Medina nas Finanças e Siza Vieira de saída. Este deve ser o novo governo de Costa

22 mar, 20:31

No executivo deverão entrar novos membros do núcleo duro de António Costa, como Tiago Antunes, Ana Catarina Mendes e Duarte Cordeiro.

Segundo a TVI/CNN apurou, o novo governo de António Costa deverá ter 17 ministérios. Os nomes serão apresentados esta quarta-feira e há saídas e entradas no novo Executivo. Fernando Medina deverá ficar com a pasta das Finanças. Mariana Vieira da Silva permanecerá como figura central e sobe a número dois de António Costa.

Marta Temido deverá continuar com a pasta da Saúde, assim como Pedro Nuno Santos irá manter-se como ministro das Infraestruturas e Habitação. Ana Mendes Godinho irá permanecer com a pasta do Trabalho.

Na Justiça é apontado o nome de Cláudio Monteiro, advogado, professor e juiz e ex-deputado independente pelo PS.

No executivo deverão entrar novos membros do núcleo duro de António Costa, como Tiago Antunes, Ana Catarina Mendes - com a pasta de Adjunta e Assuntos Parlamentares - e Duarte Cordeiro. O diretor de campanha nas legislativas antecipadas de 30 de janeiro é dado como certo na pasta do Ambiente.

António Costa e Silva, convidado pelo anterior governo para delinear o Plano de Recuperação Económica após a pandemia, deverá ficar com a pasta da Economia.

André Moz Caldas deverá deixar a pasta de Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros para assumir a da Cultura. 

Do Ministério da Defesa para os Negócios Estrangeiros estará de saída João Gomes Cravinho. O seu lugar deverá ser ocupado pela professora catedrática Helena Carreiras, que é diretora do Instituto da Defesa Nacional.

A pasta da Administração Interna deverá ser assumida pelo atual secretário de estado adjunto do PS José Luís Carneiro.

A pasta do Mar e da Agricultura deverão ser fundidos e o ministério deverá ficar a cargo do até agora deputado Pedro do Carmo.

A independente Ana Abrunhosa deverá manter-se com a pasta das autarquias e dos fundos.

Os ministérios da Educação e do Ensino Superior irão continuar separados. João Sobrinho Teixeira é um dos nomes apontados para uma das pastas.

Este será o XXIII Governo português.

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