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GUERRA AO MINUTO | Ucrânia reforça treino militar para garantir soldados "prontos para o combate" face à escassez de efetivos

Todas as informações mais recentes sobre o conflito na Ucrânia, que começou a 24 de fevereiro de 2022
2025-12-07

GUIA RÁPIDO DE LEITURA

2025-11-17
08:25

Ataque russo fez três mortos em Kharkiv e atingiu navios em Odessa

Os ataques russos durante a última noite fizeram três mortos e 10 feridos na região Kharkiv, nordeste da Ucrânia, e destruíram navios e instalações portuárias em Odessa, sul do país, disseram hoje as autoridades militares. 

De acordo com Vitali Karabanov, chefe regional da administração militar ucraniana, pelo menos três civis morreram e 10 ficaram feridos na sequência de um ataque russo com mísseis contra Balaklia, Kharkiv, nordeste da Ucrânia.

Entre os feridos encontram-se três crianças. 

O mesmo responsável disse que o ataque com mísseis atingiu uma zona perto de edifícios de habitação. 

Balaklia situa-se a 60 quilómetros do ponto mais próximo das zonas de combate. A cidade tinha uma população de mais de 26 mil habitantes antes da guerra.

Um outro ataque russo danificou instalações e vários navios no porto de Odessa, sul da Ucrânia, disse o governador da região, Oleg Kiper.

Tratou-se de um ataque que visou navios, instalações portuárias e centrais de energia em "vários pontos de Odessa". 

A Rússia invadiu a Ucrânia em 2014, anexando a Península da Crimeia e lançou um ataque de grande escala contra todo o território ucraniano em fevereiro de 2022. 

Siga ao minuto:

2025-12-08
13:36

"Não esperaria demasiado". Ida de Zelensky a Londres "destina-se a ter tempo para elaborar resposta"

José Azeredo Lopes, comentador da CNN Portugal, tenta antecipar os resultados do encontro desta segunda-feira entre o presidente ucraniano e líderes europeus, em Londres

2025-12-08
12:32

Rússia declara como terrorista organização de Ilya Ponomariov, opositor de Putin

O Supremo Tribunal da Rússia declarou esta segunda-feira como terrorista e ilegalizou a organização Congresso dos Deputados Populares, criada na Polónia pelo ex-deputado e opositor Ilya Ponomariov, coordenador político de um batalhão integrado por russos que lutam pela Ucrânia.

De acordo com a agência russa Interfax, o juiz Oleg Nefedov decidiu, durante uma sessão realizada hoje à porta fechada, “satisfazer a demanda apresentada pela Procuradoria-Geral” e a sua entrada imediata em vigor.

A Procuradoria-Geral apresentou a sua ação no final de outubro passado, alegando que esta organização “promove-se como o novo Governo da Rússia no exílio” e “o seu objetivo é a mudança forçada do poder na Rússia”.

“O Congresso realiza periodicamente ‘sessões’ nas quais aprova documentos anticonstitucionais. Os tribunais russos proferiram sentenças com base em causas penais ou crimes terroristas contra os organizadores e militantes da organização”, indicou o Ministério Público.

O Congresso dos Deputados Populares, que anteriormente tinha sido declarado como indesejável na Rússia, foi fundado por Ponomariov, na Polónia, em 2022.

A Rússia condenou à revelia o ex-deputado por incentivar o terrorismo e divulgar informações falsas sobre o Exército russo e declarou-o “agente estrangeiro”.

Além disso, em fevereiro de 2025, o Serviço Federal de Segurança russo (FSB) instaurou um processo criminal contra ele por tentativa de tomar o poder pela força e criar uma organização terrorista.

Ponomariov é também o coordenador político da Legião pela Liberdade da Rússia, que é integrada por russos que lutam a favor da Ucrânia, e que, juntamente com outros grupos, como o Corpo de Voluntários Russos e o Batalhão Siberiano, protagonizou incursões nas regiões fronteiriças de Belgorod e Kursk, em março de 2024, durante a campanha presidencial russa.

O Kremlin considerou estas organizações como terroristas e o presidente Vladimir Putin ordenou aos serviços de segurança que persigam os seus membros “sem prazo de prescrição”.

2025-12-08
12:22

Depois de Londres e Bruxelas, Zelensky viaja para Roma na terça-feira

O presidente ucraniano vai viajar para Roma, na terça-feira, onde se prepara para um encontro com a primeira-ministra italiana, Georgia Meloni. A viagem acontece um dia depois de Volodymyr Zelesnky se encontrar com líderes europeus em Londres e Bruxelas.

