os países vizinhos, a fim de estabelecer a paz e a tranquilidade na região.”
Presidente do Irão pediu desculpas aos cidadãos afetados pelos protestos no país
O Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, pediu hoje desculpas a todos aqueles que foram afetados pelos protestos no país e pela repressão que se seguiu sem se referir às forças policiais.
As declarações do Presidente do Irão foram proferidas hoje durante uma cerimónia que assinalou a Revolução Islâmica de 1979.
O presidente iraniano disse também que o Irão foi alvo do que chamou "propaganda ocidental", que não especificou, sobre os protestos antigovernamentais que eclodiram no Irão em janeiro e que se prolongaram durante várias semanas.
O Irão está em negociações com os Estados Unidos sobre o programa nuclear.
Sobre a política relacionada com o programa nuclear, Massoud Pezeshkian, afirmou que o país não vai ceder ao que considerou exigências excessivas.
O Irão celebra o 47.º aniversário da Revolução Islâmica de 1979, enquanto a teocracia do país continua sob pressão, com o presidente norte-americano, Donald Trump, a sugerir o envio de mais um porta-aviões para o Médio Oriente
Na televisão estatal iraniana, as autoridades transmitiram imagens de dezenas de milhares de pessoas a tomarem as ruas do país, na quarta-feira, para apoiar a teocracia e o líder supremo, Ali Khamenei, de 86 anos.
Na noite de terça-feira, enquanto espetáculos de fogo de artifício patrocinados pelo governo iluminavam o céu de Teerão, testemunhas citadas pela AP ouviram gritos de "Morte ao ditador".
Netanyahu estará hoje com Trump na Casa Branca
O presidente Donald Trump vai receber o primeiro-Ministro israelita, Benjamin Netanyahu, na Casa Branca, esta quarta-feira.
Netanyahu deverá pressionar Trump para que este procure chegar a um acordo que ponha termo ao enriquecimento de urânio pelo Irão e que reduza o apoio deste país a grupos como o Hamas e o Hezbollah.
“Apresentarei ao presidente a nossa perspetiva sobre os princípios destas negociações”, disse Netanyahu aos jornalistas antes de partir para os EUA. “O primeiro-ministro acredita que qualquer negociação deve incluir a limitação de mísseis balísticos e o fim do apoio ao eixo iraniano”, disse o gabinete de Netanyahu em comunicado antes da viagem.
O Irão afirmou que não limitará o enriquecimento de urânio a menos que os países ocidentais reduzam as sanções que têm afetado gravemente a sua economia.
A visita de Netanyahu na quarta-feira marca sua sexta viagem aos EUA desde o retorno de Trump ao cargo - mais do que qualquer outro líder mundial.
Trump afirma que o Irão seria "tolo" se não fizesse um acordo com os EUA
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou esta terça-feira que acredita que o Irão deseja fazer um acordo com os Estados Unidos sobre os seus programas nucleares e de mísseis balísticos, e que seria "tolo" se não o fizesse.
Trump fez os comentários numa entrevista ao programa "Kudlow" da Fox Business Network.
EUA terão de fazer "algo muito difícil" se não chegarem a um acordo com o Irão, afirma Trump
Os Estados Unidos terão de fazer "algo muito difícil" se não chegarem a um acordo com o Irão, afirmou o presidente do país, Donald Trump, ao Canal 12 de Israel numa entrevista publicada online esta terça-feira.
"Ou chegamos a um acordo ou teremos de fazer algo muito difícil", referiu Trump.
O presidente norte-americano acrescentou que está a considerar enviar um segundo porta-aviões para o Médio Oriente, segundo a Axios e o Canal 12, numa altura em que as tensões têm aumentado entre Washington e Teerão sobre o programa nuclear iraniano e a recente repressão aos manifestantes.