Treinador do Alverca diz que «dinheiro nenhum» é mais importante do que o «reconhecimento dos adeptos»
Na reação ao empate entre Alverca e Estoril (1-1), no último jogo dos ribatejanos em casa, Custódio Castro quis secar os rumores de saída.
Análise ao jogo
«Boa primeira parte, o Estoril é uma equipa difícil pela sobreposição de linhas que coloca. Têm muita qualidade técnica nos seus jogadores. Entrámos mal na segunda com um golo bastante consentido. Estivemos limitados porque alguns jogadores jogaram no CP, pelo Alverca B. O Ikker estreia-se hoje, o que nos deixa muito satisfeitos. Foi bom o reconhecimento por parte dos adeptos, há mais valores mais altos do que a parte financeira. Trabalhámos todos muito para que o Alverca ficasse na primeira Liga.»
«A nível físico, não estivemos tão fortes. Tivemos de usar o Diogo Spencer dentro do limite físico que estabelecemos. Teve algum impacto na equipa. Foi isso que nos faltou. Jogar contra equipas como o Estoril exige muito desgaste.»
Interesse de outros clubes
«Último jogo não será. Ainda temos o Famalicão. Muitas vezes os jornalistas dizem: 'Sei de fonte de segura...' isso é tanga. Têm que ver as vossas fontes. Sou muito frontal e não há nada com outros clubes. O reconhecimento é muito importante. Dinheiro nenhum neste convite que me foi feito vale tanto como o reconhecimento dos adeptos no fim do jogo. A próxima época é a próxima época.»