2025-12-08
11:28

Cedência de território continua a ser a questão "mais problemática para fim da guerra"

A questão territorial continua a ser a mais problemática nas negociações para o fim da guerra na Ucrânia, disse esta segunda-feira à agência France-Presse um alto responsável ligado ao dossiê.

Segundo o alto responsável, que foi informado sobre as últimas rondas de negociações entre a Ucrânia e os Estados Unidos da América no fim de semana, aquela exigência “mantém-se e é a questão mais problemática”.

“Vladimir Putin [presidente russo] não quer concluir um acordo sem território. Por isso, eles [russos] estão a analisar todas as opções para garantir que a Ucrânia cede território no Donbas, na região leste do país parcialmente ocupada pela Rússia, adiantou.

A Rússia, que controla a maior parte dos Donbas, quer obter todo o território, uma exigência repetidamente rejeitada por Kiev.

Segundo o responsável, Washington está a pressionar a Ucrânia para que aprove rapidamente um plano para terminar a guerra, mas Kiev “não pode aceitar tudo sem examinar os detalhes”, acrescentou.

Os Estados Unidos apresentaram há quase três semanas uma proposta inicial com 28 pontos, que a União Europeia e a Ucrânia consideraram que favorecia Moscovo, e que não incorporou contributos da União Europeia ou da Ucrânia.

O plano previa, entre outras questões, o reconhecimento da soberania russa no Donbass e na Crimeia, anexada em 2014.

Previa também a redução do exército ucraniano para 600.000 efetivos, menos 200.000 do que atualmente, e a renúncia da Ucrânia à adesão à NATO (Organização do Tratado Atlântico Norte, na sigla inglesa) inscrita na Constituição do país.

Destinado a pôr fim ao conflito desencadeado pela ofensiva russa contra a Ucrânia em fevereiro de 2022, o plano foi alterado substancialmente após várias sessões de negociações com os ucranianos em Genebra (Suíça) e na Florida (EUA), para tentar alterar o texto em favor de Kiev.

O documento foi apresentado na terça-feira ao presidente russo, durante uma visita a Moscovo do enviado presidencial norte-americano, Steve Witkoff, e do genro do presidente norte-americano e mediador informal, Jared Kushner.

Após três dias de negociações na Florida entre as autoridades ucranianas e norte-americanas, não houve avanços significativos no sábado.

No entanto, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, prometeu continuar as negociações em busca de uma “verdadeira paz”, enquanto a Rússia tem feito novos ataques com drones e mísseis contra a Ucrânia.

A retirada do Donbass, a renúncia ucraniana a ingressar na NATO, as garantias de segurança e as reparações russas no pós-guerra são algumas das questões que dividem as duas partes nas negociações sob mediação dos Estados Unidos.

A Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022, desencadeando o pior conflito armado na Europa desde a Segunda Guerra Mundial, que fez centenas de milhares de mortos e milhões de refugiados.

2025-12-08
11:11

Depois de Londres, Zelensky vai a Bruxelas reunir-se com Rutte, Costa e Von der Leyen

Os presidentes do Conselho Europeu, António Costa, e da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o secretário-geral da NATO e o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, vão encontrar-se esta segunda-feira na residência oficial de Mark Rutte em Bruxelas, foi anunciado.

Em comunicado, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) dá conta de que o secretário-geral, Mark Rutte, vai receber o Presidente da Ucrânia e os dois principais representantes da União Europeia (UE) na residência oficial.

Não estão previstas declarações e também não há indicações sobre o assunto ou a hora de início da reunião.

Entretanto, Paula Pinho, porta-voz da presidente da Comissão Europeia disse que o encontro vai ser pela hora do jantar, sem adiantar mais detalhes.

Ainda que não seja conhecido o motivo da reunião, deverá estar relacionado com as negociações em curso, mediadas pelos Estados Unidos da América (EUA), para tentar chegar a um cessar-fogo e eventualmente um acordo de paz.

A primeira versão da proposta de acordo de paz, apresentada pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, foi fortemente criticada pela Ucrânia, uma vez que contemplava a cedência à Rússia do território ucraniano ocupado desde 24 de fevereiro de 2022 e também a península da Crimeia (ocupada desde 2014), e a redução para metade do número de militares nas Forças Armadas da Ucrânia.

