Ele gosta de chegar quatro horas antes de um voo doméstico e relaxar na lounge. Ela prefere beber um cocktail antes da partida e passear pelo duty free. O que pode um casal fazer? Bem-vindos ao “divórcio no aeroporto”.
O jornalista de viagens britânico Huw Oliver criou o termo para explicar como ele e a noiva passam juntos o controlo de segurança, se separam para fazer atividades diferentes no aeroporto (tomar uma cerveja, experimentar perfumes, vigiar obsessivamente o ecrã de partidas) e reencontram-se depois a bordo do avião.
Algumas pessoas poderão chamar a isto simplesmente “compromisso”, mas Oliver diz que o divórcio no aeroporto fez maravilhas pela sua relação — e dá o tom para umas férias felizes.
Jardim secreto
Muitos viajantes adoram dizer que estão entre os primeiros a visitar um lugar. Agora, os visitantes do complexo da Cidade Proibida, em Pequim, podem aceder ao Qianlong, um jardim secreto que esteve fechado durante um século.
Inaugurado a tempo do 100.º aniversário do Museu do Palácio, esta atração chinesa inclui rochedos decorativos, figuras simbólicas que acreditava-se protegerem contra fogo e destruição, e uma entrada discreta que oferece a sensação de como seria o imperador entrar no seu espaço verde privado.
2025 tem sido surpreendentemente fértil na abertura de lugares outrora secretos - acima e abaixo do solo.
O Túnel de Cómodo, um corredor secreto usado por imperadores romanos para aceder ao Coliseu, abriu ao público este outono.
E, em Londres, um complexo de túneis com um quilómetro, usado durante a Segunda Guerra Mundial, está a ser transformado numa atração subterrânea, que acolherá um museu, um centro artístico e - o melhor de tudo - o bar licenciado mais baixo do mundo. A CNN teve acesso exclusivo ao interior.
Peluche mais um
Um grupo hoteleiro japonês lançou um programa para acomodar “plus-ones” dos hóspedes. Não, não falamos de bebés. Nem de animais de estimação. Estamos a falar de brinquedos de peluche das suas personagens favoritas.
A cadeia Toyoko Inn lançou o programa “Sleepover With Your Plushie” em 56 hotéis no Japão, dizendo que quer aproveitar a tendência nas redes sociais de levar peluches e bonecos (sim, estamos a falar de ti, Labubu) e publicar fotos deles em férias.
“Reparámos que alguns hóspedes usavam a zona da mesa de cabeceira como um pequeno palco, organizando os seus peluches e outros itens ‘oshi’ (de fã) para tirar fotos criativas”, disse um representante da Toyoko em comunicado.
Ao abrigo do programa, os peluches recebem camas, pijamas, almofadas e edredões, todos feitos com os mesmos materiais das versões humanas - e custa apenas mais 2 dólares por noite. Isto dá um novo significado à expressão “hotel de peluches”.
Problemas de pastelaria
Sim, parece um pain au chocolat, mas não lhe chame isso em Bordéus ou arrisca-se a entrar numa discussão.
A maior parte de França chama a este doce pain au chocolat, mas na região de Bordéus chamam-lhe chocolatine. Entretanto, terá de pedir um “couque au chocolat” nas Ardenas, um “petit pain au chocolat” em Hauts-de-France e - possível sacrilégio? - um “croissant au chocolat” em Grand Est.
O Richard Quest, da CNN, foi ao fundo deste debate linguístico em curso. Deliciosamente.