Covid-19: primeiro-ministro deixa apelo à vacinação porque "as vacinas salvam vidas"

Agência Lusa , JGR
27 dez 2021, 17:38
O primeiro-ministro, António Costa, durante a gravação da mensagem de Natal, na residência oficial de São Bento, em Lisboa,
O primeiro-ministro, António Costa, durante a gravação da mensagem de Natal, na residência oficial de São Bento, em Lisboa,

O líder do executivo recordou "o momento histórico" da primeira vacina administrada em Portugal, que faz hoje um ano

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O primeiro-ministro assinalou esta segunda-feira o "momento histórico" da administração da primeira vacina contra a covid-19 em Portugal, há um ano, e renovou o apelo à vacinação, frisando que salva vidas.

"O processo de vacinação tem sido extraordinário, graças aos profissionais de saúde, à @DGSaude, à task-force e, principalmente, aos portugueses", escreveu António Costa na sua conta oficial na rede social Twitter.

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Assinalando que "faz hoje um ano que foi administrada a primeira vacina" contra a covid-19 em Portugal, o chefe de Governo recordou "o olhar de esperança do prof. António Sarmento, médico do Hospital de São João, o primeiro vacinado no nosso país, e as suas palavras de confiança e serenidade nesse momento histórico".

"As vacinas salvam vidas e protegem-nos dos efeitos mais severos da doença. Continuemos esse caminho e vacinemo-nos pela saúde de todos", salientou o primeiro-ministro.

A covid-19 provocou mais de 5,39 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

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Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.874 pessoas e foram contabilizados 1.279.785 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ómicron, classificada como preocupante pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 89 países de todos os continentes, incluindo Portugal.

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