A União Europeia não só criticou estas propostas, como também lamentou a exclusão do bloco comunitário europeu de todo o processo que possivelmente desenhará a arquitetura de segurança da Europa nos próximos anos.

As autoridades ucranianas e russas encontraram-se com as de Washington em várias ocasiões e a Casa Branca está a redesenhar o plano, mas a UE continua a ser excluída.

Em simultâneo, os países da União Europeia têm duas semanas para chegar a acordo sobre o financiamento para a Ucrânia para 2026 e 2027.

Em cima da mesa está uma proposta apresentada na última quarta-feira pela Comissão Europeia com um enquadramento legal para a utilização dos recursos russos em território da UE que estão imobilizados por causa das sanções.

No entanto, a proposta não reúne consenso entre os Estados-membros do bloco político-económico europeu.

Dos 27 Estados-membros da UE, 23 são também Estados-membros da NATO e tanto a UE como a NATO concordaram em reforçar as sinergias em matérias de defesa e apoio à Ucrânia.

2025-12-08
10:51

"É um tanto ou quanto estranho: estamos a ver uma série de reuniões que estão a produzir coisa nenhuma"

O comentador da CNN Portugal Tiago André Lopes analisa as mais recentes movimentações para acabar com a guerra da Rússia na Ucrânia 

2025-12-08
10:44

Ucrânia atacada com 149 drones de longo alcance desde a tarde de domingo

A Rússia lançou, entre a tarde de domingo e a manhã desta segunda-feira, 149 drones de longo alcance contra o território ucraniano, dos quais 131 foram neutralizados pelas defesas ucranianas, segundo a Força Aérea da Ucrânia.

De acordo com o relatório sobre o ataque da Força Aérea, 131 drones foram neutralizados em várias regiões do norte, sul e leste da Ucrânia e outros 16 atingiram 11 locais que não estão especificados no documento.

Do total de drones lançados pelos russos, cerca de 90 eram drones kamikaze Shahed, uma tecnologia iraniana que a Rússia adquiriu no início da guerra e agora produz de forma cada vez mais massiva no seu próprio território.

De acordo com a conta X Shahed Tracker, que analisa os dados publicados diariamente pelo Exército ucraniano sobre o uso deste tipo de drones pela Rússia, as defesas da Ucrânia intercetaram 84% dos Shahed lançados pelos russos em novembro.

Os drones Shahed têm entre os seus principais alvos as infraestruturas elétricas ucranianas.

Devido aos ataques praticamente diários da Rússia contra o setor elétrico ucraniano e as suas capacidades de geração e distribuição, o país foi obrigado a introduzir cortes de energia em todo o país para racionar o abastecimento.

2025-12-08
10:28

Ucrânia reforça treino militar para garantir soldados "prontos para o combate" face à escassez de efetivos

O comandante das Forças Armadas da Ucrânia anunciou alterações à instrução básica dos recrutas, numa tentativa de elevar a qualidade dos soldados integrados no exército, numa altura em que o país se debate com a escassez de efetivos.

Segundo o general Oleksandr Syrskyi, a duração da instrução básica será prolongada para 51 dias, sendo igualmente introduzidos períodos de formação especializada e de adaptação.

As medidas têm como objetivo garantir que as forças dispõem de "um soldado verdadeiramente pronto para o combate" na linha da frente, explicou o responsável militar.

No teatro de operações, a Ucrânia tem sentido dificuldades em mobilizar os recursos humanos necessários para fazer face à superioridade numérica das forças russas. Vários relatos indicam ainda que Kiev tem registado um declínio na qualidade dos soldados que consegue destacar, à medida que o conflito se prolonga.

2025-12-08
10:27

CEO da Euroclear avisa: financiar a Ucrânia com ativos russos é "território totalmente inexplorado"

A maior parte dos 190 mil milhões de euros de ativos russos congelados após o início da guerra, em 2022, encontra-se atualmente na Bélgica, mais especificamente à guarda da Euroclear, a câmara de compensação financeira sediada em Bruxelas.

Valérie Urbain, a diretora executiva da instituição, pronunciou-se sobre a proposta da União Europeia para utilizar estes ativos no financiamento de um empréstimo para reparações à Ucrânia.

