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"Portugal teve dificuldade em tornar-se o centro das atenções mundiais." A Revolução dos Cravos aos olhos de correspondentes estrangeiros

24 abr, 00:00
Manifestação 1 de Maio de 1974 em Lisboa (Foto de Henri Bureau/Sygma/Corbis/VCG via Getty Images)

Quando estalou o 25 de Abril de 1974, o brasileiro Ruy Castro foi dos poucos jornalistas estrangeiros que, em Lisboa, tiveram o "privilégio" de cobrir "aquele dia glorioso". Em meados da década anterior, quando tinha 23 anos, o norte-americano Dennis Redmont já tinha sido enviado pela Associated Press para Portugal, onde lançou pedrada após pedrada ao charco que Salazar queria manter sem ondas. Assim que o MFA reabriu as fronteiras, a 28 de abril, outros jornalistas estrangeiros vieram cobrir o Processo Revolucionário Em Curso (PREC), como o chileno Mário Dujisin, que viria a cofundar a Associação da Imprensa Estrangeira em Portugal, e o alemão Thomas Fischer, então estudante de jornalismo na RFA. Estas são as suas histórias, recordadas meio século depois da revolta militar que pôs fim à mais longa ditadura do século XX na Europa

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