Quer comprar uma aldeia em Espanha? Já o pode fazer por 260 mil euros

11 nov, 10:03
Salto de Castro (Wikimedia Commons)

De acordo com o Idealista, a aldeia de Salto de Castro foi comprada à Iberdrola por uma família no início da década de 2000, que pretendia transformar a localidade num ponto turístico. No entanto, a crise financeira de 2008 alterou os planos da família, que, entretanto, abandonou o mundo empresarial

Trocar a cidade pelo campo está na moda, muito por culpa dos elevados custos da vida citadina. Uma casa no campo é o sonho de muitos, mas e se pudesse comprar uma aldeia inteira? Pois, agora, isso é possível.

A aldeia de Salto de Castro, na província espanhola de Zamora, está à venda no Idealista por 260 mil euros, informa o próprio portal. Quem a comprar passa a ser dono de 44 casas, cinco delas independentes, mas também uma escola e até um quartel da Guardia Civil.

De acordo com a plataforma, a aldeia foi comprada à Iberdrola por uma família no início da década de 2000, que pretendia transformar a localidade num ponto turístico. No entanto, a crise financeira de 2008 alterou os planos da família, que, entretanto, abandonou o mundo empresarial.

"O proprietário tinha o sonho de ter aqui um hotel, mas tudo foi colocado em pausa", diz Ronnie Rodríguez, da Royal Invest, empresa que representa o proprietário, à BBC. "Ainda gostaria de ver o projeto concretizado", refere.

De acordo com a estação pública britânica, a página da aldeia no site do Idealista já recebeu cerca de 50 mil visitas desde que foi publicada. Rodríguez afirmou que 300 pessoas já expressaram o seu interesse em comprar a localidade, incluindo pessoas da Rússia, França, Bélgica e Reino Unido, tendo os dos compradores já enviado dinheiro para a reservar.

Para além dos espaços acima mencionados, a aldeia de Salto de Castro dispõe também de um bar, uma piscina e uma igreja, podendo ser adquirida uma licença para explorar 184 locais de turismo rural.

As boas notícias não acabam aí: quem comprar a localidade terá acesso a subsídios do Estado espanhol, bem como da Junta de Castilla e León, para desenvolver um projeto que, de acordo com os proprietários, não deverá ter um custo superior a dois milhões de euros para ser rentável.

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