Numa entrevista publicada pelo jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung, a responsável alertou que o mecanismo proposto constitui um "território totalmente inexplorado" e é questionável do ponto de vista jurídico. Urbain sublinhou ainda que poderão existir riscos reais para a estabilidade financeira caso o bloco comunitário decida avançar com a medida.

"Não existe 'dinheiro grátis' da Euroclear para a UE. O dinheiro é da Euroclear e está vinculado aos pedidos de reembolso do banco central russo", rematou a responsável.

2025-12-08
10:20

Moscovo reivindica conquista de mais duas localidades no leste da Ucrânia

O Ministério da Defesa da Rússia anunciou, esta segunda-feira, que as suas forças assumiram o controlo das localidades de Chervone, na região de Donetsk, e de Novodanilivka, na província vizinha de Zaporizhzhia. A informação foi avançada pela agência noticiosa estatal RIA.

2025-12-08
10:11

Países Baixos anunciam mais 700 milhões de euros de apoio militar à Ucrânia

O governo dos Países Baixos anunciou, esta segunda-feira, que vai alocar mais 700 milhões de euros para fornecer apoio militar à Ucrânia no primeiro trimestre de 2026.

O executivo já se tinha comprometido com uma ajuda de 3,5 mil milhões de euros para o próximo ano, mas uma grande parte desse montante acabou por ser utilizada ainda este ano.

2025-12-08
08:44

Líderes de sete países da UE exigem avanços na proposta de empréstimos à Ucrânia

Os líderes de sete Estados-membros da União Europeia instaram o bloco comunitário, esta segunda-feira, a avançar rapidamente com a proposta de utilização de ativos russos congelados para financiar a Ucrânia.

Numa carta dirigida ao presidente do Conselho Europeu, António Costa, e à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, os governantes da Estónia, Finlândia, Irlanda, Letónia, Lituânia, Polónia e Suécia sublinharam que "apoiar a Ucrânia na sua luta pela liberdade e independência não é apenas uma obrigação moral, é também do nosso próprio interesse".

"Devemos, por isso, avançar rapidamente com as propostas da Comissão para utilizar os saldos provenientes dos ativos imobilizados da Rússia num empréstimo para reparações à Ucrânia", pode ler-se na carta.

2025-12-08
08:12

"Evidente" que Rússia comete "crimes de guerra" ao russificar crianças ucranianas

A enviada especial do Conselho da Europa sobre a situação das crianças na Ucrânia denunciou no sábado que a Rússia comete “crimes de guerra evidentes” ao sequestrar menores ucranianos e submetê-los a processos de “russificação” para apagar a sua identidade.

As acusações da islandesa Thórdís Gylfadóttir foram feitas no Fórum de Doha, no Qatar, sobre a paz e a segurança global.

Em declarações à Efe, Thórdís Gylfadóttir afirmou que “qualquer ser humano normal compreende o quão profundamente errado é roubar as crianças dos outros, tirar-lhes a identidade e proibi-las de falar a sua própria língua”, o que classificou como “crimes de guerra evidentes”.

A responsável apontou diretamente para a Federação Russa por simplificar os processos de adoção e mudar os nomes das crianças deportadas, com o objetivo de integrá-las à força na sua sociedade e eliminar sua identidade e raízes ucranianas.

A diplomata islandesa revelou que o Conselho da Europa documentou casos em que “especialmente os rapazes mais jovens estão a ser treinados para ir para a frente de batalha e lutar contra os seus próprios compatriotas, as mesmas pessoas que estão a sacrificar as suas vidas para lutar pelo futuro dessas mesmas crianças”.

Segundo Gylfadóttir, este processo “fundamentalmente errado” de russificação inclui a reeducação ideológica e a proibição da língua ucraniana, o que o Tribunal Penal Internacional (TPI) classificou como crimes de guerra, pelo que emitiu mandados de detenção contra o presidente russo, Vladimir Putin, e a comissária dos Direitos da Criança, Maria Lvova-Belova, com base em “dados e provas”.

A denúncia de Gylfadóttir insere-se num padrão sistemático de deportações forçadas que afetou pelo menos 20.000 crianças ucranianas desde o início da invasão russa em fevereiro de 2022, de acordo com dados da ONU.

A Assembleia Geral da ONU aprovou esta semana uma resolução não vinculativa que exige à Rússia a devolução imediata destes menores e o fim de práticas como a “mudança de estatuto” das crianças, vistas por Kiev como “troféus de guerra”.

Gylfadóttir insistiu que, para uma “paz justa e equitativa”, as crianças devem ser devolvidas às suas famílias e o direito internacional deve ser respeitado.

“Todos que queremos que o direito internacional seja respeitado devemos garantir que essa paz seja justa e, para que isso aconteça, este problema tem de ser resolvido”, concluiu a enviada especial, salientando o compromisso do Conselho da Europa com os

2025-12-07
22:23

Zelensky diz que negociações de paz entre Ucrânia e EUA estão a ser "construtivas", mas "não fáceis"

As conversas com os enviados especiais dos EUA sobre o plano de paz têm sido construtivas, mas não fáceis, disse o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy neste domingo, antes do encontro com os líderes europeus nos próximos dias.

Zelensky falou ao telefone no sábado Steve Witkoff e Jared Kushner, genro de Trump, e nesta segunda-feira irá encontrar-se com o presidente francês Emmanuel
Macron, bem como com os líderes britânico e alemão, em Londres.

"Os representantes americanos conhecem as posições básicas da Ucrânia", afirmou Zelensky na sua comunicação-vídeo diária. "A conversa foi construtiva, embora não tenha sido fácil."

2025-12-07
18:39

Kremlin diz que nova estratégia de política externa dos EUA "corresponde, em muitos aspectos", à visão da Rússia

O Kremlin saudou a nova Estratégia de Segurança Nacional dos EUA, elaborada pela administração Trump, apontando que a visão do presidente norte-americano “corresponde, em muitos aspectos”, à visão da Rússia.

"Os ajustes que vemos correspondem, em muitos aspetos, à nossa visão", indicou o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, quando questionado pelos jornalistas sobre o novo documento estratégico dos EUA.

2025-12-07
18:34

"Ainda existem questões difíceis": após três dias de negociações em Miami, continua tudo igual para a Ucrânia

Ucrânia revela que "os principais desafios desta fase dizem respeito a questões territoriais e garantias", mantendo-se tudo em aberto sobre o futuro de Kiev
Leia mais aqui
2025-12-07
18:26

"Os europeus sentem o bafo do urso russo mais perto do seu pescoço" e "há razões de preocupação para todos"

Mário João Fernandes, especialista em Direito Internacional, analisa os mais recentes desenvolvimentos da guerra na Ucrânia. Defende que a Rússia "já não está na lista de inimigos" dos Estados Unidos.

2025-12-07
17:37

"A Alemanha quer ser o grande pilar europeu e assumir a chefia militar da NATO"

Miguel Baumgartner, comentador da CNN Portugal, analisa as mais recentes movimentações para tentar acabar com a guerra da Rússia na Ucrânia, nomeadamente o encontro europeu que vai ter lugar na segunda-feira, em Londres

2025-12-07
17:30

Suíça quer que OSCE desempenhe papel fundamental na monitorização do cessar-fogo na Ucrânia

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Suíça, Ignazio Cassis, defendeu hoje que a Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) poderá desempenhar um papel importante na monitorização de um cessar-fogo entre a Rússia e a Ucrânia.

"Já existem considerações concretas sobre este assunto: a Organização é capaz de mobilizar dezenas de pessoas em períodos muito curtos. A OSCE poderia observar o cessar-fogo, monitorizar a linha de cessar-fogo, observar as eleições, etc.", disse Ignazio Cassis, em declarações ao jornal suíço SonntagsBlick.

No próximo ano, a Suíça vai presidir à OSCE, organização fundada em 1975 para atenuar as tensões entre o Oriente e o Ocidente durante a Guerra Fria, e que conta com 57 membros da Europa, Ásia Central e América do Norte, incluindo os Estados Unidos da América, a Ucrânia e a Rússia.

De acordo com o ministro dos Negócios Estrangeiros da Suíça, "a linha da frente estende-se atualmente por 1.300 quilómetros - a OSCE", que, "por si só, é demasiado pequena para monitorizar toda a sua extensão", pelo que tal exigiria um compromisso significativo dos Estados participantes.

2025-12-07
17:25

Decisões que a Europa tomar "na capital que pôs fim ao nazismo" vão "balizar as próximas décadas"

Helena Ferro Gouveia, comentadora da CNN Portugal, analisa as mais recentes movimentações para tentar acabar com a guerra da Rússia na Ucrânia, nomeadamente o encontro europeu que vai ter lugar na segunda-feira, em Londres.